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segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Educadora que denunciou racismo contra criança negra fala da dificuldade de pedir demissão


'Aquela senhora, já com 54 anos, deve ter humilhado muitas pessoas e agora chegou a hora de pôr um fim nisso'  (Paulo Filgueiras/EM/D.A Press
)
"Aquela senhora, já com 54 anos, deve ter humilhado muitas pessoas e agora chegou a hora de pôr um fim nisso"
"Não fiz mais do que a minha obrigação. Não entendo como um mérito. Em qualquer outra
"Não fiz mais do que a minha obrigação. Não entendo como um mérito. Em qualquer outra situação de racismo, eu me posicionaria da mesma forma, fosse na rua, na minha vizinhança ou na escola, como ocorreu. Foi uma obrigação de cidadã, reforçada pela responsabilidade de ser uma educadora.” O posicionamento firme contra o preconceito é da professora ainda em formação Denise Cristina Pereira Aragão, de 34 anos. No dia 10 de julho, ela pediu demissão da escola onde trabalhava em Contagem, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, por considerar que a direção da instituição se omitiu diante de declarações racistas da avó de um aluno contra uma criança negra de 4 anos, também estudante da unidade.
Revoltada com o fato de o neto ter dançado quadrilha com uma garota negra, colega de sala do menino, Maria Pereira Campos da Silva, de 54, teria chegado ao Centro de Educação Infantil Emília repreendendo a professora que escolheu os pares da festa. Segundo o relato da professora, a mulher disparou as ofensas já no portão da escola: “Foi um absurdo você ter colocado essa preta horrorosa para dançar com meu neto”, conta Denise, com os olhos cheios de lágrimas, reproduzindo o que disse ter ouvido da mulher. Na sala de vídeo, onde todas as crianças estavam reunidas, a agressora teria continuado as humilhações. Diante da polícia, porém, ela negou as ofensas.
Depois do episódio, Denise Cristina diz que procurou a direção da unidade escolar para saber qual providência seria adotada. A resposta, segundo ela, surpreendeu tanto quanto o ato preconceituoso: “A diretora disse que nada seria feito, que qualquer escola tem casos de preconceito e que, se ela fosse reagir toda vez que isso ocorresse, não teria mais alunos”. A declaração foi o estopim para professora pedir o desligamento da escola e comunicar à família da menina o que havia acontecido.

A decisão de deixar o emprego não foi fácil, revela Denise, que disse ter chorado muito no caminho entre a escola e sua casa. Foi para ela o maior desafio da curta carreira como educadora, iniciada com estágios no início de 2010. Ela ligou para amigos e fez consultas na internet com medo de que, de alguma maneira, tivesse tomado a decisão errada ao deixar a instituição. Ainda se calou por dois dias, à espera de que a própria escola contasse o que havia ocorrido para os pais da menina. Porém, diante do silêncio da instituição, ela resolveu agir.
Atitude que trouxe preocupações. No apartamento simples, de três quartos, onde vive com os três filhos, em um conjunto no Bairro Novo Riacho, em Contagem, ela reúne forças para superar o episódio e traça planos para o futuro profissional. Afinal, era com o salário de pouco mais de R$ 1 mil que ganhava para trabalhar em dois turnos que ela pagava as despesas do curso de graduação em pedagogia, já no sexto período. Há 12 dias, ela divide o tempo entre os cuidados com a família e a preocupação com a renda que deixou de receber.
Apesar das dificuldades financeiras, ela não se arrepende. “Se a escola tem esse pensamento, não é lá que eu quero trabalhar. Vai contra tudo o que eu penso como cidadã e educadora”. Viúva pela segunda vez há nove meses, os gastos com o apartamento e os três filhos, de 8, 14 e 15 anos, não fazem parte da angústia, já que são custeados pelas pensões que recebe do pai da filha mais velha e do ex-marido, com quem teve um menino e uma menina.
Vinda de uma família onde a descendência italiana era dominante no lado paterno e de negros por parte da mãe, Denise é a filha caçula. Durante as mais de três décadas de vida, o tom escuro da sua pele nunca foi alvo de preconceito, garante. Mas já teve de lidar com a questão quando a filha mais nova foi alvo de comentários pejorativos que partiram de uma colega.

