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quinta-feira, 19 de março de 2015

Mulher reencontra ‘bebê’ que ela não pôde adotar há 30 anos, graças ao Facebook...




RIO - Dos 2 aos 6 anos de idade Francisco Javier Juarez ficou aos cuidados da espanhola Yeny Zaera, que era solteira, não tinha emprego e, por isso, não pôde adotar oficialmente o menino. No dia 20 de fevereiro deste ano, sem muita esperança de localizá-lo, Yeny publicou uma foto dos dois no Facebook e escreveu: “Vou te contar uma história. Preste bem atenção nesse rosto para ver se sabe dele, afinal de contas, é para isso que servem as redes sociais. Quando eu o encontrei foi em 1982, em uma creche do Juizado de Menores aonde eu ia para levar brinquedos, roupas e pegar as crianças para passear no fim de semana. Foi amor à primeira vista. Ele agarrou minha saia e não soltou. Ele havia sido encontrado em um apartamento depois de passar três dias chorando amarrado a uma cadeira. Sua mãe saiu com um senhor e não retornou”. Após três dias e mais de 70 mil compartilhamentos, os dois conseguiram se reecontrar, 30 anos depois.


Três décadas e 15 minutos desde a última vez que tinha visto o menino, Yeny, hoje aos 57 anos, reviveu a cena dramática de sua partida: “Eles ligaram e disseram: ‘Amanhã você deve liberar a criança’. Pensei em fugir com ele para o exterior, mas Marcos [então seu namorado, agora marido e pai de seus três filhos] me convenceu que a polícia iria me encontrar em breve. No final, eu o levei. A criança dava cabeçadas contra a parede. Eu gravei esse último dia, e disse: ‘Olhe para mim. Nunca se esqueça de mim. Me procure. Se você vir que eu não estou com você, não ache que é porque eu não quis, mas porque eles não me deixaram te ter’. E durante toda a minha vida eu estive pensando: ele se lembra de mim? Será que ele pensa que eu fui mais uma que o deixou, como foi com todo mundo?”.

O menino, hoje um homem de 35 anos, esclareceu que nunca pensou que Yeny o havia abandonado. “Ela me tirou do inferno”, disse ele ao “El País”, no encontro dos dois em Arnedo, no meio do caminho entre os municípios de Saragoza e Logronho, as cidades onde agora residem. Juarez chegou à reunião acompanhado por seus pais adotivos. “Eu me lembro do dia em que me apresentaram a eles e como eu chorei no banco de trás do carro pensando na Yeny”. Os pais adotivos também se recordavam dessas lágrimas que então não entendiam, porque desconheciam essa mãe.


Depois de achar por algum tempo que eles voltariam a se encontrar, Yeny chegou a contratar um detetive para localizar a família que tinha levado a criança. No encontro, a mesa onde as famílias se sentaram para comer estava coberta com fotos. Os pais adotivos de Juarez levaram um álbum para mostrar a Yeny o que ela perdeu nesses 30 anos: as férias de praia, os aniversários, o serviço militar etc. Agora, enfim, os dois podem estabelecer a relação que queriam há muitos anos: de família. Yeny acrescentou: “Para mim, só de saber que a partir de agora posso ligar todo dia 2 de fevereiro para felicitá-lo por seu aniversário já é maravilhoso. Nos últimos 30 anos, não pude fazer isso, mas nunca deixei de lembrar. Pensava: ‘Hoje ele celebra 15 anos’; ‘Hoje, 20 anos’, ‘Hoje, 25 anos’, onde ele está? Será que ele é feliz? Será que se lembra de mim?”.


Fonte:http://oglobo.globo.com/sociedade/mulher-reencontra-bebe-que-ela-nao-pode-adotar-ha-30-anos-gracas-ao-facebook-15606595

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Aquele que acredita que o interesse coletivo está acima do interesse individual , que acredita que tudo e possível desde que tenha fé em Deus e coragem para superar os desafios...

Vida difícil? Ajude um estranho .

Pode parecer ilógico -no mínimo pouco prioritário- ajudar um estranho quando as coisas parecem confusas na nossa vida. Mas eu venho aprendendo que este é um poderoso antídoto para os dias em que tudo parece fora do lugar.

Como assim, pergunta o meu leitor mais cético? E eu explico:
Há duas situações clássicas onde podemos auxiliar uma pessoa que não conhecemos. A primeira é através de doações e gestos similares de caridade. Estes atos são maravilhosos e muito recomendáveis, mas não é deles que quero falar hoje.


Escolhi o segundo tipo: aquelas situações randômicas onde temos a oportunidade de fazer a diferença para uma pessoa desconhecida numa emergência qualquer. Na maioria das vezes, pessoas com quem esbarramos em locais públicos, envolvidas em situações que podem ir do estar atrapalhado até o precisar de mãos para apagar um incêndio.

E o que nós, imersos nas nossas próprias mazelas, distraídos por preocupações sem fim amontoadas no nosso tempo escasso, enfim, assoberbados como sempre... O que nós temos a ver com este ser humano que pode ser bom ou mau, pior, pode sequer apreciar ou reconhecer nosso esforço?


