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segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Você é vítima de estafa mental?



Fazer exercícios físicos em excesso deixa seu corpo exausto durante dias, o mesmo acontece com a mente quando há excesso de atividades intelectuais e pressão por raciocínios complexos. "Se os lobos frontais do cérebro são usados em excesso, ele entra em processo de esgotamento e não trabalha direito", afirma o neurocirurgião Fernando Gomes Pinto, do Hospital das Clínicas de São Paulo.

O médico explica que é como se existisse uma estrela dentro do cérebro, sendo cada ponta um aspecto da vida: profissão, estudos, lazer, relacionamento amoroso, família, bens materiais. Dedicando-se demais a um ou dois desses itens, a estrela se deforma porque falta energia e tempo para as outras pontas. Como resultado, surgem frustração, estresse e o cérebro literalmente entra em pane. Responda o teste a seguir e descubra se você sabe identificar e combater a estafa mental. 



A estafa mental surge quando a pessoa é workaholic (viciada no trabalho)?



Sua Resposta Sim, o excesso de trabalho prejudica o cérebro.

Resposta correta: Não necessariamente, depende de cada pessoa.


Nota: O neurocirurgião Fernando explica que a pessoa workaholic nem sempre tem estafa mental, porque geralmente gosta do trabalho e se sente bem assim. "Para ela, trocar momentos da vida pessoal pela profissional não é problema, então há satisfação", conta. O problema acontece quando você - workaholic ou não - exige demais de si mesmo no trabalho, a ponto de o cérebro apresentar sintomas de que não aguenta mais. "Assim como o motor de um veículo, o cérebro precisa mudar de marcha algumas vezes ao dia, porque não consegue ficar no máximo da sua capacidade e velocidade o tempo todo", afirma o médico. "Lembre-se de que é preciso trabalhar para conseguir viver, mas não viver só para trabalhar." 
Estafa mental é o mesmo que estresse?
Sua Resposta Sim.

Resposta correta: Não.


Nota: "Estresse é qualquer sensação que sobrecarregue você momentaneamente", afirma o neurologista Leandro Teles, de São Paulo. Se você sofrer um assalto, tiver uma prova muito difícil no dia seguinte ou enfrentar um grande congestionamento de carros, pode passar por um momento grande de estresse. A estafa mental é mais intensa e constante, como uma série de tensões (muitos motivos de estresse seguidos, por exemplo) que ultrapassa a capacidade mental de resolvê-las, provocando esgotamento do cérebro. 
 
A estafa mental pode causar dores físicas e doenças crônicas?
 
 
 
 


Sua Resposta Sim, como hipertensão e doenças gastrointestinais.


Nota: Além de falta de concentração, problemas de memória, alterações de humor e distúrbios do sono, a estafa mental pode provocar fortes dores de cabeça, tonturas, tremores, falta de ar, perda ou aumento repentino do peso e refluxo. Se não tratado e combatido, o esgotamento do cérebro pode levar a doenças como depressão, hipertensão, fobias, ansiedade e doenças cardíacas e gástricas. 
 
 
 
 
Qual é o primeiro passo para o tratamento?
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 



Sua Resposta Psicoterapia e medicamentos que recuperam o cérebro.

Resposta correta: Dormir, alimentar-se bem e praticar exercícios.


Nota: O primeiro passo é adotar hábitos saudáveis e criar momentos de relaxamento que deixem o cérebro trabalhar menos, como meditação. "Medicamentos podem ser indicados em casos de ansiedade, assim como o acompanhamento psicológico ajuda no tratamento, mas a adoção dos três hábitos que fortalecem e recuperam o cérebro é fundamental: sono, alimentação e exercícios", comenta o neurocirurgião Fernando. 
 
 
Para relaxar o cérebro, posso usar a televisão e o computador?

Sua Resposta Não pode, uma vez que eles estimulam muitas áreas do cérebro.

Resposta correta: Pode, desde que você sinta que isso ajuda a relaxar.


