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terça-feira, 5 de março de 2013

Um Simples Gesto de Bondade



Todos nós sonhamos com uma vida melhor em uma sociedade melhor. No entanto, é difícil passar um dia inteiro sem que fiquemos desiludidos, desapontados ou esgotados por pessoas maldosas e egoístas que nos rodeiam. Há muitas pessoas que parecem interessadas apenas em vantagens pessoais. Tornaram-se rudes, arrogantes, críticas e insensíveis. Suas atitudes não apenas nos deixam mal, mas também nos dão a sensação de que não há nada a fazer para mudar isso, de que somente as pessoas que detêm o poder são capazes de mudar alguma coisa.

Mas se aceitarmos a missão de nos tornarmos os seres iluminados de nosso planeta, podemos começar a mudar o mundo. Na prática, creio que as mudanças vão acontecer devagar, à medida que começarmos a praticar atos de bondade todos os dias, fazendo pequenas coisas para tornar os outros mais felizes. Talvez a resposta esteja nos serviços voluntários de atendimento aos menos afortunados. Ou talvez seja algo tão simples como ser gentil com alguém, fazer um gesto de bondade sem pedir nem esperar nada em troca.

Durante anos, Oprah Winfrey, atriz e apresentadora de televisão norte-americana, vem defendendo esses atos simples e diários de bondade. Não precisa ser nada caro nem complicado. Pode ser apenas um sorriso simpático, um cumprimento espontâneo, um pequeno auxílio. Ou talvez uma palavra amável, um gesto carinhoso, uma atitude gentil, uma alegria compartilhada, uma mão amiga. Aos pouquinhos, passo a passo, uma grande transformação em nossa sociedade pode começar. As pessoas sentirão um novo alento com a gentileza das outras. Atitudes agressivas e defensivas vão começar a se dissipar no calor da bondade.

Pessoas que não se conhecem devem se aproximar com essas atitudes benevolentes. A bondade e o carinho não podem ser reservados somente para a família e os amigos, caso contrário a sociedade jamais irá mudar. Precisamos estender esses gestos a todos os outros, e não apenas àqueles que são como nós.

Se conseguirmos que cada pessoa faça pelo menos alguns atos de bondade todo dia, poderemos mudar o mundo. Seria, no mínimo, um bom começo.

Os nossos dias seriam mais doces, mais estimulantes, nos trariam mais esperança para o futuro. Esse modelo de comportamento gentil e bondoso para com os outros seres humanos deveria ser o principal produto de exportação de cada país, em vez de práticas de negócios baseadas na ambição, tendo apenas o dinheiro como objetivo final, e uma competição cruel, implacável, como principal meio para atingir esse fim.

Deveríamos também servir de exemplo para nossas crianças. Elas aprenderiam o poder e a importância da bondade. Aprenderiam que não importa o número de pessoas atingidas por seus gestos simples de bondade. Os gestos, em si, são o que mais importa.

Desde o início dos tempos, os verdadeiros mestres da humanidade nos falam de amor e compaixão em nossos relacionamentos e nossas comunidades. Eles não perderam tempo nos ensinando a acumular riquezas excessivas à custa dos outros. Não nos ensinaram a ser impiedosos, egoístas, rudes ou arrogantes.

Um mestre, professor ou guru verdadeiro irá apontar o caminho, mostrando o que contribui ou não para a nossa evolução espiritual e o que pode ser um empecilho ou obstáculo.

Nossa missão é praticar seus ensinamentos em nossa vida diária. Devemos ser carinhosos, praticar a bondade e os atos de amor.

Não existe um prazo para mudar o mundo. A única coisa realmente importante é começar. Se for verdade que uma longa jornada começa com um simples passo, então o primeiro passo é abandonar o medo e o isolamento e começar a praticar atos de bondade, aleatórios ou planejados, grandes ou pequenos, e fazer isso todo dia. Se a maioria de nós começar a agir assim, não vamos mais precisar de gurus, pois já estaremos fazendo o que eles teriam a nos ensinar

Mudar o estado atual do mundo - de violência, competição e ódio - não vai acontecer por meio dos esforços de uns poucos indivíduos iluminados, mesmo que eles fossem poderosos líderes mundiais. Em vez disso, são as atitudes diárias de bondade e compaixão, compartilhadas entre duas pessoas ou pequenos grupos, que podem fazer do mundo um lugar mais amistoso.

Nós devemos entender que somos todos iguais, da mesma espécie, todos lutando por um pouco de paz, felicidade e segurança em nossa vida diária. Não podemos continuar lutando e matando uns aos outros.


Fonte:http://www.esextante.com.br/publique/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=320&sid=5

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Um espaço verdadeiramente democrático , não limitamos e restringimos qualquer tipo de expressão , não toleramos racismo preconceito ou qualquer outro tipo de discriminação..Obrigado Claudio Vitorino

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Claudio Vitorino em ação..

Aquele que acredita que o interesse coletivo está acima do interesse individual , que acredita que tudo e possível desde que tenha fé em Deus e coragem para superar os desafios...

Vida difícil? Ajude um estranho .

Pode parecer ilógico -no mínimo pouco prioritário- ajudar um estranho quando as coisas parecem confusas na nossa vida. Mas eu venho aprendendo que este é um poderoso antídoto para os dias em que tudo parece fora do lugar.

Como assim, pergunta o meu leitor mais cético? E eu explico:
Há duas situações clássicas onde podemos auxiliar uma pessoa que não conhecemos. A primeira é através de doações e gestos similares de caridade. Estes atos são maravilhosos e muito recomendáveis, mas não é deles que quero falar hoje.


