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sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Viva mais e melhor Dez conselhos para você viver mais e com mais alegria e qualidade de vida



A Ciência está conspirando a favor daqueles que envelhecem hoje, prova disso é a expectativa de vida que não para de subir. Mas o que importa mesmo é como você quer viver e aproveitar os anos que está ganhando? As escolhas que fazemos sobre o modo como levamos a vida também influenciam bastante na nossa qualidade de vida e na nossa saúde. Tudo, desde aquilo que comemos até as amizades que cultivamos têm grande importância. E para te ajudar, preparamos uma lista com dez conselhos para viver mais e melhor.

Os avanços da medicina e das condições básicas de saúde da população fazem com que a expectativa de vida aumente cada vez mais e isso está mudando um pouco a maneira como as pessoas encaram o envelhecimento. Medir a juventude de uma pessoa através da idade cronológica está valendo cada vez menos. De acordo com a doutora em Psicologia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) Fátima Niemeyer da Rocha, "se medimos a nossa idade através da nossa jovialidade, do prazer que sentimos e da busca pelos nossos objetivos, não há mais limite que separa a nossa juventude da velhice. Além disso, as pessoas também estão encarando o envelhecimento de maneira completamente diferente do que faziam na época de nossos avós. Idade não representa mais limite para nada".

Para vivermos o passar dos anos de maneira positiva, alguns fatores são essenciais e devem ser cultivados. "O primeiro deles são os relacionamentos interpessoais que cultivamos, e isso vale para qualquer fase da vida. A possibilidade de termos relacionamentos prazerosos e significativos, com companheirismo, é muito importante. A formação de uma rede social de apoio e de troca afetiva é vital para qualquer pessoa, especialmente em idade mais avançada. Também deve-se destacar a prática de atividades prazerosas e, até certo ponto, produtivas. É o lance do ócio criativo onde, ao mesmo tempo em que descansa, se diverte e cria. E, por último e não menos importante, a manutenção da saúde. Cuidar do nosso corpo garante uma boa nossa qualidade de vida daqui a alguns anos", diz Fátima.

Se você já passou dos 50 e só agora começou a se preocupar em como vai ser a sua vida daqui a 10 ou 20 anos, ainda dá tempo de correr atrás e viver mais e melhor. A psicóloga afirma que "praticar ações que melhorem a qualidade de vida é mais questão de decisão do que de momento escolhido. A hora que você decidir mudar vai ser a hora certa de fazer isso. Quanto mais cedo, melhor, evidentemente, mas isso não quer dizer que já seja tarde demais. A mudança parte do desejo e o desejo só surge quando você percebe que ela será importante para você. No entanto, é importante destacar que nenhuma mudança é fácil. Ela é espinhosa, mas o fruto compensa".

Viver mais e melhor é um tema que preocupa não só a nós, mas a comunidade científica também. Diversas pesquisas já foram desenvolvidas sobre o tema. O site americano Third Age listou o que dez pesquisas científicas concluíram sobre atitudes que podemos tomar que prometem melhorar a nossa qualidade de vida no futuro.



1. Coma direito

De acordo com um estudo publicado no "International Journal of Epidemiology", fazer uma dieta rica em vegetais e proteína magra leva a uma vida mais longa e com menor incidência de doenças cardiovasculares e câncer. Por outro lado, alta quantidade de carne vermelha, carboidratos refinados, açúcares e comidas com grande quantidade de gorduras saturadas estão associados com aumento no número de mortalidade por essas doenças.

2. Coma menos
Uma pesquisa publicada na "Rejuvenation Research" afirma que quanto menos você comer conforme envelhece, mais anos adiciona à sua vida. De acordo com o estudo, se comermos 15% a menos do que comíamos com 25 anos, poderemos adicionar 4,5 anos à vida.

3. Exercite-se
Claro, ouvimos isso sempre. Um estudo publicado no "Archives of Internal Medicine" afirma que atividade física regular retarda o processo de envelhecimento. Como exemplo, o estudo indicou que correr regularmente reduz o risco de doenças cardíacas, câncer e condições neurológicas, como o Azheimer.

4. Pare de fumar
Não é tarde demais. Se você tem dificuldade de fazer isso, fale com seu médico sobre medicamentos que podem ajudar.

5. Não durma demais
Muita atenção já foi dada à falta de sono, mas um estudo publicado no "Archives of General Psychiatry" descobriu que pessoas que dormem mais do que oito horas por noite têm taxa de mortalidade significativamente maior. Também é verdade que dormir menos de quatro horas toda noite aumenta a chance de morte prematura.

