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sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Humor a mil Oito dicas para afastar o mau humor no inverno e encarar o frio com alegria



Tem dias que nada dá certo: noite mal dormida, trânsito, filas, problemas. Nesses dias, nem as coisas que geralmente lhe dão prazer conseguem afastar o mau humor. E esses dias são mais frequentes no inverno, quando a temperatura cai e parece que leva com ela o sorriso e o bem estar. Entenda a origem do mau humor e o papel da estação do ano no seu estado de espírito para, então, driblar a carranca de deixar o humor a mil.

Uma coisa é ter uma manhã ou o dia inteiro mal humorado, mas alimentar esse sentimento não é nada saudável. De acordo com a psicóloga e psicoterapeuta existencial Fernanda Estevão Soares Thomaz, "diversos fatores podem desencadear o mau humor. O estresse, o clima, insônia, dor e má alimentação são alguns exemplos. É comum vermos pessoas ‘presas’ neste estado de mau humor, reclamando, o que torna os problemas maiores do que realmente são. Ficar de ‘mal com o mundo’ não resolve, ao contrário, vira um círculo vicioso, onde quanto mais se reclama, menos se resolve e então se tem mais motivos para novas reclamações".

Talvez você não saiba, mas existe uma relação entre o clima e os hormônios, responsáveis pelo humor. "Durante as altas temperaturas, com maior exposição aos raios solares, há um aumento da produção de serotonina, dopamina e melatonina, substâncias estas responsáveis pelo bom humor, energia e regulação do sono. Já durante o outono e inverno, onde as temperaturas são mais baixas e as noites mais longas, a produção das substâncias responsáveis pelo bom humor são menores e, além disso, há um processo de retraimento, levando as pessoas a ficarem mais em casa, restringindo-se muitas vezes do convívio social. Assim, é comum durante este período do ano haver um aumento de relatos de pessoas com sintomas depressivos", exemplifica Fernanda.

A imagem daquele senhor carrancudo e de mal com a vida não condiz mais com a maturidade de hoje, que está mais saudável e feliz. Segundo Fernanda, "diria que os idosos que vivem isolados da sociedade, dependentes física, mental, afetiva e socioeconomicamente, estão, sim, mais sujeitos a sofrerem com o mau humor. Porém isto está mudando. Hoje, há trabalhos de prevenção com pessoas acima dos 50 anos, que incluem exames de saúde, além de atividades físicas que promovem o convívio social e também o fortalecimento de suas capacidades cognitivas e motoras. Este tipo de trabalho proporciona ao jovem idoso e ao idoso um envelhecer mais saudável, com mais autonomia e autoestima".

Sempre existirão aqueles dias em que as coisas não estão tão legais e o bom humor dá espaço a impaciência. E acredite, isso é normal. "Somos humanos e é natural que sintamos todos os tipos de sentimentos, inclusive o mau humor. Porém, não é natural viver sempre mal humorado. Nos meses mais frios, apesar de ser comum sentir aquela preguiça e vontade de não fazer nada, cabe a cada um escolher buscar atividades que lhe sejam positivas e se movimentar, trazendo energia e movimento à vida. No caso do mau humor relacionado ao cotidiano, este pode ser considerado positivo se pensado que está mostrando algo que incomoda, irrita, não lhe faz bem. A partir daí cabe a cada um buscar mudanças. É bom ter em mente que sempre podemos fazer escolhas, mudar e achar caminhos, mas isto depende primeiramente de nós mesmos", conclui a psicóloga.

Quem, apesar de saber que levar a vida com bom humor e leveza é muito mais fácil, ainda assim sentir dificuldade de manter um sorriso no rosto, a psicóloga Denise Pará Diniz listou, no site Minha Vida, oito dicas fundamentais para manter seu humor a mil



1. Acorde motivado

Em vez de imaginar como seria bom se você tivesse mais cinco minutinhos de sono, imagine que algo incrível pode acontecer naquele dia. É em datas comuns que as pessoas são promovidas ou conhecem um parceiro para toda a vida. Mais do que isso, pense que vale a pena viver. Cada dia traz uma nova oportunidade para vivenciar experiências produtivas, observa Denise.

2. Não caia na tentação de hibernar
Muitas pessoas se deixam vencer pela preguiça que acompanha o frio e cancelam compromissos com amigos e parentes. Entretanto, como alerta Denise, "manter o convívio social é extremamente importante não só para levantar o ânimo, mas também para encerrar o dia com a consciência de que ele foi produtivo". Permanecer em casa esporadicamente é gostoso, mas dependendo da frequência pode levar à monotonia.



