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sábado, 2 de março de 2013

Jovem muda a dieta, compra esteira para correr em casa e elimina 20 kg Emerson, de 23 anos, sofreu com excesso de peso desde a adolescência. Após várias dietas, ele mudou hábitos e conseguiu finalmente emagrecer.



A adolescência não foi uma época fácil para o técnico de enfermagem Emerson Lopes de Melo, de Viana, no Espírito Santo. Aos 16 anos, ele chegou aos 97 kg, resultado de uma vida sedentária e com maus hábitos alimentares. “Sofri muito porque as pessoas viviam me chamando de gordo”, lembra o jovem, hoje com 23 anos.

Na época, Emerson tentou diversas dietas, tomou remédios para emagrecer e até passou dias sem comer, mas nada disso resolveu seu problema.

“Eu emagrecia, mas logo engordava tudo de novo”, conta. Porém, em julho de 2012, quando estava com 95 kg, ele decidiu que faria do jeito certo e começou a mudar seus hábitos no dia a dia. “Cortei fritura, refrigerante e doce, e acrescentei na minha dieta opções que eu não comia, como saladas e legumes”, diz.

Só a mudança na alimentação já o fez perder peso e depois de 4 meses, ele viu a necessidade de começar a praticar atividade física. “Comprei uma esteira e comecei a caminhar em casa de 10 a 20 minutos de segunda a sexta”, lembra. Emerson ressalta que optou pelo início mais devagar porque nunca tinha se exercitado e tinha receio de se machucar. “Fui aumentando a intensidade com o tempo e quando vi, já estava correndo”, conta satisfeito.
Aos 23 anos, com 95 kg, ele decidiu começar a mudar os hábitos para perder peso do jeito saudável; fotos mostram antes e depois (Foto: Arquivo pessoal)
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Para evitar as infinitas distrações dentro de casa, ele colocou a esteira na varanda com vista para a rua. “Tem muita gente que coloca na frente da televisão e isso nunca funciona. Não tem nada na varanda que tire minha concentração, fico sozinho com meu fone de ouvido”, diz.

Depois de 7 meses de alimentação saudável e exercício físico, ele conseguiu eliminar 20 kg e chegar aos 75 kg. “Sou outra pessoa e tenho orgulho do que consegui”, revela. Emerson se lembra das dificuldades que teve que enfrentar dentro de casa e também por causa de seu trabalho como técnico de enfermagem. “Meus horários sempre foram um pouco difíceis, então eu tive que me adaptar. Comprei uma lancheira para levar barra de cereal, frutas e pão integral para comer de 3 em 3 horas no trabalho”, conta.

Era difícil ver toda a família comendo aquelas coisas gostosas e dizer não, mas hoje eu aprendi e sei me controlar"
Emerson Lopes de Melo

Dentro de casa, ele teve que aprender a resistir às guloseimas compradas pela mãe e salgadinhos feitos pela avó. “Elas continuam comendo mal, mas hoje minha mãe faz a minha comida saudável separada. Era difícil ver toda a família comendo aquelas coisas gostosas e dizer não, mas hoje eu aprendi e sei me controlar”, afirma.

Toda a determinação de Emerson refletiu em sua saúde e a última avaliação médica foi bastante positiva. “O médico disse que eu estava bem e pretendo fazer logo uma nova avaliação para continuar acompanhando”, diz.

A perda de peso foi importante também para o jovem superar o preconceito pelo qual passou durante a adolescência e, se antes ele se escondia dentro de casa, depois passou a encontrar motivo em qualquer coisa para sair. “Hoje tenho uma vida de um jovem normal, saio bastante sem aquela neurose de pensar que todos estão me olhando”, avalia.

Para quem quer dar o primeiro passo, Emerson dá a dica: fé, coragem e força de vontade. “Eu consegui e todo mundo consegue. Tem que ter paciência e entender que é melhor ir perdendo peso aos poucos para conseguir manter, não pode cair nessas dietas loucas e mentirosas”, aconselha.

Ainda com o objetivo de perder mais 5 kg, ele diz que continua firme e forte no novo estilo de vida. “Já me acostumei com a rotina saudável e hoje me sinto bem para seguir em frente”, conclui.
A dica do jovem para quem quer perder peso é ter coragem, força de vontade e principalmente paciência. "Não pode cair em dietas loucas e mentirosas", aconselha (Foto: Arquivo pessoal)





Fonte:http://g1.globo.com/bemestar/VC-no-Bem-Estar/noticia/2013/03/jovem-muda-dieta-compra-esteira-para-correr-em-casa-e-elimina-20-kg.html

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Um espaço verdadeiramente democrático , não limitamos e restringimos qualquer tipo de expressão , não toleramos racismo preconceito ou qualquer outro tipo de discriminação..Obrigado Claudio Vitorino

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Aquele que acredita que o interesse coletivo está acima do interesse individual , que acredita que tudo e possível desde que tenha fé em Deus e coragem para superar os desafios...

Vida difícil? Ajude um estranho .

Pode parecer ilógico -no mínimo pouco prioritário- ajudar um estranho quando as coisas parecem confusas na nossa vida. Mas eu venho aprendendo que este é um poderoso antídoto para os dias em que tudo parece fora do lugar.

Como assim, pergunta o meu leitor mais cético? E eu explico:
Há duas situações clássicas onde podemos auxiliar uma pessoa que não conhecemos. A primeira é através de doações e gestos similares de caridade. Estes atos são maravilhosos e muito recomendáveis, mas não é deles que quero falar hoje.


