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quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Para uma vida saudável



Hábitos saudáveis, alimentação equilibrada, cabeça no lugar... veja abaixo dicas sobre como melhorar sua condição física e de saúde.

Segundo o dicionário Houaiss, "saudável" é tudo que traz benefícios à saúde. Então, pare e pense. Seus hábitos alimentares e sua freqüência na prática de exercícios permitem que você qualifique sua vida como "saudável"? No seu caso, quem vence o embate entre aquela feijoada do restaurante perto do serviço e o sentido de auto-preservação? Brincadeiras à parte, a preocupação com a qualidade de vida tem sido um tema recorrente para grande parte das pessoas.

No entanto, definir o conceito de "vida saudável" não é das tarefas mais fáceis. Em linhas gerais, especialistas de diversas áreas do conhecimento concordam que para se alcançar este ideal de saúde é preciso combinar diversos fatores, como alimentação equilibrada, atividade física freqüente e prevenção de doenças. O que não é uma tarefa fácil, em especial nos tempos de hoje. A combinação da falta de tempo com o estresse, gera um efeito negativo até mesmo na iniciativa de alguém que pretende mudar seu estilo de vida.

"Na verdade, a definição ideal é criar um ´contexto` de vida saudável", afirma o fisiologista e professor da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), Miguel Arruda. Isso significa criar condições para ampliar a qualidade de vida - não apenas melhorando a condição fisio-biológica, mas também psicológica, reduzindo o estresse provocado pela forte rotina de trabalhos e estudos. Não tenha dúvida de que não é dos caminhos mais fáceis. Mudar hábitos e reorganizar a rotina exige dedicação e disciplina.

"É uma barreira difícil de ser quebrada, um momento de adaptação psicológica e comportamental", diz Arruda. Mas, apesar de os resultados não surgirem em curto prazo, eles certamente vêm. O reflexo pode ser conferido no aumento da resistência a doenças, melhora no desempenho físico e redução do estresse. O importante é dar o passo inicial: "É um círculo vicioso. A pessoa aumenta o estresse, não tem tempo para fazer exercícios, não come direito... precisa arrumar tempo para a atividade física, para se cuidar. Não pode achar que está desperdiçando tempo. Esse tempo vai reverter em benefícios para todas as outras atividades, que serão melhoradas", conclui Arruda.

Confira abaixo alguns conceitos, dicas e recomendações sobre o principal "tripé" de uma vida saudável - Exercícios regulares, Alimentação equilibrada e Preparo psicológico:

Atividade física - o importante é a regularidade

Um dos principais pilares de uma vida saudável é a prática de exercícios. Esse conceito, no entanto, não é simples como a maioria das pessoas pensa. Não adianta jogar um futebolzinho aos sábados e achar que a situação está resolvida. O importante é criar uma rotina para que o corpo seja constantemente estimulado pela atividade física. "A falta de atividade física reduz a qualidade dos órgãos. Hoje, o sedentarismo é mais grave do que há algumas décadas porque alguns agravantes se intensificaram, como o estresse", explica o professor do curso de Fisioterapia da Unicid (Universidade da Cidade de São Paulo), Sérgio de Souza.

Se você está decidido a ter uma rotina saudável, tenha calma para dosar a intensidade dos seus exercícios. Atividade física em excesso pode ser tão superficial quanto a ausência da mesma. "O que importa é a freqüência durante a semana, não o volume praticado. Em alguns casos, as pessoas acham que vale fazer um único dia e uma carga horária grande. Não é interessante. É melhor fazer mais dias na semana em quantidades menores", diz Arruda."Isso é importante porque estimula o organismo mais vezes durante a semana e gera o que se chama de mecanismo de adaptação orgânica."