3. Aproveite o sol

Já foi comprovada a relação da serotinina com o humor. Esse neurotransmissor é responsável por liberar diversos hormônios que regulam - entre outras coisas - o sono, o apetite e o humor. Pessoas com depressão, por exemplo, têm níveis baixíssimos de serotonina no sistema nervoso, explica Denise. O que isso tem a ver com o sol? Tudo! A falta de luminosidade ativa uma proteína que bloqueia a ação desse neurotransmissor, impedindo a sua atuação e fazendo com que fiquemos mais tristes e irritados. Portanto, qualquer oportunidade de tomar sol deve ser aproveitada, seja em uma caminhada matinal ou durante o horário de almoço do trabalho.

4. Continue a fazer exercícios
Se o frio é um fator desestimulante para quem vai à academia, talvez seja o momento de renovar o treino. Novos exercícios podem funcionar como incentivo por quebrar a rotina. Outra possibilidade é investir em uma atividade física diferente, como algum tipo de dança ou arte marcial. "O importante é não ficar parado, senão o corpo diminui a produção de serotonina", alerta a psicóloga. Se a academia não funcionar, adote o hábito de ir a pé ao supermercado ou acordar mais cedo para fazer uma caminhada.

5. Use a criatividade
É inevitável que passemos mais dias dentro de casa no inverno. Por isso, seja criativo e mantenha-se ativo mesmo nos limites do lar. Criar jogos interativos com os netos, tirar o dia para cozinhar, assistir filmes e ler livros são apenas algumas das sugestões que Denise recomenda. Não desperdice o seu tempo mudando o canal da TV freneticamente ou tirando cochilos sem nem mesmo estar com sono.

6. Cuide do lar
Para algumas pessoas, problemas respiratórios são infalíveis com a chegada do inverno. O que nem todas elas sabem é que parte do problema pode estar dentro de casa. A começar pela falta de ventilação. Com o objetivo de manter os cômodos menos gelados, portas e janelas permanecem fechadas o dia todo, promovendo a concentração de vírus e bactérias, explica o otorrinolaringologista Silvio Keniti Iwamura. Assim, manter a casa arejada é essencial. Mas não exagere. Silvio alerta que o excesso de limpeza também não é recomendado. O uso de produtos muito fortes como água sanitária e alguns alvejantes pode incomodar o aparelho respiratório.

7. Controle a vontade de comer
"Ter autocontrole para não sair comprando ou devorando alimentos que combinam perfeitamente com o inverno, como chocolate, é uma questão de treino", conta Denise. Portanto, o frio não é desculpa para quebrar a dieta. É realmente tentador encher o prato de coisas quentes, deixando de lado frutas, legumes e verduras. Lembre-se, entretanto, que logo mais chegará o verão e, por certo, você vai desejar estar com o corpo em forma.

8. Abuse da água
O inverno tende a ser uma estação em que o ar fica mais seco. Por isso, hidratar-se é essencial. Isso não quer dizer apenas que você deve tomar mais água, mas também que deve tentar deixar o ambiente em que está mais úmido. Para isso, há diversas técnicas, desde a bacia de água até a toalha molhada. Entretanto, como a evaporação não é tão grande quanto no verão, o mais recomendado é utilizar um umidificador. "Ele não deve ficar ligado por mais de duas ou três horas, pois se o ar ficar muito úmido ele irá favorecer a proliferação de fungos", completa o otorrinolaringologista.

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Um espaço verdadeiramente democrático , não limitamos e restringimos qualquer tipo de expressão , não toleramos racismo preconceito ou qualquer outro tipo de discriminação..Obrigado Claudio Vitorino

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Aquele que acredita que o interesse coletivo está acima do interesse individual , que acredita que tudo e possível desde que tenha fé em Deus e coragem para superar os desafios...

Vida difícil? Ajude um estranho .

Pode parecer ilógico -no mínimo pouco prioritário- ajudar um estranho quando as coisas parecem confusas na nossa vida. Mas eu venho aprendendo que este é um poderoso antídoto para os dias em que tudo parece fora do lugar.

Como assim, pergunta o meu leitor mais cético? E eu explico:
Há duas situações clássicas onde podemos auxiliar uma pessoa que não conhecemos. A primeira é através de doações e gestos similares de caridade. Estes atos são maravilhosos e muito recomendáveis, mas não é deles que quero falar hoje.


Escolhi o segundo tipo: aquelas situações randômicas onde temos a oportunidade de fazer a diferença para uma pessoa desconhecida numa emergência qualquer. Na maioria das vezes, pessoas com quem esbarramos em locais públicos, envolvidas em situações que podem ir do estar atrapalhado até o precisar de mãos para apagar um incêndio.

E o que nós, imersos nas nossas próprias mazelas, distraídos por preocupações sem fim amontoadas no nosso tempo escasso, enfim, assoberbados como sempre... O que nós temos a ver com este ser humano que pode ser bom ou mau, pior, pode sequer apreciar ou reconhecer nosso esforço?


Eu vejo pelo menos seis motivos para ajudar um estranho:


1) Divergir o olhar de nossos próprios problemas
Por um momento, por menor que seja, teremos a chance de esquecer nossas preocupações.
Dedicados a resolver o problema do outro (SEMPRE mais fácil do que os nossos), descansamos nossa mente. Ganhamos energia para o próximo round de nossa própria luta.
Esta pausa pode nos dar novo fôlego ou simplesmente ser um descanso momentâneo.