6. Cultive amizades
Diversos estudos já perceberam os benefícios da vida social na saúde e na felicidade, o que inclui maior sentimento de autovalorização. Além disso, amigos são úteis em tempos difíceis, diminuem sentimentos de depressão e ansiedade e ainda podem nos encorajar a cuidar melhor da nossa própria saúde.

7. Esqueça o pessimismo
Um estudo publicado em 2002 na "Mayo Clinic Proceedings" relatou que pessoas que esperam o pior e só veem o lado negativo das coisas não vivem tanto quanto aqueles que têm uma visão mais otimista. Outras recompensas para uma atitude mais positiva? Menos problemas com o trabalho e outras atividades diárias por causa de saúde física ou emocional, menos dor, sensação de mais energia e um estado mental mais feliz e em paz. Se você não é uma pessoa positiva naturalmente, ainda pode tentar alcançar essa atitude mais positiva tentando ver eventos ruins como apenas temporários. Diga para si mesmo: nada dura para sempre.

8. Ria alto (LOL)
Um estudo publicado no "American College of Cardiology Jornal" afirma que rir aumenta o fluxo sanguíneo em mais de 20%. Tem um efeito semelhante ao de um exercício aeróbico. Outras pesquisas sugerem que a produção de células que atacam vírus e tumores aumentam ao longo da risada. Essas células são suprimidas a longo prazo se o corpo sofre estresses constantes. Mesmo se forçar uma risada, funciona, já que o nosso corpo não consegue distinguir entre uma risada falsa e forçada.

9. Acalme a raiva
Um estudo publicado no "Archives of Internal Medicine" descobriu que aqueles que foram classificados com maior nível de raiva como resposta ao estresse estavam mais sujeitos a desenvolver doenças cardíacas prematuramente em comparação àqueles que reportaram níveis de respostas "raivosas" mais baixo.

10. Arrume um bichinho de estimação
Numerosos estudos mostram que ter um animal de estimação pode ajudar você a viver mais e sentir-se mais saudável. Os benefícios englobam reduzido risco de doença cardiovascular, bem-estar físico e psicológico, reduzidos níveis de estresse e de pressão sanguínea.

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Um espaço verdadeiramente democrático , não limitamos e restringimos qualquer tipo de expressão , não toleramos racismo preconceito ou qualquer outro tipo de discriminação..Obrigado Claudio Vitorino

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Aquele que acredita que o interesse coletivo está acima do interesse individual , que acredita que tudo e possível desde que tenha fé em Deus e coragem para superar os desafios...

Vida difícil? Ajude um estranho .

Pode parecer ilógico -no mínimo pouco prioritário- ajudar um estranho quando as coisas parecem confusas na nossa vida. Mas eu venho aprendendo que este é um poderoso antídoto para os dias em que tudo parece fora do lugar.

Como assim, pergunta o meu leitor mais cético? E eu explico:
Há duas situações clássicas onde podemos auxiliar uma pessoa que não conhecemos. A primeira é através de doações e gestos similares de caridade. Estes atos são maravilhosos e muito recomendáveis, mas não é deles que quero falar hoje.


Escolhi o segundo tipo: aquelas situações randômicas onde temos a oportunidade de fazer a diferença para uma pessoa desconhecida numa emergência qualquer. Na maioria das vezes, pessoas com quem esbarramos em locais públicos, envolvidas em situações que podem ir do estar atrapalhado até o precisar de mãos para apagar um incêndio.

E o que nós, imersos nas nossas próprias mazelas, distraídos por preocupações sem fim amontoadas no nosso tempo escasso, enfim, assoberbados como sempre... O que nós temos a ver com este ser humano que pode ser bom ou mau, pior, pode sequer apreciar ou reconhecer nosso esforço?


Eu vejo pelo menos seis motivos para ajudar um estranho:


1) Divergir o olhar de nossos próprios problemas
Por um momento, por menor que seja, teremos a chance de esquecer nossas preocupações.
Dedicados a resolver o problema do outro (SEMPRE mais fácil do que os nossos), descansamos nossa mente. Ganhamos energia para o próximo round de nossa própria luta.
Esta pausa pode nos dar novo fôlego ou simplesmente ser um descanso momentâneo.