Escolhi o segundo tipo: aquelas situações randômicas onde temos a oportunidade de fazer a diferença para uma pessoa desconhecida numa emergência qualquer. Na maioria das vezes, pessoas com quem esbarramos em locais públicos, envolvidas em situações que podem ir do estar atrapalhado até o precisar de mãos para apagar um incêndio.

E o que nós, imersos nas nossas próprias mazelas, distraídos por preocupações sem fim amontoadas no nosso tempo escasso, enfim, assoberbados como sempre... O que nós temos a ver com este ser humano que pode ser bom ou mau, pior, pode sequer apreciar ou reconhecer nosso esforço?


Eu vejo pelo menos seis motivos para ajudar um estranho:


1) Divergir o olhar de nossos próprios problemas
Por um momento, por menor que seja, teremos a chance de esquecer nossas preocupações.
Dedicados a resolver o problema do outro (SEMPRE mais fácil do que os nossos), descansamos nossa mente. Ganhamos energia para o próximo round de nossa própria luta.
Esta pausa pode nos dar novo fôlego ou simplesmente ser um descanso momentâneo.


2) Olhar por um outro ângulo
Vez ou outra, teremos a oportunidade de relativizar nossos próprios problemas á luz do que encontramos nestes momento. Afinal, alguns de nossos problemas não são tão grandes assim...
Uma vez ajudei Teresa, a senhora que vende balas na porta da escola de meu filho. A situação dela era impossível de ser resolvida sozinha, pois precisava “estacionar” o carrinho que havia quebrado no meio de uma rua deserta. Jamais esquecerei o olhar desesperado, a preocupação com o patrimônio em risco, com o dia de by Savings Sidekick">trabalho desperdiçado, com as providências inevitáveis e caras. E jamais me esquecerei do olhar úmido e agradecido, apesar de eu jamais ter comprado nada dela. Nem antes nem depois.
Olhei com distanciamento o problema de Teresa. E fiquei grata por não ter que trabalhar na rua, por ter tantos recursos e by Savings Sidekick">oportunidades. E agradeci por estar lá, naquela hora, na rua de pouco movimento, e poder oferecer meus braços para ela.


3) Não há antes, nem depois ...
Na intricada teia de nossos by Savings Sidekick">relacionamentos, dívidas e depósitos se amontoam. Ajudar um conhecido muitas vezes cria vínculos ou situações complexas. Ás vezes, ele espera retribuir. Outras vezes, esperamos retribuição. Se temos ressentimentos com a pessoa, ajudá-la nem sempre deixa um gosto bom na boca. Se ela tem ressentimentos conosco, fica tudo muito ruim também.
Já com estranhos são simples. É ali, naquela hora. Depois acabou. E não há antes. Que alívio!
(mas não vamos deixar de ajudar os conhecidos dentro de nossas possibilidades, hein?)


4) A gratidão pelo inesperado é deliciosa
Quem se lembra de uma vez em que recebeu uma gentileza inesperada? Não é especial? E nem sempre estamos merecendo, mal-humorados por conta do revés em questão.
Ou quando ajudamos alguém e recebemos aquele olhar espantado e feliz?
Ontem mesmo, eu estava numa fila comum de banco. Um senhor bem velhinho estava atrás de mim. Na hora em que fui chamada, pedi que ele fosse primeiro. “Mas por que, minha filha?”. “Pelos seus cabelos brancos”, respondi. Ele, agradecido, me deu uma balinha de hortelã. Tudo muito singelo, muito fácil de fazer, mas o sentimento foi boooom.


5) Quase sempre, é fácil de fazer.
Uma vez eu fiquei envolvida por uma semana com uma mãe e um bebê que vieram para São Paulo para uma cirurgia e não tinha ninguém para esperar no aeroporto. Levei para um hotel barato, acompanhei por uma semana e tive medo de estar sendo usada, reforçada pelo ceticismo de muitas pessoas ao meu redor. No final, deu tudo certo e a história era verdadeira.
Mas na maioria dos casos, não é preciso tanto risco ou tanto tempo. Uma informação; um abaixar para pegar algo que caiu; uma dica sobre um produto no supermercado. Dar o braço para um cego (nunca pegue a mão dele, deixe que ele pegue o seu braço, aprendi com meu experiente marido). Facílimo, diria o Léo. E vamos combinar, fácil é tudo que precisamos quando o dia está difícil, certo?

6) Amor, meu grande amor
Finalmente, ajudar estranhos evoca o nosso melhor eu. É comum termos sentimentos de inadequação, baixa auto-estima e insatisfação conosco quando estamos sob tempo nublado. E ajudar o outro nos lembra que somos bons e capazes. Ajudar um estranho demonstra desapego, generosidade, empatia pelo próximo. E saber que somos tudo isto quando o coração está cinza... É para olhar com orgulho no espelho, não?

Portanto, se hoje não é o seu dia... Faça o dia de alguém. E se é um dia glorioso... Vai ficar melhor!

Fonte:http://www.vivermaissimples.com/2011/03/vida-dificil-ajude-um-estranho.html

Karoline Toledo Pinto

Karoline Toledo Pinto
Karoline Agente Penitenciária a quase 10 anos , bacharelada no curso de Psicologia em uma das melhores Instituição de Ensino Superior do País , publica um importante ARTIGO SOBRE AS DOENÇAS QUE OS AGENTES PENITENCIÁRIOS DESENVOLVEM NO EXERCÍCIO DE SUAS FUNÇÕES . Aguardem em breve aqui será publicado .APESAR DAS PERSEGUIÇÕES INFUNDADAS DAS AMEAÇAS ELA VENCEU PARABÉNS KAROL SE LIBERTOU DO NOSSO MAIOR MEDO A IGNORÂNCIA CONTE COMIGO.. OBRIGADO CLAUDIO VITORINO

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