Integridade é arma contra o preconceito

A gravidez aos 19 anos impediu que Denise Cristina Pereira Aragão concluísse os estudos no tempo convencional. O segundo grau completo só veio aos 25 anos, por meio do Projeto de Educação de Jovens e Adultos (EJA). A atração pelo magistério veio por influência da irmã mais velha, pedagoga. Já a indignação contra o racismo, para ela, faz parte da educação e do caráter. Denise garante que não é pelo fato de ter descendência negra que se revoltou diante do caso na escola, mas, sim, por entender que todos são iguais.

Se a postura firme sempre fez parte da vida dela, Denise ressalta que, como educadora, tem compromisso fundamental com a formação das crianças, principalmente nos primeiros anos de aprendizado. E defende que a questão racial deve ser debatida com muita clareza na escola e nas famílias, para evitar a intolerância racial.

“Por onde passei, sempre notei a escassez de alunos negros. A garota que foi vítima da intolerância era a única negra da sala. Quando ela chegou, em abril, fui questionada por algumas crianças porque ela era ‘diferente’. Expliquei tudo, sobre a África, como os negros chegaram ao Brasil, a importância deles na construção do país e do respeito, que tem de ser igual para todos. ”

A professora critica a falta de uma disciplina nos cursos de graduação em pedagogia que ensine os educadores a lidar com a questão racial. Ela acredita que a consciência nas crianças deve ser despertada pelos pais, mas que é preciso haver o reforço nas escolas, já que é nesse espaço que elas vão conviver com pessoas de raças diferentes.

Apelo à conscientização

Passadas duas semanas desde que o fato ganhou os noticiários, o delegado Juarez Gomes da 4ª Delegacia de Polícia de Contagem, concluiu na sexta-feira o inquérito sobre as ofensas sofridas pela criança de 4 anos. Ele indiciou por injúria qualificada Maria Pereira da Silva e enviou os documentos à Justiça. A professora Denise Cristina minimiza a importância da punição, dizendo que o mais importante foi o alerta gerado pelo caso, e espera que tudo colabore para a reflexão das pessoas e também para que os ofendidos busquem e defendam seus diretos.

A professora lamenta que o preconceito racial ainda seja comum na sociedade. Um luta que ela acredita estar só no começo. Para a educadora, cada esforço, mesmo que isolado, como o dela, é fundamental para que a intolerância com as diferenças chegue ao fim. “Penso que Deus não colocou essa situação na minha mão sem um propósito. Ele sabia que eu não iria ficar calada. Aquela senhora, já com 54 anos, deve ter humilhado muitas pessoas e agora chegou a hora de pôr um fim

"Não fiz mais do que a minha obrigação. Não entendo como um mérito. Em qualquer outra situação de racismo, eu me posicionaria da mesma forma, fosse na rua, na minha vizinhança ou na escola, como ocorreu. Foi uma obrigação de cidadã, reforçada pela responsabilidade de ser uma educadora.” O posicionamento firme contra o preconceito é da professora ainda em formação Denise Cristina Pereira Aragão, de 34 anos. No dia 10 de julho, ela pediu demissão da escola onde trabalhava em Contagem, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, por considerar que a direção da instituição se omitiu diante de declarações racistas da avó de um aluno contra uma criança negra de 4 anos, também estudante da unidade.
Revoltada com o fato de o neto ter dançado quadrilha com uma garota negra, colega de sala do menino, Maria Pereira Campos da Silva, de 54, teria chegado ao Centro de Educação Infantil Emília repreendendo a professora que escolheu os pares da festa. Segundo o relato da professora, a mulher disparou as ofensas já no portão da escola: “Foi um absurdo você ter colocado essa preta horrorosa para dançar com meu neto”, conta Denise, com os olhos cheios de lágrimas, reproduzindo o que disse ter ouvido da mulher. Na sala de vídeo, onde todas as crianças estavam reunidas, a agressora teria continuado as humilhações. Diante da polícia, porém, ela negou as ofensas.
Depois do episódio, Denise Cristina diz que procurou a direção da unidade escolar para saber qual providência seria adotada. A resposta, segundo ela, surpreendeu tanto quanto o ato preconceituoso: “A diretora disse que nada seria feito, que qualquer escola tem casos de preconceito e que, se ela fosse reagir toda vez que isso ocorresse, não teria mais alunos”. A declaração foi o estopim para professora pedir o desligamento da escola e comunicar à família da menina o que havia acontecido.