Para que o corpo possa apresentar resultados efetivos, é preciso que seja constantemente estimulado a fazer exercícios. "Quando se aplica um estímulo no corpo, ele fica suscetível a uma repetição. Se você não mantém, ele desce para um nível mais baixo que o inicial. É o que acontece com o ´atleta de final de semana`. Ele não melhora sua condição física porque o estímulo é baixo", diz Arruda. "O ideal para jovens, seria, pelo menos, quatro sessões semanais de atividade física. Mas isso também depende do tipo de pessoa e do que ele espera dessa melhora de saúde", complementa Souza.

Essa prática regular, no entanto, exige força de vontade dos interessados. Não há fórmula mágica. Você pode escolher o exercício que mais se adapta ao seu interesse e à sua necessidade. "Não há uma fórmula para ser repetida. Houve um tempo em que se exaltava a caminhada, depois a corrida, depois os esportes aquáticos. Na verdade, todos são bons. O que precisa é destinar tempo e vontades exclusivos para determinada atividade física", encerra Arruda.

Alimentação - vale o equilíbrio e o cuidado

Como no caso dos exercícios, na alimentação o principal destaque é para a regularidade. Pessoas que não tomam café da manhã, em geral, tendem a passar dos limites no almoço. "Alimentação saudável é algo que deve ser distribuído por várias refeições no dia. Não apenas o desjejum, o almoço e o jantar, as refeições principais, mas também em refeições intermediárias. Ou seja, distribuir alimentos saudáveis, de uma forma equilibrada, em três refeições centrais e, no mínimo, duas intermediárias", diz a professora do departamento de nutrição da Universidade Anhembi-Morumbi, Avany Maria Bon.

Além disso, cada refeição deve ser pensada de maneira a oferecer um prato equilibrado para as necessidades do corpo humano. Nas refeições principais, vale combinar alimentos mais que atendem a questões fundamentais, como os carboidratos, responsáveis pela energia. Nas intermediárias, a opção é por alimentos mais leves, como leite e seus derivados. Confira abaixo dicas da professora Avany para a composição das refeições principais (o recomendado é um de cada tipo):
Fonte de energia - opte por um alimento rico em carboidrato, dando preferência aos alimentos integrais: arroz integral, pão integral, aveia. Utilize com menor freqüência os alimentos sem fibras, como batata, mandioca e açúcar. Dê menos preferência ainda para as gorduras, principalmente animais (embora sendo energéticas, não devem ser incluídas). Dentre as estas, ainda vale o azeite, que é de boa qualidade e menos prejudicial.
Proteínas - Os alimentos ricos em proteínas podem ser divididos em dois grupos. O primeiro agrupa carnes, ovos e leguminosos. O segundo tem o leite e seus derivados, como o queijo e o iogurte. Esses grupos são divididos porque o primeiro possui proteínas e ferro enquanto e o segundo combina proteínas e cálcio.
Elemento regulador - Alimentos ricos em vitaminas, minerais, fibras e água. Nesse grupo entram as frutas e hortaliças em geral. Esse grupo é fundamental e deve estar sempre presente nas refeições principais.

"Alimentação saudável significa redução do açúcar ao mínimo possível, o mesmo valendo para gorduras animais. Aumentar o consumo de hortaliças e frutas e dar preferência a alimentos integrais", resume Avany, que dá uma dica interessante. Segundo ela, comer uma castanha do Pará por dia ajuda a equilibrar a saúde. "A castanha tem um alto teor de selênio, que é um mineral e anti-oxidante importante. E ainda possui apenas gorduras de boa qualidade."

Psicológico - um tempo para equilibrar a "cabeça"

De nada adianta, no entanto, o esforço centrado nos eixos anteriores se a sua condição psicológica não estiver estabilizada. Com as mudanças nas relações de trabalho, as pessoas têm vivido muito mais sob pressão. "O que mais preocupa as pessoas atualmente é a questão do estresse. A cobrança no trabalho, no cursinho, da família, em atividades esportivas, na rotina. E isso se apresenta em diversas formas, como a violência, o desemprego. Esse estresse diário é o que mais compromete, inclusive os jovens", diz Souza.

