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quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Acabe com o estresse treinando a mente

 


O que é estresse (ou stress)

Estresse (ou stress) é um instinto. O corpo reage quando se depara com uma ameaça real ou imaginária. A pressão arterial sobe, a freqüência cardíaca aumenta, a respiração fica ofegante, os músculos ficam tensos, dá dor de barriga. Observem que eu disse ameaça real ou imaginária, você pode tanto estar sendo atacado por uma pessoa furiosa como pode estar imaginando que o namorado vai romper com você – pois você “percebeu” que ele está com um ar distante, ou imagina que o chefe vai te demitir porque esta semana ele te cobrou mais do que o normal. Independente de estas situações serem verdadeiras, se te passou pela cabeça que seu chefe vai te demitir o corpo acredita, e acreditando começará a reagir como se fosse verdade. Na realidade seu cérebro não sabe o que é real, tudo o que você pensa, como o que você vive de fato, é percebido pelo cérebro como realidade.
A repetição dessa reação do seu corpo ao estresse faz com que você produza hormônios que podem ser perigosíssimos, podem desencadear desde uma simples dor de cabeça como infarto.

Sintomas relacionados ao estresse (stress)

Os sintomas psicológicos podem ser: ansiedade, tensão, confusão, irritabilidade, frustração, ira, ressentimento, hipersensibilidade, você fica muito reativo, passa a ter dificuldade na comunicação com as pessoas, se afasta das pessoas, e o pior, se sente isolado, insatisfeito com o trabalho, com a vida, aparece a fadiga mental, prejuízo do funcionamento intelectual, perda da concentração, da espontaneidade, da criatividade e da auto estima. Enfim, você se odeia!
Os sintomas físicos do estresse: Aumento da pressão sanguínea, problemas gastrointestinais, fadiga física, sudorese, problemas de pele, dor de cabeça, distúrbios do sono, etc. Comportamento do estressado.
Sintomas comportamentais do estresse são: “Deixar para amanhã”, evitação do trabalho, você fica menos produtivo, uso e abuso do álcool e drogas tanto legais como ilegais, come em excesso, o que leva a obesidade, ou come muito pouco, depende de cada pessoa, a que costuma ter pouco apetite, em estresse esse apetite some de vez, quem tem mais apetite vira um leão pra comer, e em casos de estresse mais graves pode acontecer até tentativa de suicídio.

Estresse interno e estresse externo

O estresse (ou stress) pode vir de fora de, como por exemplo problemas com a família, trabalho, amigos, ou pode ser interno, quando se luta com um conflito emocional, por exemplo, quando a pessoa se impõe a padrões muito elevados, só se aceita se estiver tudo perfeito em sua vida, sofre um estresse que ela mesma criou. Outros conflitos emocionais são as ansiedades, frustrações, angustias, mágoas, decepções, raivas, etc.

Conseqüências do estresse (stress)

O principal hormônio envolvido nesse processo é o cortisol. Quando o estresse é passageiro a produção do cortisol é pouca, o suficiente apenas para te deixar alerta, o que é bom, porque te permite enfrentar a ameaça, mas se o estresse for crônico, todo dia, toda hora tua cabeça vive com mil preocupações como, por exemplo, você remoendo o pânico de procurar emprego, o marido que nunca chega cedo em casa, seu chefe que sempre acusa erro em seus relatórios, é essa timidez que te deixa sem graça diante das pessoas. Cada um destes eventos vai produzindo cada vez mais cortisol em seu seu organismo. O que é um perigo, tanto mental como físico, pois aumenta o risco de acumulo de gordura nas paredes das artérias, eleva a pressão arterial, enfraquece os glóbulos brancos, e com isso reduz a capacidade do organismo lutar contra as doenças. Já ouviram falar das tais doenças psicossomáticas? Do psicológico afetando o corpo? Tudo começa por aí. Você passa por problemas psicológicos, traumas, se torna emocionalmente debilitado e chega uma hora que o corpo padece também.
Depois de anos de estresse o corpo começa a desmoronar: a memória vai pro brejo, o sistema imunológico fica enfraquecido, ou seja, você fica muito mais suscetível a tudo quanto é doença e nem sabe porque, hipertensão, problemas de estomago, problemas dermatológicos, dificuldades digestivas, etc.