2) Olhar por um outro ângulo
Vez ou outra, teremos a oportunidade de relativizar nossos próprios problemas á luz do que encontramos nestes momento. Afinal, alguns de nossos problemas não são tão grandes assim...
Uma vez ajudei Teresa, a senhora que vende balas na porta da escola de meu filho. A situação dela era impossível de ser resolvida sozinha, pois precisava “estacionar” o carrinho que havia quebrado no meio de uma rua deserta. Jamais esquecerei o olhar desesperado, a preocupação com o patrimônio em risco, com o dia de by Savings Sidekick">trabalho desperdiçado, com as providências inevitáveis e caras. E jamais me esquecerei do olhar úmido e agradecido, apesar de eu jamais ter comprado nada dela. Nem antes nem depois.
Olhei com distanciamento o problema de Teresa. E fiquei grata por não ter que trabalhar na rua, por ter tantos recursos e by Savings Sidekick">oportunidades. E agradeci por estar lá, naquela hora, na rua de pouco movimento, e poder oferecer meus braços para ela.


3) Não há antes, nem depois ...
Na intricada teia de nossos by Savings Sidekick">relacionamentos, dívidas e depósitos se amontoam. Ajudar um conhecido muitas vezes cria vínculos ou situações complexas. Ás vezes, ele espera retribuir. Outras vezes, esperamos retribuição. Se temos ressentimentos com a pessoa, ajudá-la nem sempre deixa um gosto bom na boca. Se ela tem ressentimentos conosco, fica tudo muito ruim também.
Já com estranhos são simples. É ali, naquela hora. Depois acabou. E não há antes. Que alívio!
(mas não vamos deixar de ajudar os conhecidos dentro de nossas possibilidades, hein?)


4) A gratidão pelo inesperado é deliciosa
Quem se lembra de uma vez em que recebeu uma gentileza inesperada? Não é especial? E nem sempre estamos merecendo, mal-humorados por conta do revés em questão.
Ou quando ajudamos alguém e recebemos aquele olhar espantado e feliz?
Ontem mesmo, eu estava numa fila comum de banco. Um senhor bem velhinho estava atrás de mim. Na hora em que fui chamada, pedi que ele fosse primeiro. “Mas por que, minha filha?”. “Pelos seus cabelos brancos”, respondi. Ele, agradecido, me deu uma balinha de hortelã. Tudo muito singelo, muito fácil de fazer, mas o sentimento foi boooom.


5) Quase sempre, é fácil de fazer.
Uma vez eu fiquei envolvida por uma semana com uma mãe e um bebê que vieram para São Paulo para uma cirurgia e não tinha ninguém para esperar no aeroporto. Levei para um hotel barato, acompanhei por uma semana e tive medo de estar sendo usada, reforçada pelo ceticismo de muitas pessoas ao meu redor. No final, deu tudo certo e a história era verdadeira.
Mas na maioria dos casos, não é preciso tanto risco ou tanto tempo. Uma informação; um abaixar para pegar algo que caiu; uma dica sobre um produto no supermercado. Dar o braço para um cego (nunca pegue a mão dele, deixe que ele pegue o seu braço, aprendi com meu experiente marido). Facílimo, diria o Léo. E vamos combinar, fácil é tudo que precisamos quando o dia está difícil, certo?

6) Amor, meu grande amor
Finalmente, ajudar estranhos evoca o nosso melhor eu. É comum termos sentimentos de inadequação, baixa auto-estima e insatisfação conosco quando estamos sob tempo nublado. E ajudar o outro nos lembra que somos bons e capazes. Ajudar um estranho demonstra desapego, generosidade, empatia pelo próximo. E saber que somos tudo isto quando o coração está cinza... É para olhar com orgulho no espelho, não?

Portanto, se hoje não é o seu dia... Faça o dia de alguém. E se é um dia glorioso... Vai ficar melhor!

Fonte:http://www.vivermaissimples.com/2011/03/vida-dificil-ajude-um-estranho.html

Karoline Toledo Pinto

Karoline Toledo Pinto
Karoline Agente Penitenciária a quase 10 anos , bacharelada no curso de Psicologia em uma das melhores Instituição de Ensino Superior do País , publica um importante ARTIGO SOBRE AS DOENÇAS QUE OS AGENTES PENITENCIÁRIOS DESENVOLVEM NO EXERCÍCIO DE SUAS FUNÇÕES . Aguardem em breve aqui será publicado .APESAR DAS PERSEGUIÇÕES INFUNDADAS DAS AMEAÇAS ELA VENCEU PARABÉNS KAROL SE LIBERTOU DO NOSSO MAIOR MEDO A IGNORÂNCIA CONTE COMIGO.. OBRIGADO CLAUDIO VITORINO

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