Portanto, cada atividade sua deve ser pensada para garantir qualidade também neste ponto. Não adianta ir caminhando até o banco para fazer sua atividade física diária enquanto pensa nos problemas, ou teme por um assalto. Da mesma forma, nem pense em fazer um almoço equilibrado em cinco minutos para poder retomar as coisas que estava fazendo. Distribuir o tempo e reorganizar sua rotina é o passo inicial para ganhar em qualidade de vida. Pense que este investimento de tempo refletirá diretamente no desempenho das demais atividades.

"A pessoa precisa se obrigar a fazer as refeições principais e ainda comer algo no intervalo. Tem que reservar um tempo seu. Necessita de, pelo menos, meia hora para sentar, comer com calma, mastigar direito", diz Avany. "É obrigatório colocar tudo em uma programação. Separar um tempo seu. A atividade física não tem só o efeito biológico, mas possui um efeito catártico que se enquadra perfeitamente no desejo de vida saudável", finaliza Arruda. 



Fonte:http://www.naturalnet.com.br/Index9-8.html

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Aquele que acredita que o interesse coletivo está acima do interesse individual , que acredita que tudo e possível desde que tenha fé em Deus e coragem para superar os desafios...

Vida difícil? Ajude um estranho .

Pode parecer ilógico -no mínimo pouco prioritário- ajudar um estranho quando as coisas parecem confusas na nossa vida. Mas eu venho aprendendo que este é um poderoso antídoto para os dias em que tudo parece fora do lugar.

Como assim, pergunta o meu leitor mais cético? E eu explico:
Há duas situações clássicas onde podemos auxiliar uma pessoa que não conhecemos. A primeira é através de doações e gestos similares de caridade. Estes atos são maravilhosos e muito recomendáveis, mas não é deles que quero falar hoje.


Escolhi o segundo tipo: aquelas situações randômicas onde temos a oportunidade de fazer a diferença para uma pessoa desconhecida numa emergência qualquer. Na maioria das vezes, pessoas com quem esbarramos em locais públicos, envolvidas em situações que podem ir do estar atrapalhado até o precisar de mãos para apagar um incêndio.

E o que nós, imersos nas nossas próprias mazelas, distraídos por preocupações sem fim amontoadas no nosso tempo escasso, enfim, assoberbados como sempre... O que nós temos a ver com este ser humano que pode ser bom ou mau, pior, pode sequer apreciar ou reconhecer nosso esforço?


Eu vejo pelo menos seis motivos para ajudar um estranho:


1) Divergir o olhar de nossos próprios problemas
Por um momento, por menor que seja, teremos a chance de esquecer nossas preocupações.
Dedicados a resolver o problema do outro (SEMPRE mais fácil do que os nossos), descansamos nossa mente. Ganhamos energia para o próximo round de nossa própria luta.
Esta pausa pode nos dar novo fôlego ou simplesmente ser um descanso momentâneo.


2) Olhar por um outro ângulo
Vez ou outra, teremos a oportunidade de relativizar nossos próprios problemas á luz do que encontramos nestes momento. Afinal, alguns de nossos problemas não são tão grandes assim...
Uma vez ajudei Teresa, a senhora que vende balas na porta da escola de meu filho. A situação dela era impossível de ser resolvida sozinha, pois precisava “estacionar” o carrinho que havia quebrado no meio de uma rua deserta. Jamais esquecerei o olhar desesperado, a preocupação com o patrimônio em risco, com o dia de by Savings Sidekick">trabalho desperdiçado, com as providências inevitáveis e caras. E jamais me esquecerei do olhar úmido e agradecido, apesar de eu jamais ter comprado nada dela. Nem antes nem depois.
Olhei com distanciamento o problema de Teresa. E fiquei grata por não ter que trabalhar na rua, por ter tantos recursos e by Savings Sidekick">oportunidades. E agradeci por estar lá, naquela hora, na rua de pouco movimento, e poder oferecer meus braços para ela.


