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terça-feira, 24 de março de 2015

"Jornal Nacional" marca pior audiência em anos


 
Não é de hoje que o “Jornal Nacional” apresenta queda de audiência. Na segunda-feira (23), porém, o principal noticiário da TV Globo atingiu um dos mais baixos índices em anos.

A média da noite foi de 20 pontos, o equivalente aos números do telejornal em um sábado de feriado prolongado, por exemplo, segundo
o colunista Flávio Ricco.

Para se ter ideia, na segunda passada (16) a média foi de 29 pontos. Já a segunda-feira de Carnaval, por sua vez, alcançou 25 pontos.

Dez anos atrás, a média do programa era de 35,8 pontos na Grande São Paulo - cada ponto equivale a 67 mil domicílios.





Fonte:http://www.msn.com/pt-br/tv/noticias/jornal-nacional-marca-pior-audi%C3%AAncia-em-anos/ar-AA9VTbs?ocid=mailsignoutmd

domingo, 22 de março de 2015

A corrupção no Brasil " Endêmica"



Interessante entrevista , temos que pensar .....

40% das reservas hídricas do mundo podem encolher até 2030, diz ONU


Relatório divulgado coloca Brasil entre países com mais estresse ambiental.
Nações Unidas celebram Dia Mundial da Água neste fim de semana.

Um novo relatório divulgado pelas Nações Unidas nesta sexta-feira (20) afirma que, se nada for feito, as reservas hídricas do mundo podem encolher 40% até 2030 e, por isso, é preciso melhorar a gestão deste recurso para garantir o abastecimento da população mundial.

O documento, elaborado pela agência da ONU para Educação, Ciência e Cultura, a Unesco, aponta ainda que 748 milhões de pessoas no planeta não têm acesso a fontes de água potável.

Outra conclusão é que o Brasil está entre os países que mais registraram estresse ambiental após alterar o curso natural de rios. As mudanças nos fluxos naturais, segundo a análise feita entre o período de 1981 e 2010, mas que foi concluída em 2014, foram feitas para a construção de represas ou usinas hidrelétricas.

Entre as consequências dos desvios estão uma maior degradação dos ecossistemas, com aumento do número de espécies invasoras, além do risco de assoreamento.

Os autores do texto cobram do governo brasileiro e das demais nações da América Latina que priorizem a gestão da água para reduzir a poluição, principalmente em áreas urbanas, e evitar conflitos entre o desenvolvimento econômico e a preservação dos recursos naturais. Segundo a ONU, o gerenciamento dos mananciais deve ser vetor para o desenvolvimento sócio-econômico e redução da pobreza.

Aquíferos ameaçados


De acordo com o documento, 20% dos aquíferos mundiais já são explorados excessivamente, o que pode gerar graves consequências como a erosão do solo e a invasão de água salgada nesses reservatórios.

Os cientistas preveem ainda que em 2050, a agricultura e a indústria de alimentos vão precisar aumentar em 400% sua demanda por água para aumentar a produção.

Angela Ortigara, doutora em engenharia ambiental e integrante da Unesco na Itália, disse ao G1 que o foco do relatório é dar subsídios aos países para o enfrentamento da crise hídrica.

Segundo ela, a falta de acesso à água potável já melhorou muito – de 1990 até agora, 2,3 bilhões de pessoas deixaram de acessar recursos contaminados. No entanto, o número apresentado no relatório deste ano ainda é alto.


Para melhorar a situação, o relatório apresenta quatro sugestões aos países:

- É preciso conhecer seus recursos hídricos, melhorar o monitoramento para saber de onde vem a água, qual é a sua qualidade e como realizar uma distrubuição melhor;

- Definir estratégias para o futuro, com a previsão de cenários em torno da distribuição;

- Integrar as decisões dos setores de energia, agricultura e recursos hídricos para que as ações atendam a todas as áreas e sejam feitas de forma sustentável;

- promover a boa governança: as decisões em torno da água precisam ser transparentes e devem ter a participação da sociedade civil, para que a população se sinta obrigada a colaborar para atingir a sustentabilidade.

Tais medidas podem, por exemplo, ajudar o Brasil a resolver o atual problema de desabastecimento que atinge várias regiões metropolitanas do país.

A ausência de chuvas ao longo de 2014 baixou o nível de reservatórios importantes de São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte, que tiveram que implantar políticas restritivas de acesso a água, como racionamento ou aplicação de multa para quem gasta mais recursos hídricos.