Porque algumas pessoas não se estressam

Tem gente que passa por fortes situações, perde um ente querido, por exemplo, e ainda assim supera, claro que com dor, luto, mas consegue levar sua vida normalmente. Não é porque a pessoa não gostava desse ente querido, gostava e muito. Tem gente que vive com a agenda lotada 14 horas por dia de obrigações, coisas pra fazer, trabalho e responsabilidades, e ainda assim vive sem estresse, enquanto outros se desestruturam totalmente. Ou seja, algumas pessoas tem boa capacidade de enfrentamento e outras não tem, ou num dado momento tem boa capacidade de enfrentamento e em outro momento já vai tudo por água abaixo.
Pode ser que o estressado nem sabe qual é a fonte de estresse, isso você percebe quando não há nada de muito ruim na sua vida, mas ainda assim está morto de cansado: “aparentemente minha vida não tem nada de catastrófico, mas eu não estou bem”. A resposta é: você não dispõe de armas pra vencer o estresse.

Porque algumas pessoas são mais estressadas que outras

Você é do jeito que é, ou seja, infeliz, entusiasmado, cismado, carrancudo, pró-ativo, enfim, tanto suas qualidades como defeitos psicológicos devido a 3 fatores:
Genética. Você é assim porque recebeu gens que determinam seu estado de humor.
Ambiente, ou seja, você é do jeito que é porque aprendeu ser assim, lhe disseram pra ser assim, “menina dê a vez para as outras pessoas” aí você aprende que você nunca tem vez, que todo mundo é mais importante que você. Aprendeu porque viu exemplos de pessoas sendo assim, viu seu pai ser demitido e ficar em casa arrasado, e com isso aprendeu que não adianta lutar, o negócio é desistir. Se você teve um pai que vivia dizendo “ninguém é amigo de ninguém, todo mundo trai quando tem uma oportunidade”, claro que você vai aprender a ser inseguro, você aprende a ter uma visão negativa a respeito das pessoas e, claro que vai aplicar nos seus relacionamentos pro resto da vida, qualquer amigo ou namorado vai viver sob seu olhar desconfiado. Enfim, a vida ensina de tudo quanto é jeito.
O terceiro fator é o mais bacana:
Você é do jeito que é por sua causa mesmo. É isso aí! Você pode contar com você pra ser o que você quiser ser. Ou seja, através de atividades intencionais você pode determinar o quanto será leve, espontâneo, e feliz.
Tenho até as proporções pra cada fator. As circunstâncias da vida, o quanto você é feliz porque teve um pai legal, uma mão carinhosa, é só 10% do seu total de felicidade. A genética é um ponto decisivo, decide 50% da sua cota de felicidade, ou seja, pode ter a vida maravilhosa que for, mas 50% da sua felicidade você já nasceu com você. Tanto é que gêmeos idênticos criados separados, sob circunstâncias bem diferentes tendem a ter um patamar de felicidade bem parecido, não importa o que tenha acontecido com eles. Mas o que normalmente se deixa de lado, e é um desperdício, são os 40% restante, que é a parte que pode ser alterado por nossas atividades, nossas atitudes intencionais. Ou seja, por mais que você acha que é infeliz por causa o seu corpo, do seu trabalho, da colega que te perturba, com o casamento. Pare! você pode mudar todo seu estado de animo com muita disciplina e autocontrole pra desaprender crenças que estão te limitando.

Enfrentar os problemas

Enfrentar significa usar uma das três saídas:
1ª superar o problema,
2ª cair fora do problema ou
3ª conviver com o problema.
Ou seja, ou você elimina o problema, ou cai fora do problema, ou aprende a conviver com ele. Isso é enfrentamento. Ex: Seu casamento está sendo um problema, mas você não consegue resolver nem consegue sair do problema (não consegue se separar), e nem dá pra aprender a conviver com ele, aí sim, chegamos no estresse. Você está num beco sem saída, está estressado.
O que fazer para combater o estresse Relaxar. Fácil falar, não? “Relaxa!” Já ouviram algo assim? É irritante, mas não deixa de ser verdadeiro, pois relaxando o corpo produz mais oxido nítrico, molécula antídoto contra o cortisol.

Como relaxar

Aprendendo a flexibilizar o pensamento. Aprender a pensar racionalmente. Aprender a resolver os problemas do dia a dia. Usar o lado esquerdo do cérebro - por mais que digam que se deve desenvolver o lado direito, que é o lado das emoções e da criatividade, na realidade o lado direito é responsável pelo descontrole emocional, quando você fortalece o lado esquerdo, que é o lado da lógica, do raciocínio, da atenção e do controle das emoções, você consegue mais equilíbrio e paz de espírito. Quando você não consegue sozinho você pode contar com o trabalho do psicólogo e da psicoterapia.