2) Olhar por um outro ângulo
Vez ou outra, teremos a oportunidade de relativizar nossos próprios problemas á luz do que encontramos nestes momento. Afinal, alguns de nossos problemas não são tão grandes assim...
Uma vez ajudei Teresa, a senhora que vende balas na porta da escola de meu filho. A situação dela era impossível de ser resolvida sozinha, pois precisava “estacionar” o carrinho que havia quebrado no meio de uma rua deserta. Jamais esquecerei o olhar desesperado, a preocupação com o patrimônio em risco, com o dia de by Savings Sidekick">trabalho desperdiçado, com as providências inevitáveis e caras. E jamais me esquecerei do olhar úmido e agradecido, apesar de eu jamais ter comprado nada dela. Nem antes nem depois.
Olhei com distanciamento o problema de Teresa. E fiquei grata por não ter que trabalhar na rua, por ter tantos recursos e by Savings Sidekick">oportunidades. E agradeci por estar lá, naquela hora, na rua de pouco movimento, e poder oferecer meus braços para ela.


3) Não há antes, nem depois ...
Na intricada teia de nossos by Savings Sidekick">relacionamentos, dívidas e depósitos se amontoam. Ajudar um conhecido muitas vezes cria vínculos ou situações complexas. Ás vezes, ele espera retribuir. Outras vezes, esperamos retribuição. Se temos ressentimentos com a pessoa, ajudá-la nem sempre deixa um gosto bom na boca. Se ela tem ressentimentos conosco, fica tudo muito ruim também.
Já com estranhos são simples. É ali, naquela hora. Depois acabou. E não há antes. Que alívio!
(mas não vamos deixar de ajudar os conhecidos dentro de nossas possibilidades, hein?)


4) A gratidão pelo inesperado é deliciosa
Quem se lembra de uma vez em que recebeu uma gentileza inesperada? Não é especial? E nem sempre estamos merecendo, mal-humorados por conta do revés em questão.
Ou quando ajudamos alguém e recebemos aquele olhar espantado e feliz?
Ontem mesmo, eu estava numa fila comum de banco. Um senhor bem velhinho estava atrás de mim. Na hora em que fui chamada, pedi que ele fosse primeiro. “Mas por que, minha filha?”. “Pelos seus cabelos brancos”, respondi. Ele, agradecido, me deu uma balinha de hortelã. Tudo muito singelo, muito fácil de fazer, mas o sentimento foi boooom.


5) Quase sempre, é fácil de fazer.
Uma vez eu fiquei envolvida por uma semana com uma mãe e um bebê que vieram para São Paulo para uma cirurgia e não tinha ninguém para esperar no aeroporto. Levei para um hotel barato, acompanhei por uma semana e tive medo de estar sendo usada, reforçada pelo ceticismo de muitas pessoas ao meu redor. No final, deu tudo certo e a história era verdadeira.
Mas na maioria dos casos, não é preciso tanto risco ou tanto tempo. Uma informação; um abaixar para pegar algo que caiu; uma dica sobre um produto no supermercado. Dar o braço para um cego (nunca pegue a mão dele, deixe que ele pegue o seu braço, aprendi com meu experiente marido). Facílimo, diria o Léo. E vamos combinar, fácil é tudo que precisamos quando o dia está difícil, certo?

6) Amor, meu grande amor
Finalmente, ajudar estranhos evoca o nosso melhor eu. É comum termos sentimentos de inadequação, baixa auto-estima e insatisfação conosco quando estamos sob tempo nublado. E ajudar o outro nos lembra que somos bons e capazes. Ajudar um estranho demonstra desapego, generosidade, empatia pelo próximo. E saber que somos tudo isto quando o coração está cinza... É para olhar com orgulho no espelho, não?

Portanto, se hoje não é o seu dia... Faça o dia de alguém. E se é um dia glorioso... Vai ficar melhor!

Fonte:http://www.vivermaissimples.com/2011/03/vida-dificil-ajude-um-estranho.html

Karoline Toledo Pinto

Karoline Toledo Pinto
Karoline Agente Penitenciária a quase 10 anos , bacharelada no curso de Psicologia em uma das melhores Instituição de Ensino Superior do País , publica um importante ARTIGO SOBRE AS DOENÇAS QUE OS AGENTES PENITENCIÁRIOS DESENVOLVEM NO EXERCÍCIO DE SUAS FUNÇÕES . Aguardem em breve aqui será publicado .APESAR DAS PERSEGUIÇÕES INFUNDADAS DAS AMEAÇAS ELA VENCEU PARABÉNS KAROL SE LIBERTOU DO NOSSO MAIOR MEDO A IGNORÂNCIA CONTE COMIGO.. OBRIGADO CLAUDIO VITORINO

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