Risco de escassez maior
Ary Mergulhão, coordenador de ciências naturais da Unesco no Brasil, explica que as políticas voltadas à água em grande parte do mundo ainda estão em formação, já que o tema “está em constante mutação e desafia a criatividade e o poder de gestão dos governos”.

“Alguns países que acreditavam que tinham muita água enfrentam atualmente problemas de escassez, má distribuição e má preservação. A consciência [dos governos] atualmente está mais crítica que antes, mas precisamos trabalhar mais”, explicou.
Cidades da região Nordeste também sofrem com a falta d'água (Foto: Reprodução/TV Verdes Mares)




Fonte :http://g1.globo.com/economia/crise-da-agua/noticia/2015/03/40-das-reservas-hidricas-do-mundo-podem-encolher-ate-2030-diz-onu.html

Água: a escassez na abundância


Hoje, 40% da população do planeta já sofre as consequências da falta de água. Além do aumento da sede no mundo, a falta de recursos hídricos tem graves implicações econômicas e políticas para as nações

A água é o recurso natural mais abundante do planeta. De maneira quase onipresente, ela está no dia a dia dos 7 bilhões de pessoas que habitam o planeta. Além de matar a sede, a água está nos alimentos, nas roupas, nos carros e na revista que está nas suas mãos — se você está lendo a reportagem em seu tablet, saiba também que muita água foi usada na fabricação do aparelho. Mas o recurso mais fundamental para a sobrevivência dos seres humanos enfrenta uma crise de abastecimento. Estima-se que cerca de 40% da população global viva hoje sob a situação de estresse hídrico. Essas pessoas habitam regiões onde a oferta anual é inferior a 1 700 metros cúbicos de água por habitante, limite mínimo considerado seguro pela Organização das Nações Unidas (ONU). Nesse caso, a falta de água é frequente — e, para piorar, a perspectiva para o futuro é de maior escassez. De acordo com estimativas do Instituto Internacional de Pesquisa de Política Alimentar, com sede em Washington, até 2050 um total de 4,8 bilhões de pessoas estará em situação de estresse hídrico. Além de problemas para o consumo humano, esse cenário, caso se confirme, colocará em xeque safras agrícolas e a produção industrial, uma vez que a água e o crescimento econômico caminham juntos. A seca que atingiu os Estados Unidos no último verão — a mais severa e mais longa dos últimos 25 anos — é uma espécie de prévia disso. A falta de chuvas engoliu 0,2 ponto do crescimento da economia americana no segundo trimestre deste ano.

A diminuição da água no mundo é constante e, muitas vezes, silenciosa. Seus ruídos tendem a ser percebidos apenas quando é tarde para agir. Das dez bacias hidrográficas mais densa- mente povoadas do mundo, grupo que compreende os arredores de rios como o indiano Ganges e o chinês Yang-tsé, cinco já são exploradas acima dos níveis considerados sustentáveis. Se nada mudar nas próximas décadas, cerca de 45% de toda a riqueza global será produzida em regiões sujeitas ao estresse hídrico. "Esse cenário terá impacto nas decisões de investimento e nos custos operacionais das empresas, afetando a competitividade das regiões", afirma um estudo da Veolia, empresa francesa de soluções ambientais.

VEJA AQUI: Copo meio vazio

Em muitos países em desenvolvimento e pobres, a situação é mais dramática. Falta acesso a água potável e saneamento para a esmagadora maioria dos cidadãos. Só o tempo perdido por uma pessoa para conseguir água de mínima qualidade pode chegar a 2 horas por dia em várias partes da África. Pela maior suscetibilidade a doenças, como a diarreia, quem vive nessas condições costuma ser menos produtivo. Essas mazelas já são assustadoras do ponto de vista social, mas elas têm implicações igualmente graves para a economia. Um estudo desenvolvido na escola de negócios Cass Business School, ligada à City University, de Londres, indica que um aumento de 10% no número de pessoas com acesso a água potável nos países do Bric (Brasil, Rússia, Índia e China) conseguiria elevar o crescimento do PIB per capita do bloco cerca de 1,6% ao ano. "O avanço econômico depende da disponibilidade de níveis elevados de água potável", aponta Josephine Fodgen, autora da pesquisa. "Embora não se debata muito o tema, o mundo pode sofrer uma crise de crescimento provocada pela escassez de água nas próximas décadas."