Nota: Para combater a estafa mental, o cérebro precisa de válvulas de escape. Se toda a tensão vem do trabalho em excesso, relaxar precisa ser algo que tire o foco disso, mesmo que seja assistir a um filme na televisão ou jogar um jogo no computador. "O problema é quando você passa o dia todo trabalhando no computador, por exemplo, e o usa o aparelho como forma de relaxar", afirma o neurocirurgião Fernando. Fique atento se você não se sente pior depois desse hábito, pois tanto os olhos quanto o cérebro podem ficar cansados demais. Segundo os médicos, a melhor forma de relaxar sempre será a prática de exercícios físicos. A atividade libera hormônios que aumentam o bem-estar e traz benefícios para todo o corpo, inclusive o cérebro. Mas não vale se matar na musculação em uma academia lotada - procure algo que proporcione mais relaxamento. 
 
Fonte:http://yahoo.minhavida.com.br/bem-estar/testes/15757-voce-e-vitima-de-estafa-mental/9#conteudoTxt

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Um espaço verdadeiramente democrático , não limitamos e restringimos qualquer tipo de expressão , não toleramos racismo preconceito ou qualquer outro tipo de discriminação..Obrigado Claudio Vitorino

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Aquele que acredita que o interesse coletivo está acima do interesse individual , que acredita que tudo e possível desde que tenha fé em Deus e coragem para superar os desafios...

Vida difícil? Ajude um estranho .

Pode parecer ilógico -no mínimo pouco prioritário- ajudar um estranho quando as coisas parecem confusas na nossa vida. Mas eu venho aprendendo que este é um poderoso antídoto para os dias em que tudo parece fora do lugar.

Como assim, pergunta o meu leitor mais cético? E eu explico:
Há duas situações clássicas onde podemos auxiliar uma pessoa que não conhecemos. A primeira é através de doações e gestos similares de caridade. Estes atos são maravilhosos e muito recomendáveis, mas não é deles que quero falar hoje.


Escolhi o segundo tipo: aquelas situações randômicas onde temos a oportunidade de fazer a diferença para uma pessoa desconhecida numa emergência qualquer. Na maioria das vezes, pessoas com quem esbarramos em locais públicos, envolvidas em situações que podem ir do estar atrapalhado até o precisar de mãos para apagar um incêndio.

E o que nós, imersos nas nossas próprias mazelas, distraídos por preocupações sem fim amontoadas no nosso tempo escasso, enfim, assoberbados como sempre... O que nós temos a ver com este ser humano que pode ser bom ou mau, pior, pode sequer apreciar ou reconhecer nosso esforço?


Eu vejo pelo menos seis motivos para ajudar um estranho:


1) Divergir o olhar de nossos próprios problemas
Por um momento, por menor que seja, teremos a chance de esquecer nossas preocupações.
Dedicados a resolver o problema do outro (SEMPRE mais fácil do que os nossos), descansamos nossa mente. Ganhamos energia para o próximo round de nossa própria luta.
Esta pausa pode nos dar novo fôlego ou simplesmente ser um descanso momentâneo.


2) Olhar por um outro ângulo
Vez ou outra, teremos a oportunidade de relativizar nossos próprios problemas á luz do que encontramos nestes momento. Afinal, alguns de nossos problemas não são tão grandes assim...
Uma vez ajudei Teresa, a senhora que vende balas na porta da escola de meu filho. A situação dela era impossível de ser resolvida sozinha, pois precisava “estacionar” o carrinho que havia quebrado no meio de uma rua deserta. Jamais esquecerei o olhar desesperado, a preocupação com o patrimônio em risco, com o dia de by Savings Sidekick">trabalho desperdiçado, com as providências inevitáveis e caras. E jamais me esquecerei do olhar úmido e agradecido, apesar de eu jamais ter comprado nada dela. Nem antes nem depois.
Olhei com distanciamento o problema de Teresa. E fiquei grata por não ter que trabalhar na rua, por ter tantos recursos e by Savings Sidekick">oportunidades. E agradeci por estar lá, naquela hora, na rua de pouco movimento, e poder oferecer meus braços para ela.