Como a psicoterapia age no combate ao estresse

Tratando a ansiedade e a depressão, ou seja tratando seu estado psicológico. A psicoterapia faz esse serviço. Tanto a Terapia Cognitiva Comportamental como a psicanálise te ensina a identificar os pensamentos automáticos destrutivos e reavaliar sua vida. Muita gente sofre por fazer uma interpretação errada das situações do dia a dia. Por exemplo, uma pessoa se acha imprestável e sofre porque vive como se isso fosse verdade, na terapia a gente tem a possibilidade de identificar de onde vem essa idéia. Será que foi da sua criação? Será que a pessoa foi passando por situações negativas e repetitivas que foram estabelecendo esquemas negativos dentro de sua mente? O psicólogo trabalha para que essas crenças disfuncionais sejam corrigidas.

Insegurança promove estresse

É preciso encontrar segurança interna. A pessoa segura não sente o estresse tão facilmente. Ser seguro é perceber-se forte e resistente às emoções destrutivas. Não falo da percepção de segurança falsa, aquela adquirida com pensamento positivo, aquela coisa de acordar olhar no espelho e repetir “você é lindo, forte e sua via é perfeita”, eu falo do pensamento racional, verdadeiro, que admite que haja adversidades, mas que você pode encará-las como oportunidade de crescimento, sempre aproveitando a vida como aprendizagem. Aprender é sempre muito mais interessante do que nunca errar, nunca se deparar com o chefe chato, com o namorado que enrola, o transito, a chuva, o medo, etc.

Estresse = desgaste psicológico

Quando entendemos as situações que produzem estresse passamos a entender o próprio desgaste psicológico. Estresse não é trabalhar muito e ficar cansado, isso você recupera numa noite bem dormida, o verdadeiro estresse é a “cabeça” cansada, a dificuldade em se tornar independente, a insegurança, a falta de auto-estima, o ciúme desproporcional e todas as situações onde você se sente vulnerável e incapaz de superar.

Como mudar seu próprio cérebro

Ao se manter o estressado você debilita seu próprio cérebro. Mas eu tenho boas noticias da neurociência, segundo neurocientistas nós podemos mudar nosso cérebro. Uma pessoa quem vem se sentindo estressado, de mal com a vida, irritado, depressivo, sem animo, pode mudar isso tudo de forma voluntária e intencional.

O que é mente e o que é cérebro

Cérebro é a parte física, é essa massa cinzenta que você tem aí dentro da sua caixa craniana que pesa um pouco mais de um quilo. É o tecido biológico. A mente é o resultado do funcionamento do cérebro, são os pensamentos, os sentimentos, e as emoções. É como se o cérebro fosse o hardware, e a mente o software. Mas a diferença da sua cabeça pra um computador é que seu software não pode alterar o hardware, ou seja, o programa não pode mudar a máquina, coisa que é possível entre a mente e o cérebro.
Vou explicar. Por exemplo, tem um problema no trabalho e já começa a pensar: “vou ser demitido, nunca vou conseguir as coisas, nada dá certo na minha vida”. Quando essa pessoa altera os padrões disfuncionais de pensamento, como faz a TCC, Terapia Cognitiva Comportamental, e passa a pensar diferente: “Isso é só um obstáculo, posso muito bem aprender a contornar essa dificuldade no trabalho, pesquisar novas técnicas para aplicar em meu trabalho como outras pessoas já fizeram e tiveram até promoção”. Ao desenvolver esse novo padrão de pensamento a parte do seu cérebro que gerava pensamentos obsessivos é reduzido, e a parte que gera emoções positivas aumenta. Isso prova que há uma conexão entre a região responsável pelos pensamentos e a região encarregada das emoções. Quando você muda seus pensamentos você muda seus sentimentos, e essa mudança é visível no cérebro, estruturalmente seu cérebro mudou.