Fonte:http://planetasustentavel.abril.com.br/noticia/ambiente/populacao-falta-agua-recursos-hidricos-graves-problemas-economicos-politicos-723513.shtml

quinta-feira, 19 de março de 2015

Mulher reencontra ‘bebê’ que ela não pôde adotar há 30 anos, graças ao Facebook...




RIO - Dos 2 aos 6 anos de idade Francisco Javier Juarez ficou aos cuidados da espanhola Yeny Zaera, que era solteira, não tinha emprego e, por isso, não pôde adotar oficialmente o menino. No dia 20 de fevereiro deste ano, sem muita esperança de localizá-lo, Yeny publicou uma foto dos dois no Facebook e escreveu: “Vou te contar uma história. Preste bem atenção nesse rosto para ver se sabe dele, afinal de contas, é para isso que servem as redes sociais. Quando eu o encontrei foi em 1982, em uma creche do Juizado de Menores aonde eu ia para levar brinquedos, roupas e pegar as crianças para passear no fim de semana. Foi amor à primeira vista. Ele agarrou minha saia e não soltou. Ele havia sido encontrado em um apartamento depois de passar três dias chorando amarrado a uma cadeira. Sua mãe saiu com um senhor e não retornou”. Após três dias e mais de 70 mil compartilhamentos, os dois conseguiram se reecontrar, 30 anos depois.


Três décadas e 15 minutos desde a última vez que tinha visto o menino, Yeny, hoje aos 57 anos, reviveu a cena dramática de sua partida: “Eles ligaram e disseram: ‘Amanhã você deve liberar a criança’. Pensei em fugir com ele para o exterior, mas Marcos [então seu namorado, agora marido e pai de seus três filhos] me convenceu que a polícia iria me encontrar em breve. No final, eu o levei. A criança dava cabeçadas contra a parede. Eu gravei esse último dia, e disse: ‘Olhe para mim. Nunca se esqueça de mim. Me procure. Se você vir que eu não estou com você, não ache que é porque eu não quis, mas porque eles não me deixaram te ter’. E durante toda a minha vida eu estive pensando: ele se lembra de mim? Será que ele pensa que eu fui mais uma que o deixou, como foi com todo mundo?”.

O menino, hoje um homem de 35 anos, esclareceu que nunca pensou que Yeny o havia abandonado. “Ela me tirou do inferno”, disse ele ao “El País”, no encontro dos dois em Arnedo, no meio do caminho entre os municípios de Saragoza e Logronho, as cidades onde agora residem. Juarez chegou à reunião acompanhado por seus pais adotivos. “Eu me lembro do dia em que me apresentaram a eles e como eu chorei no banco de trás do carro pensando na Yeny”. Os pais adotivos também se recordavam dessas lágrimas que então não entendiam, porque desconheciam essa mãe.


Depois de achar por algum tempo que eles voltariam a se encontrar, Yeny chegou a contratar um detetive para localizar a família que tinha levado a criança. No encontro, a mesa onde as famílias se sentaram para comer estava coberta com fotos. Os pais adotivos de Juarez levaram um álbum para mostrar a Yeny o que ela perdeu nesses 30 anos: as férias de praia, os aniversários, o serviço militar etc. Agora, enfim, os dois podem estabelecer a relação que queriam há muitos anos: de família. Yeny acrescentou: “Para mim, só de saber que a partir de agora posso ligar todo dia 2 de fevereiro para felicitá-lo por seu aniversário já é maravilhoso. Nos últimos 30 anos, não pude fazer isso, mas nunca deixei de lembrar. Pensava: ‘Hoje ele celebra 15 anos’; ‘Hoje, 20 anos’, ‘Hoje, 25 anos’, onde ele está? Será que ele é feliz? Será que se lembra de mim?”.


Fonte:http://oglobo.globo.com/sociedade/mulher-reencontra-bebe-que-ela-nao-pode-adotar-ha-30-anos-gracas-ao-facebook-15606595

domingo, 1 de março de 2015

Audiência de doadora de leite contra Danilo Gentili será na próxima semana em Olinda





A primeira audiência da ação judicial contra o apresentador Danilo Gentili, movida pela técnica em enfermagem Michele Maximino, desde o dia 22 de outubro de 2013, acontece na próxima quarta-feira, 4 de março, às 13h no Fórum de Olinda. A mulher foi ridicularizada no Programa Agora é Tarde, por Danilo, após um recorde de doação de 417 litros de leite materno. A mulher processa o apresentador por violência simbólica sofrida, que resultou em danos a sua saúde e a redução da produção de leite.