A decisão de deixar o emprego não foi fácil, revela Denise, que disse ter chorado muito no caminho entre a escola e sua casa. Foi para ela o maior desafio da curta carreira como educadora, iniciada com estágios no início de 2010. Ela ligou para amigos e fez consultas na internet com medo de que, de alguma maneira, tivesse tomado a decisão errada ao deixar a instituição. Ainda se calou por dois dias, à espera de que a própria escola contasse o que havia ocorrido para os pais da menina. Porém, diante do silêncio da instituição, ela resolveu agir.
Atitude que trouxe preocupações. No apartamento simples, de três quartos, onde vive com os três filhos, em um conjunto no Bairro Novo Riacho, em Contagem, ela reúne forças para superar o episódio e traça planos para o futuro profissional. Afinal, era com o salário de pouco mais de R$ 1 mil que ganhava para trabalhar em dois turnos que ela pagava as despesas do curso de graduação em pedagogia, já no sexto período. Há 12 dias, ela divide o tempo entre os cuidados com a família e a preocupação com a renda que deixou de receber.
Apesar das dificuldades financeiras, ela não se arrepende. “Se a escola tem esse pensamento, não é lá que eu quero trabalhar. Vai contra tudo o que eu penso como cidadã e educadora”. Viúva pela segunda vez há nove meses, os gastos com o apartamento e os três filhos, de 8, 14 e 15 anos, não fazem parte da angústia, já que são custeados pelas pensões que recebe do pai da filha mais velha e do ex-marido, com quem teve um menino e uma menina.
Vinda de uma família onde a descendência italiana era dominante no lado paterno e de negros por parte da mãe, Denise é a filha caçula. Durante as mais de três décadas de vida, o tom escuro da sua pele nunca foi alvo de preconceito, garante. Mas já teve de lidar com a questão quando a filha mais nova foi alvo de comentários pejorativos que partiram de uma colega.

Integridade é arma contra o preconceito

A gravidez aos 19 anos impediu que Denise Cristina Pereira Aragão concluísse os estudos no tempo convencional. O segundo grau completo só veio aos 25 anos, por meio do Projeto de Educação de Jovens e Adultos (EJA). A atração pelo magistério veio por influência da irmã mais velha, pedagoga. Já a indignação contra o racismo, para ela, faz parte da educação e do caráter. Denise garante que não é pelo fato de ter descendência negra que se revoltou diante do caso na escola, mas, sim, por entender que todos são iguais.

Se a postura firme sempre fez parte da vida dela, Denise ressalta que, como educadora, tem compromisso fundamental com a formação das crianças, principalmente nos primeiros anos de aprendizado. E defende que a questão racial deve ser debatida com muita clareza na escola e nas famílias, para evitar a intolerância racial.

“Por onde passei, sempre notei a escassez de alunos negros. A garota que foi vítima da intolerância era a única negra da sala. Quando ela chegou, em abril, fui questionada por algumas crianças porque ela era ‘diferente’. Expliquei tudo, sobre a África, como os negros chegaram ao Brasil, a importância deles na construção do país e do respeito, que tem de ser igual para todos. ”

A professora critica a falta de uma disciplina nos cursos de graduação em pedagogia que ensine os educadores a lidar com a questão racial. Ela acredita que a consciência nas crianças deve ser despertada pelos pais, mas que é preciso haver o reforço nas escolas, já que é nesse espaço que elas vão conviver com pessoas de raças diferentes.