Desenvolvendo Recursos Pessoais

Um dos recursos pessoais mais importantes é o senso de auto-eficácia. Auto-eficácia significa que você acredita em si mesmo, você percebe que tem condições de enfrentar ou resolver seus próprios problemas. O senso de auto-eficácia pode ser adquirido naturalmente, ou seja, os sucessos que você teve no passado te oferecem base para perceber que poderá se sair bem nas próximas situações problemáticas da vida.
Quando a pessoa fracassa em algum momento da vida tende a considerar que suas novas tentativas também vão dar em fracasso, o que não é verdade necessariamente, mas por não acreditar em si mesmo (não desenvolver o senso de auto-eficácia) nem tentará resolver o novo problema, o problema cresce, e pronto! Virou uma profecia que se auto realizou. Tanto ela achou que a coisa não daria certo que não deu mesmo. E o interessante é que ela nem percebe que foi ela que fez a coisa dar errado, foi sua falta de iniciativa de pelo menos tentar.
Quanto mais fraco for o senso de auto-eficácia de uma pessoa, menos ela vai enfrentar os problemas e mais estressada ficará. Auto-eficácia é como uma lupa, se você a usar direito você vai usar a lente de aumento e verá tudo de forma mais clara, tudo maior, mas se usar a lupa do lado contrário tudo fica muito difícil de ver. Auto eficaz é a pessoa que vê sua capacidade com a lente de aumento, e olha para os problemas com o lado que diminui. O estressado já olha os problemas pela lente de aumento, e mesmo sendo problemas pequenos ele os vê como insolúveis, insuperáveis.
Mesmo que a pessoa não tenha adquirido este senso naturalmente com a vida, ainda assim é possível desenvolve-lo através do trabalho do psicólogo, em psicoterapia.

Conclusão

Você pode se treinar a se sentir melhor, independente do que esteja acontecendo na sua vida. O seu cérebro vai acompanhar esse treino e vai se alterar. Você vai funcionar diferente. Quer ver um exemplo. Monges budistas, que treinam meditação muito intensamente trabalhando a compaixão tem a parte do cérebro responsável pela empatia e pelo altruísmo bem aumentada, esse é o lado esquerdo do cérebro.
As conexões entre as células nervosas ficam mais fortes, é como quando você faz musculação, as conexões entre as fibras do músculo do seu braço ficam mais fortes. Mudar os pensamentos é como fazer musculação no seu cérebro. Acabei de provar pra vocês que é possível aumentar o seu bem estar por meio de treino mental. A palavra chave é intenção, você pode mudar se trabalhar intencionalmente pra essa finalidade.
A decisão de ser feliz está em suas mãos. O estado mental está sob nosso controle. Ele pode ser mudado com treinamento. A ciência está estudando quais exercícios mentais diminuem o sofrimento e eu sou uma das maiores entusiastas destes estudos e estou alerta a cada pesquisa publicada e não perco uma.


Fonte:http://www.marisapsicologa.com.br/acabe-com-o-estresse-treinando-a-mente.html

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Um espaço verdadeiramente democrático , não limitamos e restringimos qualquer tipo de expressão , não toleramos racismo preconceito ou qualquer outro tipo de discriminação..Obrigado Claudio Vitorino

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Aquele que acredita que o interesse coletivo está acima do interesse individual , que acredita que tudo e possível desde que tenha fé em Deus e coragem para superar os desafios...

Vida difícil? Ajude um estranho .

Pode parecer ilógico -no mínimo pouco prioritário- ajudar um estranho quando as coisas parecem confusas na nossa vida. Mas eu venho aprendendo que este é um poderoso antídoto para os dias em que tudo parece fora do lugar.

Como assim, pergunta o meu leitor mais cético? E eu explico:
Há duas situações clássicas onde podemos auxiliar uma pessoa que não conhecemos. A primeira é através de doações e gestos similares de caridade. Estes atos são maravilhosos e muito recomendáveis, mas não é deles que quero falar hoje.


Escolhi o segundo tipo: aquelas situações randômicas onde temos a oportunidade de fazer a diferença para uma pessoa desconhecida numa emergência qualquer. Na maioria das vezes, pessoas com quem esbarramos em locais públicos, envolvidas em situações que podem ir do estar atrapalhado até o precisar de mãos para apagar um incêndio.

E o que nós, imersos nas nossas próprias mazelas, distraídos por preocupações sem fim amontoadas no nosso tempo escasso, enfim, assoberbados como sempre... O que nós temos a ver com este ser humano que pode ser bom ou mau, pior, pode sequer apreciar ou reconhecer nosso esforço?


Eu vejo pelo menos seis motivos para ajudar um estranho:


1) Divergir o olhar de nossos próprios problemas
Por um momento, por menor que seja, teremos a chance de esquecer nossas preocupações.
Dedicados a resolver o problema do outro (SEMPRE mais fácil do que os nossos), descansamos nossa mente. Ganhamos energia para o próximo round de nossa própria luta.
Esta pausa pode nos dar novo fôlego ou simplesmente ser um descanso momentâneo.