Michele é mãe de duas crianças e rodava, por semana, cerca de 80 quilômetros para levar o leite até a maternidade Jesus Nazareno, em Caruaru, município do agreste de Pernambuco, quando residia no interior do Estado. O gesto do humorista repercutiu tanto que ela precisou se mudar da cidade, além de ter desenvolvido problemas emocionais. Na época em que o programa foi exibido, a doadora morava no município de Quipapá, na Zona da Mata pernambucana.

Em outubro de 2013, a juíza da 2ª Vara Cível de Olinda concedeu liminar favorável ao pedido feito por Michele para que a emissora retirasse do ar o material que era divulgado na internet, sob pena de multa diária de R$ 5 mil. O programa em que Michele aparece foi veiculado no dia 3 de outubro de 2013. Depois disso, ela foi vítima de chacota na cidade onde morava. Em rede nacional, o apresentador chegou a compará-la a um ator pornô. Na ação, os advogados também fazem a solicitação de uma indenização por danos morais.

De acordo com Michele, as expectativas para a audiência são as melhores possíveis. "Estou otimista com os possíveis resultados", contou. Após a saída da família da cidade de Quipapá, Ederval Trajano, marido de Michele, informou que o atendimento psicológico não tem sido possível devido às dificuldades encontradas em uma cidade maior. Atualmente, o casal e as duas filhas residem em Jaboatão dos Guararapes, na Região Metropolitana do Recife (RMR).

A mulher retomará as doações nos próximos dias. Na época da repercussão do caso, Michele teve a produção interrompida em uma das mamas. Nesta sexta-feira (27), profisionais do Hospital Agamenon Magalhães (HAM) em Casa Amarela, Zona Norte do Recife, receberão o leite de Michele. O hospital fez um pedido na última terça-feira (24) às mães devido ao banco da instituição está em nível crítico.


Fonte:http://jconline.ne10.uol.com.br/canal/cidades/geral/noticia/2015/02/26/audiencia-de-doadora-de-leite-contra-danilo-gentili-sera-na-proxima-semana-em-olinda-170030.php

Claudio Vitorino em ação..

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Claudio Vitorino em ação..

Aquele que acredita que o interesse coletivo está acima do interesse individual , que acredita que tudo e possível desde que tenha fé em Deus e coragem para superar os desafios...

Vida difícil? Ajude um estranho .

Pode parecer ilógico -no mínimo pouco prioritário- ajudar um estranho quando as coisas parecem confusas na nossa vida. Mas eu venho aprendendo que este é um poderoso antídoto para os dias em que tudo parece fora do lugar.

Como assim, pergunta o meu leitor mais cético? E eu explico:
Há duas situações clássicas onde podemos auxiliar uma pessoa que não conhecemos. A primeira é através de doações e gestos similares de caridade. Estes atos são maravilhosos e muito recomendáveis, mas não é deles que quero falar hoje.


Escolhi o segundo tipo: aquelas situações randômicas onde temos a oportunidade de fazer a diferença para uma pessoa desconhecida numa emergência qualquer. Na maioria das vezes, pessoas com quem esbarramos em locais públicos, envolvidas em situações que podem ir do estar atrapalhado até o precisar de mãos para apagar um incêndio.

E o que nós, imersos nas nossas próprias mazelas, distraídos por preocupações sem fim amontoadas no nosso tempo escasso, enfim, assoberbados como sempre... O que nós temos a ver com este ser humano que pode ser bom ou mau, pior, pode sequer apreciar ou reconhecer nosso esforço?


Eu vejo pelo menos seis motivos para ajudar um estranho:


1) Divergir o olhar de nossos próprios problemas
Por um momento, por menor que seja, teremos a chance de esquecer nossas preocupações.
Dedicados a resolver o problema do outro (SEMPRE mais fácil do que os nossos), descansamos nossa mente. Ganhamos energia para o próximo round de nossa própria luta.
Esta pausa pode nos dar novo fôlego ou simplesmente ser um descanso momentâneo.


2) Olhar por um outro ângulo
Vez ou outra, teremos a oportunidade de relativizar nossos próprios problemas á luz do que encontramos nestes momento. Afinal, alguns de nossos problemas não são tão grandes assim...
Uma vez ajudei Teresa, a senhora que vende balas na porta da escola de meu filho. A situação dela era impossível de ser resolvida sozinha, pois precisava “estacionar” o carrinho que havia quebrado no meio de uma rua deserta. Jamais esquecerei o olhar desesperado, a preocupação com o patrimônio em risco, com o dia de by Savings Sidekick">trabalho desperdiçado, com as providências inevitáveis e caras. E jamais me esquecerei do olhar úmido e agradecido, apesar de eu jamais ter comprado nada dela. Nem antes nem depois.
Olhei com distanciamento o problema de Teresa. E fiquei grata por não ter que trabalhar na rua, por ter tantos recursos e by Savings Sidekick">oportunidades. E agradeci por estar lá, naquela hora, na rua de pouco movimento, e poder oferecer meus braços para ela.