3) Não há antes, nem depois ...
Na intricada teia de nossos by Savings Sidekick">relacionamentos, dívidas e depósitos se amontoam. Ajudar um conhecido muitas vezes cria vínculos ou situações complexas. Ás vezes, ele espera retribuir. Outras vezes, esperamos retribuição. Se temos ressentimentos com a pessoa, ajudá-la nem sempre deixa um gosto bom na boca. Se ela tem ressentimentos conosco, fica tudo muito ruim também.
Já com estranhos são simples. É ali, naquela hora. Depois acabou. E não há antes. Que alívio!
(mas não vamos deixar de ajudar os conhecidos dentro de nossas possibilidades, hein?)


4) A gratidão pelo inesperado é deliciosa
Quem se lembra de uma vez em que recebeu uma gentileza inesperada? Não é especial? E nem sempre estamos merecendo, mal-humorados por conta do revés em questão.
Ou quando ajudamos alguém e recebemos aquele olhar espantado e feliz?
Ontem mesmo, eu estava numa fila comum de banco. Um senhor bem velhinho estava atrás de mim. Na hora em que fui chamada, pedi que ele fosse primeiro. “Mas por que, minha filha?”. “Pelos seus cabelos brancos”, respondi. Ele, agradecido, me deu uma balinha de hortelã. Tudo muito singelo, muito fácil de fazer, mas o sentimento foi boooom.


5) Quase sempre, é fácil de fazer.
Uma vez eu fiquei envolvida por uma semana com uma mãe e um bebê que vieram para São Paulo para uma cirurgia e não tinha ninguém para esperar no aeroporto. Levei para um hotel barato, acompanhei por uma semana e tive medo de estar sendo usada, reforçada pelo ceticismo de muitas pessoas ao meu redor. No final, deu tudo certo e a história era verdadeira.
Mas na maioria dos casos, não é preciso tanto risco ou tanto tempo. Uma informação; um abaixar para pegar algo que caiu; uma dica sobre um produto no supermercado. Dar o braço para um cego (nunca pegue a mão dele, deixe que ele pegue o seu braço, aprendi com meu experiente marido). Facílimo, diria o Léo. E vamos combinar, fácil é tudo que precisamos quando o dia está difícil, certo?

6) Amor, meu grande amor
Finalmente, ajudar estranhos evoca o nosso melhor eu. É comum termos sentimentos de inadequação, baixa auto-estima e insatisfação conosco quando estamos sob tempo nublado. E ajudar o outro nos lembra que somos bons e capazes. Ajudar um estranho demonstra desapego, generosidade, empatia pelo próximo. E saber que somos tudo isto quando o coração está cinza... É para olhar com orgulho no espelho, não?

Portanto, se hoje não é o seu dia... Faça o dia de alguém. E se é um dia glorioso... Vai ficar melhor!

Fonte:http://www.vivermaissimples.com/2011/03/vida-dificil-ajude-um-estranho.html

Karoline Toledo Pinto

Karoline Toledo Pinto
Karoline Agente Penitenciária a quase 10 anos , bacharelada no curso de Psicologia em uma das melhores Instituição de Ensino Superior do País , publica um importante ARTIGO SOBRE AS DOENÇAS QUE OS AGENTES PENITENCIÁRIOS DESENVOLVEM NO EXERCÍCIO DE SUAS FUNÇÕES . Aguardem em breve aqui será publicado .APESAR DAS PERSEGUIÇÕES INFUNDADAS DAS AMEAÇAS ELA VENCEU PARABÉNS KAROL SE LIBERTOU DO NOSSO MAIOR MEDO A IGNORÂNCIA CONTE COMIGO.. OBRIGADO CLAUDIO VITORINO

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