Escolhi o segundo tipo: aquelas situações randômicas onde temos a oportunidade de fazer a diferença para uma pessoa desconhecida numa emergência qualquer. Na maioria das vezes, pessoas com quem esbarramos em locais públicos, envolvidas em situações que podem ir do estar atrapalhado até o precisar de mãos para apagar um incêndio.

E o que nós, imersos nas nossas próprias mazelas, distraídos por preocupações sem fim amontoadas no nosso tempo escasso, enfim, assoberbados como sempre... O que nós temos a ver com este ser humano que pode ser bom ou mau, pior, pode sequer apreciar ou reconhecer nosso esforço?


Eu vejo pelo menos seis motivos para ajudar um estranho:


1) Divergir o olhar de nossos próprios problemas
Por um momento, por menor que seja, teremos a chance de esquecer nossas preocupações.
Dedicados a resolver o problema do outro (SEMPRE mais fácil do que os nossos), descansamos nossa mente. Ganhamos energia para o próximo round de nossa própria luta.
Esta pausa pode nos dar novo fôlego ou simplesmente ser um descanso momentâneo.


2) Olhar por um outro ângulo
Vez ou outra, teremos a oportunidade de relativizar nossos próprios problemas á luz do que encontramos nestes momento. Afinal, alguns de nossos problemas não são tão grandes assim...
Uma vez ajudei Teresa, a senhora que vende balas na porta da escola de meu filho. A situação dela era impossível de ser resolvida sozinha, pois precisava “estacionar” o carrinho que havia quebrado no meio de uma rua deserta. Jamais esquecerei o olhar desesperado, a preocupação com o patrimônio em risco, com o dia de by Savings Sidekick">trabalho desperdiçado, com as providências inevitáveis e caras. E jamais me esquecerei do olhar úmido e agradecido, apesar de eu jamais ter comprado nada dela. Nem antes nem depois.
Olhei com distanciamento o problema de Teresa. E fiquei grata por não ter que trabalhar na rua, por ter tantos recursos e by Savings Sidekick">oportunidades. E agradeci por estar lá, naquela hora, na rua de pouco movimento, e poder oferecer meus braços para ela.


3) Não há antes, nem depois ...
Na intricada teia de nossos by Savings Sidekick">relacionamentos, dívidas e depósitos se amontoam. Ajudar um conhecido muitas vezes cria vínculos ou situações complexas. Ás vezes, ele espera retribuir. Outras vezes, esperamos retribuição. Se temos ressentimentos com a pessoa, ajudá-la nem sempre deixa um gosto bom na boca. Se ela tem ressentimentos conosco, fica tudo muito ruim também.
Já com estranhos são simples. É ali, naquela hora. Depois acabou. E não há antes. Que alívio!
(mas não vamos deixar de ajudar os conhecidos dentro de nossas possibilidades, hein?)


4) A gratidão pelo inesperado é deliciosa
Quem se lembra de uma vez em que recebeu uma gentileza inesperada? Não é especial? E nem sempre estamos merecendo, mal-humorados por conta do revés em questão.
Ou quando ajudamos alguém e recebemos aquele olhar espantado e feliz?
Ontem mesmo, eu estava numa fila comum de banco. Um senhor bem velhinho estava atrás de mim. Na hora em que fui chamada, pedi que ele fosse primeiro. “Mas por que, minha filha?”. “Pelos seus cabelos brancos”, respondi. Ele, agradecido, me deu uma balinha de hortelã. Tudo muito singelo, muito fácil de fazer, mas o sentimento foi boooom.


5) Quase sempre, é fácil de fazer.
Uma vez eu fiquei envolvida por uma semana com uma mãe e um bebê que vieram para São Paulo para uma cirurgia e não tinha ninguém para esperar no aeroporto. Levei para um hotel barato, acompanhei por uma semana e tive medo de estar sendo usada, reforçada pelo ceticismo de muitas pessoas ao meu redor. No final, deu tudo certo e a história era verdadeira.
Mas na maioria dos casos, não é preciso tanto risco ou tanto tempo. Uma informação; um abaixar para pegar algo que caiu; uma dica sobre um produto no supermercado. Dar o braço para um cego (nunca pegue a mão dele, deixe que ele pegue o seu braço, aprendi com meu experiente marido). Facílimo, diria o Léo. E vamos combinar, fácil é tudo que precisamos quando o dia está difícil, certo?

6) Amor, meu grande amor
Finalmente, ajudar estranhos evoca o nosso melhor eu. É comum termos sentimentos de inadequação, baixa auto-estima e insatisfação conosco quando estamos sob tempo nublado. E ajudar o outro nos lembra que somos bons e capazes. Ajudar um estranho demonstra desapego, generosidade, empatia pelo próximo. E saber que somos tudo isto quando o coração está cinza... É para olhar com orgulho no espelho, não?

Portanto, se hoje não é o seu dia... Faça o dia de alguém. E se é um dia glorioso... Vai ficar melhor!

Fonte:http://www.vivermaissimples.com/2011/03/vida-dificil-ajude-um-estranho.html

Karoline Toledo Pinto

Karoline Toledo Pinto
Karoline Agente Penitenciária a quase 10 anos , bacharelada no curso de Psicologia em uma das melhores Instituição de Ensino Superior do País , publica um importante ARTIGO SOBRE AS DOENÇAS QUE OS AGENTES PENITENCIÁRIOS DESENVOLVEM NO EXERCÍCIO DE SUAS FUNÇÕES . Aguardem em breve aqui será publicado .APESAR DAS PERSEGUIÇÕES INFUNDADAS DAS AMEAÇAS ELA VENCEU PARABÉNS KAROL SE LIBERTOU DO NOSSO MAIOR MEDO A IGNORÂNCIA CONTE COMIGO.. OBRIGADO CLAUDIO VITORINO

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