Apelo à conscientização

Passadas duas semanas desde que o fato ganhou os noticiários, o delegado Juarez Gomes da 4ª Delegacia de Polícia de Contagem, concluiu na sexta-feira o inquérito sobre as ofensas sofridas pela criança de 4 anos. Ele indiciou por injúria qualificada Maria Pereira da Silva e enviou os documentos à Justiça. A professora Denise Cristina minimiza a importância da punição, dizendo que o mais importante foi o alerta gerado pelo caso, e espera que tudo colabore para a reflexão das pessoas e também para que os ofendidos busquem e defendam seus diretos.

A professora lamenta que o preconceito racial ainda seja comum na sociedade. Um luta que ela acredita estar só no começo. Para a educadora, cada esforço, mesmo que isolado, como o dela, é fundamental para que a intolerância com as diferenças chegue ao fim. “Penso que Deus não colocou essa situação na minha mão sem um propósito. Ele sabia que eu não iria ficar calada. Aquela senhora, já com 54 anos, deve ter humilhado muitas pessoas e agora chegou a hora de pôr um fim.


Fonte:http://www.em.com.br/app/noticia/gerais/2012/07/29/interna_gerais,308743/educadora-que-denunciou-racismo-contra-crianca-negra-fala-da-dificuldade-de-pedir-demissao.shtml

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Um espaço verdadeiramente democrático , não limitamos e restringimos qualquer tipo de expressão , não toleramos racismo preconceito ou qualquer outro tipo de discriminação..Obrigado Claudio Vitorino

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Claudio Vitorino em ação..

Aquele que acredita que o interesse coletivo está acima do interesse individual , que acredita que tudo e possível desde que tenha fé em Deus e coragem para superar os desafios...

Vida difícil? Ajude um estranho .

Pode parecer ilógico -no mínimo pouco prioritário- ajudar um estranho quando as coisas parecem confusas na nossa vida. Mas eu venho aprendendo que este é um poderoso antídoto para os dias em que tudo parece fora do lugar.

Como assim, pergunta o meu leitor mais cético? E eu explico:
Há duas situações clássicas onde podemos auxiliar uma pessoa que não conhecemos. A primeira é através de doações e gestos similares de caridade. Estes atos são maravilhosos e muito recomendáveis, mas não é deles que quero falar hoje.


Escolhi o segundo tipo: aquelas situações randômicas onde temos a oportunidade de fazer a diferença para uma pessoa desconhecida numa emergência qualquer. Na maioria das vezes, pessoas com quem esbarramos em locais públicos, envolvidas em situações que podem ir do estar atrapalhado até o precisar de mãos para apagar um incêndio.

E o que nós, imersos nas nossas próprias mazelas, distraídos por preocupações sem fim amontoadas no nosso tempo escasso, enfim, assoberbados como sempre... O que nós temos a ver com este ser humano que pode ser bom ou mau, pior, pode sequer apreciar ou reconhecer nosso esforço?


Eu vejo pelo menos seis motivos para ajudar um estranho:


1) Divergir o olhar de nossos próprios problemas
Por um momento, por menor que seja, teremos a chance de esquecer nossas preocupações.
Dedicados a resolver o problema do outro (SEMPRE mais fácil do que os nossos), descansamos nossa mente. Ganhamos energia para o próximo round de nossa própria luta.
Esta pausa pode nos dar novo fôlego ou simplesmente ser um descanso momentâneo.


2) Olhar por um outro ângulo
Vez ou outra, teremos a oportunidade de relativizar nossos próprios problemas á luz do que encontramos nestes momento. Afinal, alguns de nossos problemas não são tão grandes assim...
Uma vez ajudei Teresa, a senhora que vende balas na porta da escola de meu filho. A situação dela era impossível de ser resolvida sozinha, pois precisava “estacionar” o carrinho que havia quebrado no meio de uma rua deserta. Jamais esquecerei o olhar desesperado, a preocupação com o patrimônio em risco, com o dia de by Savings Sidekick">trabalho desperdiçado, com as providências inevitáveis e caras. E jamais me esquecerei do olhar úmido e agradecido, apesar de eu jamais ter comprado nada dela. Nem antes nem depois.
Olhei com distanciamento o problema de Teresa. E fiquei grata por não ter que trabalhar na rua, por ter tantos recursos e by Savings Sidekick">oportunidades. E agradeci por estar lá, naquela hora, na rua de pouco movimento, e poder oferecer meus braços para ela.