3) Não há antes, nem depois ...
Na intricada teia de nossos by Savings Sidekick">relacionamentos, dívidas e depósitos se amontoam. Ajudar um conhecido muitas vezes cria vínculos ou situações complexas. Ás vezes, ele espera retribuir. Outras vezes, esperamos retribuição. Se temos ressentimentos com a pessoa, ajudá-la nem sempre deixa um gosto bom na boca. Se ela tem ressentimentos conosco, fica tudo muito ruim também.
Já com estranhos são simples. É ali, naquela hora. Depois acabou. E não há antes. Que alívio!
(mas não vamos deixar de ajudar os conhecidos dentro de nossas possibilidades, hein?)


4) A gratidão pelo inesperado é deliciosa
Quem se lembra de uma vez em que recebeu uma gentileza inesperada? Não é especial? E nem sempre estamos merecendo, mal-humorados por conta do revés em questão.
Ou quando ajudamos alguém e recebemos aquele olhar espantado e feliz?
Ontem mesmo, eu estava numa fila comum de banco. Um senhor bem velhinho estava atrás de mim. Na hora em que fui chamada, pedi que ele fosse primeiro. “Mas por que, minha filha?”. “Pelos seus cabelos brancos”, respondi. Ele, agradecido, me deu uma balinha de hortelã. Tudo muito singelo, muito fácil de fazer, mas o sentimento foi boooom.


5) Quase sempre, é fácil de fazer.
Uma vez eu fiquei envolvida por uma semana com uma mãe e um bebê que vieram para São Paulo para uma cirurgia e não tinha ninguém para esperar no aeroporto. Levei para um hotel barato, acompanhei por uma semana e tive medo de estar sendo usada, reforçada pelo ceticismo de muitas pessoas ao meu redor. No final, deu tudo certo e a história era verdadeira.
Mas na maioria dos casos, não é preciso tanto risco ou tanto tempo. Uma informação; um abaixar para pegar algo que caiu; uma dica sobre um produto no supermercado. Dar o braço para um cego (nunca pegue a mão dele, deixe que ele pegue o seu braço, aprendi com meu experiente marido). Facílimo, diria o Léo. E vamos combinar, fácil é tudo que precisamos quando o dia está difícil, certo?

6) Amor, meu grande amor
Finalmente, ajudar estranhos evoca o nosso melhor eu. É comum termos sentimentos de inadequação, baixa auto-estima e insatisfação conosco quando estamos sob tempo nublado. E ajudar o outro nos lembra que somos bons e capazes. Ajudar um estranho demonstra desapego, generosidade, empatia pelo próximo. E saber que somos tudo isto quando o coração está cinza... É para olhar com orgulho no espelho, não?

Portanto, se hoje não é o seu dia... Faça o dia de alguém. E se é um dia glorioso... Vai ficar melhor!

Fonte:http://www.vivermaissimples.com/2011/03/vida-dificil-ajude-um-estranho.html

Karoline Toledo Pinto

Karoline Toledo Pinto
Karoline Agente Penitenciária a quase 10 anos , bacharelada no curso de Psicologia em uma das melhores Instituição de Ensino Superior do País , publica um importante ARTIGO SOBRE AS DOENÇAS QUE OS AGENTES PENITENCIÁRIOS DESENVOLVEM NO EXERCÍCIO DE SUAS FUNÇÕES . Aguardem em breve aqui será publicado .APESAR DAS PERSEGUIÇÕES INFUNDADAS DAS AMEAÇAS ELA VENCEU PARABÉNS KAROL SE LIBERTOU DO NOSSO MAIOR MEDO A IGNORÂNCIA CONTE COMIGO.. OBRIGADO CLAUDIO VITORINO

Filmes que mudarão sua vida..

  • A cor púrpora
  • A espera de um milagre
  • A procura da felicidade
  • A prova de fogo
  • Antes de partir
  • Desafiando gigantes
  • Ensina-me a viver
  • Paixão de Cristo

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