2) Olhar por um outro ângulo
Vez ou outra, teremos a oportunidade de relativizar nossos próprios problemas á luz do que encontramos nestes momento. Afinal, alguns de nossos problemas não são tão grandes assim...
Uma vez ajudei Teresa, a senhora que vende balas na porta da escola de meu filho. A situação dela era impossível de ser resolvida sozinha, pois precisava “estacionar” o carrinho que havia quebrado no meio de uma rua deserta. Jamais esquecerei o olhar desesperado, a preocupação com o patrimônio em risco, com o dia de by Savings Sidekick">trabalho desperdiçado, com as providências inevitáveis e caras. E jamais me esquecerei do olhar úmido e agradecido, apesar de eu jamais ter comprado nada dela. Nem antes nem depois.
Olhei com distanciamento o problema de Teresa. E fiquei grata por não ter que trabalhar na rua, por ter tantos recursos e by Savings Sidekick">oportunidades. E agradeci por estar lá, naquela hora, na rua de pouco movimento, e poder oferecer meus braços para ela.


3) Não há antes, nem depois ...
Na intricada teia de nossos by Savings Sidekick">relacionamentos, dívidas e depósitos se amontoam. Ajudar um conhecido muitas vezes cria vínculos ou situações complexas. Ás vezes, ele espera retribuir. Outras vezes, esperamos retribuição. Se temos ressentimentos com a pessoa, ajudá-la nem sempre deixa um gosto bom na boca. Se ela tem ressentimentos conosco, fica tudo muito ruim também.
Já com estranhos são simples. É ali, naquela hora. Depois acabou. E não há antes. Que alívio!
(mas não vamos deixar de ajudar os conhecidos dentro de nossas possibilidades, hein?)


4) A gratidão pelo inesperado é deliciosa
Quem se lembra de uma vez em que recebeu uma gentileza inesperada? Não é especial? E nem sempre estamos merecendo, mal-humorados por conta do revés em questão.
Ou quando ajudamos alguém e recebemos aquele olhar espantado e feliz?
Ontem mesmo, eu estava numa fila comum de banco. Um senhor bem velhinho estava atrás de mim. Na hora em que fui chamada, pedi que ele fosse primeiro. “Mas por que, minha filha?”. “Pelos seus cabelos brancos”, respondi. Ele, agradecido, me deu uma balinha de hortelã. Tudo muito singelo, muito fácil de fazer, mas o sentimento foi boooom.


5) Quase sempre, é fácil de fazer.
Uma vez eu fiquei envolvida por uma semana com uma mãe e um bebê que vieram para São Paulo para uma cirurgia e não tinha ninguém para esperar no aeroporto. Levei para um hotel barato, acompanhei por uma semana e tive medo de estar sendo usada, reforçada pelo ceticismo de muitas pessoas ao meu redor. No final, deu tudo certo e a história era verdadeira.
Mas na maioria dos casos, não é preciso tanto risco ou tanto tempo. Uma informação; um abaixar para pegar algo que caiu; uma dica sobre um produto no supermercado. Dar o braço para um cego (nunca pegue a mão dele, deixe que ele pegue o seu braço, aprendi com meu experiente marido). Facílimo, diria o Léo. E vamos combinar, fácil é tudo que precisamos quando o dia está difícil, certo?

6) Amor, meu grande amor
Finalmente, ajudar estranhos evoca o nosso melhor eu. É comum termos sentimentos de inadequação, baixa auto-estima e insatisfação conosco quando estamos sob tempo nublado. E ajudar o outro nos lembra que somos bons e capazes. Ajudar um estranho demonstra desapego, generosidade, empatia pelo próximo. E saber que somos tudo isto quando o coração está cinza... É para olhar com orgulho no espelho, não?

Portanto, se hoje não é o seu dia... Faça o dia de alguém. E se é um dia glorioso... Vai ficar melhor!

Fonte:http://www.vivermaissimples.com/2011/03/vida-dificil-ajude-um-estranho.html

Karoline Toledo Pinto

Karoline Toledo Pinto
Karoline Agente Penitenciária a quase 10 anos , bacharelada no curso de Psicologia em uma das melhores Instituição de Ensino Superior do País , publica um importante ARTIGO SOBRE AS DOENÇAS QUE OS AGENTES PENITENCIÁRIOS DESENVOLVEM NO EXERCÍCIO DE SUAS FUNÇÕES . Aguardem em breve aqui será publicado .APESAR DAS PERSEGUIÇÕES INFUNDADAS DAS AMEAÇAS ELA VENCEU PARABÉNS KAROL SE LIBERTOU DO NOSSO MAIOR MEDO A IGNORÂNCIA CONTE COMIGO.. OBRIGADO CLAUDIO VITORINO

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