3) Não há antes, nem depois ...
Na intricada teia de nossos by Savings Sidekick">relacionamentos, dívidas e depósitos se amontoam. Ajudar um conhecido muitas vezes cria vínculos ou situações complexas. Ás vezes, ele espera retribuir. Outras vezes, esperamos retribuição. Se temos ressentimentos com a pessoa, ajudá-la nem sempre deixa um gosto bom na boca. Se ela tem ressentimentos conosco, fica tudo muito ruim também.
Já com estranhos são simples. É ali, naquela hora. Depois acabou. E não há antes. Que alívio!
(mas não vamos deixar de ajudar os conhecidos dentro de nossas possibilidades, hein?)


4) A gratidão pelo inesperado é deliciosa
Quem se lembra de uma vez em que recebeu uma gentileza inesperada? Não é especial? E nem sempre estamos merecendo, mal-humorados por conta do revés em questão.
Ou quando ajudamos alguém e recebemos aquele olhar espantado e feliz?
Ontem mesmo, eu estava numa fila comum de banco. Um senhor bem velhinho estava atrás de mim. Na hora em que fui chamada, pedi que ele fosse primeiro. “Mas por que, minha filha?”. “Pelos seus cabelos brancos”, respondi. Ele, agradecido, me deu uma balinha de hortelã. Tudo muito singelo, muito fácil de fazer, mas o sentimento foi boooom.


5) Quase sempre, é fácil de fazer.
Uma vez eu fiquei envolvida por uma semana com uma mãe e um bebê que vieram para São Paulo para uma cirurgia e não tinha ninguém para esperar no aeroporto. Levei para um hotel barato, acompanhei por uma semana e tive medo de estar sendo usada, reforçada pelo ceticismo de muitas pessoas ao meu redor. No final, deu tudo certo e a história era verdadeira.
Mas na maioria dos casos, não é preciso tanto risco ou tanto tempo. Uma informação; um abaixar para pegar algo que caiu; uma dica sobre um produto no supermercado. Dar o braço para um cego (nunca pegue a mão dele, deixe que ele pegue o seu braço, aprendi com meu experiente marido). Facílimo, diria o Léo. E vamos combinar, fácil é tudo que precisamos quando o dia está difícil, certo?

6) Amor, meu grande amor
Finalmente, ajudar estranhos evoca o nosso melhor eu. É comum termos sentimentos de inadequação, baixa auto-estima e insatisfação conosco quando estamos sob tempo nublado. E ajudar o outro nos lembra que somos bons e capazes. Ajudar um estranho demonstra desapego, generosidade, empatia pelo próximo. E saber que somos tudo isto quando o coração está cinza... É para olhar com orgulho no espelho, não?

Portanto, se hoje não é o seu dia... Faça o dia de alguém. E se é um dia glorioso... Vai ficar melhor!

Fonte:http://www.vivermaissimples.com/2011/03/vida-dificil-ajude-um-estranho.html

Karoline Toledo Pinto

Karoline Toledo Pinto
Karoline Agente Penitenciária a quase 10 anos , bacharelada no curso de Psicologia em uma das melhores Instituição de Ensino Superior do País , publica um importante ARTIGO SOBRE AS DOENÇAS QUE OS AGENTES PENITENCIÁRIOS DESENVOLVEM NO EXERCÍCIO DE SUAS FUNÇÕES . Aguardem em breve aqui será publicado .APESAR DAS PERSEGUIÇÕES INFUNDADAS DAS AMEAÇAS ELA VENCEU PARABÉNS KAROL SE LIBERTOU DO NOSSO MAIOR MEDO A IGNORÂNCIA CONTE COMIGO.. OBRIGADO CLAUDIO VITORINO

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