3) Não há antes, nem depois ...
Na intricada teia de nossos by Savings Sidekick">relacionamentos, dívidas e depósitos se amontoam. Ajudar um conhecido muitas vezes cria vínculos ou situações complexas. Ás vezes, ele espera retribuir. Outras vezes, esperamos retribuição. Se temos ressentimentos com a pessoa, ajudá-la nem sempre deixa um gosto bom na boca. Se ela tem ressentimentos conosco, fica tudo muito ruim também.
Já com estranhos são simples. É ali, naquela hora. Depois acabou. E não há antes. Que alívio!
(mas não vamos deixar de ajudar os conhecidos dentro de nossas possibilidades, hein?)


4) A gratidão pelo inesperado é deliciosa
Quem se lembra de uma vez em que recebeu uma gentileza inesperada? Não é especial? E nem sempre estamos merecendo, mal-humorados por conta do revés em questão.
Ou quando ajudamos alguém e recebemos aquele olhar espantado e feliz?
Ontem mesmo, eu estava numa fila comum de banco. Um senhor bem velhinho estava atrás de mim. Na hora em que fui chamada, pedi que ele fosse primeiro. “Mas por que, minha filha?”. “Pelos seus cabelos brancos”, respondi. Ele, agradecido, me deu uma balinha de hortelã. Tudo muito singelo, muito fácil de fazer, mas o sentimento foi boooom.


5) Quase sempre, é fácil de fazer.
Uma vez eu fiquei envolvida por uma semana com uma mãe e um bebê que vieram para São Paulo para uma cirurgia e não tinha ninguém para esperar no aeroporto. Levei para um hotel barato, acompanhei por uma semana e tive medo de estar sendo usada, reforçada pelo ceticismo de muitas pessoas ao meu redor. No final, deu tudo certo e a história era verdadeira.
Mas na maioria dos casos, não é preciso tanto risco ou tanto tempo. Uma informação; um abaixar para pegar algo que caiu; uma dica sobre um produto no supermercado. Dar o braço para um cego (nunca pegue a mão dele, deixe que ele pegue o seu braço, aprendi com meu experiente marido). Facílimo, diria o Léo. E vamos combinar, fácil é tudo que precisamos quando o dia está difícil, certo?

6) Amor, meu grande amor
Finalmente, ajudar estranhos evoca o nosso melhor eu. É comum termos sentimentos de inadequação, baixa auto-estima e insatisfação conosco quando estamos sob tempo nublado. E ajudar o outro nos lembra que somos bons e capazes. Ajudar um estranho demonstra desapego, generosidade, empatia pelo próximo. E saber que somos tudo isto quando o coração está cinza... É para olhar com orgulho no espelho, não?

Portanto, se hoje não é o seu dia... Faça o dia de alguém. E se é um dia glorioso... Vai ficar melhor!

Fonte:http://www.vivermaissimples.com/2011/03/vida-dificil-ajude-um-estranho.html

Karoline Toledo Pinto

Karoline Toledo Pinto
Karoline Agente Penitenciária a quase 10 anos , bacharelada no curso de Psicologia em uma das melhores Instituição de Ensino Superior do País , publica um importante ARTIGO SOBRE AS DOENÇAS QUE OS AGENTES PENITENCIÁRIOS DESENVOLVEM NO EXERCÍCIO DE SUAS FUNÇÕES . Aguardem em breve aqui será publicado .APESAR DAS PERSEGUIÇÕES INFUNDADAS DAS AMEAÇAS ELA VENCEU PARABÉNS KAROL SE LIBERTOU DO NOSSO MAIOR MEDO A IGNORÂNCIA CONTE COMIGO.. OBRIGADO CLAUDIO VITORINO

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