Eu vejo pelo menos seis motivos para ajudar um estranho:


1) Divergir o olhar de nossos próprios problemas
Por um momento, por menor que seja, teremos a chance de esquecer nossas preocupações.
Dedicados a resolver o problema do outro (SEMPRE mais fácil do que os nossos), descansamos nossa mente. Ganhamos energia para o próximo round de nossa própria luta.
Esta pausa pode nos dar novo fôlego ou simplesmente ser um descanso momentâneo.


2) Olhar por um outro ângulo
Vez ou outra, teremos a oportunidade de relativizar nossos próprios problemas á luz do que encontramos nestes momento. Afinal, alguns de nossos problemas não são tão grandes assim...
Uma vez ajudei Teresa, a senhora que vende balas na porta da escola de meu filho. A situação dela era impossível de ser resolvida sozinha, pois precisava “estacionar” o carrinho que havia quebrado no meio de uma rua deserta. Jamais esquecerei o olhar desesperado, a preocupação com o patrimônio em risco, com o dia de by Savings Sidekick">trabalho desperdiçado, com as providências inevitáveis e caras. E jamais me esquecerei do olhar úmido e agradecido, apesar de eu jamais ter comprado nada dela. Nem antes nem depois.
Olhei com distanciamento o problema de Teresa. E fiquei grata por não ter que trabalhar na rua, por ter tantos recursos e by Savings Sidekick">oportunidades. E agradeci por estar lá, naquela hora, na rua de pouco movimento, e poder oferecer meus braços para ela.


3) Não há antes, nem depois ...
Na intricada teia de nossos by Savings Sidekick">relacionamentos, dívidas e depósitos se amontoam. Ajudar um conhecido muitas vezes cria vínculos ou situações complexas. Ás vezes, ele espera retribuir. Outras vezes, esperamos retribuição. Se temos ressentimentos com a pessoa, ajudá-la nem sempre deixa um gosto bom na boca. Se ela tem ressentimentos conosco, fica tudo muito ruim também.
Já com estranhos são simples. É ali, naquela hora. Depois acabou. E não há antes. Que alívio!
(mas não vamos deixar de ajudar os conhecidos dentro de nossas possibilidades, hein?)


4) A gratidão pelo inesperado é deliciosa
Quem se lembra de uma vez em que recebeu uma gentileza inesperada? Não é especial? E nem sempre estamos merecendo, mal-humorados por conta do revés em questão.
Ou quando ajudamos alguém e recebemos aquele olhar espantado e feliz?
Ontem mesmo, eu estava numa fila comum de banco. Um senhor bem velhinho estava atrás de mim. Na hora em que fui chamada, pedi que ele fosse primeiro. “Mas por que, minha filha?”. “Pelos seus cabelos brancos”, respondi. Ele, agradecido, me deu uma balinha de hortelã. Tudo muito singelo, muito fácil de fazer, mas o sentimento foi boooom.


5) Quase sempre, é fácil de fazer.
Uma vez eu fiquei envolvida por uma semana com uma mãe e um bebê que vieram para São Paulo para uma cirurgia e não tinha ninguém para esperar no aeroporto. Levei para um hotel barato, acompanhei por uma semana e tive medo de estar sendo usada, reforçada pelo ceticismo de muitas pessoas ao meu redor. No final, deu tudo certo e a história era verdadeira.
Mas na maioria dos casos, não é preciso tanto risco ou tanto tempo. Uma informação; um abaixar para pegar algo que caiu; uma dica sobre um produto no supermercado. Dar o braço para um cego (nunca pegue a mão dele, deixe que ele pegue o seu braço, aprendi com meu experiente marido). Facílimo, diria o Léo. E vamos combinar, fácil é tudo que precisamos quando o dia está difícil, certo?

6) Amor, meu grande amor
Finalmente, ajudar estranhos evoca o nosso melhor eu. É comum termos sentimentos de inadequação, baixa auto-estima e insatisfação conosco quando estamos sob tempo nublado. E ajudar o outro nos lembra que somos bons e capazes. Ajudar um estranho demonstra desapego, generosidade, empatia pelo próximo. E saber que somos tudo isto quando o coração está cinza... É para olhar com orgulho no espelho, não?

Portanto, se hoje não é o seu dia... Faça o dia de alguém. E se é um dia glorioso... Vai ficar melhor!

Fonte:http://www.vivermaissimples.com/2011/03/vida-dificil-ajude-um-estranho.html

Karoline Toledo Pinto

Karoline Toledo Pinto
Karoline Agente Penitenciária a quase 10 anos , bacharelada no curso de Psicologia em uma das melhores Instituição de Ensino Superior do País , publica um importante ARTIGO SOBRE AS DOENÇAS QUE OS AGENTES PENITENCIÁRIOS DESENVOLVEM NO EXERCÍCIO DE SUAS FUNÇÕES . Aguardem em breve aqui será publicado .APESAR DAS PERSEGUIÇÕES INFUNDADAS DAS AMEAÇAS ELA VENCEU PARABÉNS KAROL SE LIBERTOU DO NOSSO MAIOR MEDO A IGNORÂNCIA CONTE COMIGO.. OBRIGADO CLAUDIO VITORINO

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