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quarta-feira, 13 de março de 2013

Duro de Matar 5 – Um Bom Dia Para Morrer



Por Kelson Venâncio

Nova York, Estados Unidos. O policial John McClane (Bruce Willis) está em busca de informações sobre o filho, Jack (Jai Courtney), com quem não fala há alguns anos. Com a ajuda de um amigo, ele descobre que Jack está preso na Rússia, acusado de ter cometido um assassinato. John logo parte para o país na intenção de rever o filho e, pouco após chegar, acaba encontrando-o em plena fuga do tribunal onde seria julgado. Jack está com Yuri Komorov (Sebastian Koch), um terrorista que diz ter em mãos um dossiê que pode incriminar um potencial candidato à presidência russa, Chagarin (Sergey Kolesnikov). Ele não gosta nem um pouco de reencontrar o pai, mas a insistência de John em ajudá-lo acaba, aos poucos, quebrando o gelo entre pai e filho.

Na correria, chego ao Cinemais praticamente em cima da hora pra assistir este filme. Correndo compro os ingressos e chego na sala bem no início da projeção. E logo na primeira cena descubro que irei assistir um filme dublado e como muitos sabem, prefiro as versões originais porque elas trazem a essência da interpretação dos atores. Mas como a dublagem brasileira é considerada uma das melhores do mundo a gente acaba ficando menos chateado. Mas depois de uns 5 minutos, quando aparece em cena o policial John McClaine e ele abre a boca pra falar eu quase tive um ataque de nervos. A voz que saia das cordas vocais de Bruce Willis não tinha absolutamente nada a ver com o personagem. Uma voz grossa, lenta, arrastada, preguiçosa e irritante. E como um bom dublador tem de ser acima de tudo um bom ator, este definitivamente não era o caso. O dublador, cujo nome não consegui achar, é extremamente sem interpretação e bem que podia arrumar outro emprego. Parecia que o cigano Igor (a novela Explode Coração) foi escolhido para substituir o saudoso e excelente Newton da Matta, que era o dublador oficial de Willis e que morreu em 2006. ( Você pode conferir o que estou falando em nossa sessão de dublagens no nosso novo site: http://migre.me/dzd8y )



Com isso, um filme que já é muito ruim acaba ficando pior ainda. Duro de Matar 5 é sem nenhuma dúvida o pior de toda a série que tem nos dois primeiros longas os melhores até aqui. Nesta nova aventura do detetive John McClaine não há praticamente nada positivo, a começar pelo roteiro. A história que inventaram pra trazer o personagem de volta às telas é muito fraca e temos a impressão de que com ela querem aposentar de vez McClaine e colocar o filho dele Jack no lugar, só pode. É que desta vez quem foi assistir ao filme achando que veria, como de costume, John arrebentando tudo ans cenas de tirar o fôlego teve uma grande decepção. Agora o personagem virou um velho chato e sem graça, que fica implorando o amor do filho praticamente durante toda a trama. E sem contar que nesse caso ele vira um mero coadjuvante, passando sua “estrela” para o ator Jai Courtney.

E já que nesse novo filme, a base é a relação entre pai e filho, temos que criticar também essa péssima relação. Não existe nenhuma química entre os dois personagens que nem parecem que são da mesma família. E confesso que nem me recordo de qualquer relação entre os dois nos filmes anteriores. Aqui o filho aparece cheio de raiva do pai dificultando e muito a relação entre eles e apenas num momento sentimental e ridículo de McClaine ficamos um pouquinho por dentro do que houve entre eles. “Eu fui um pai ausente, agora estou arrependido, mas é tarde”, diz McClaine algo clichê e que não tem nada a ver com ele.

Como a historinha desta vez não convence, o diretor John Moore tenta partir para o lado da ação e sem sucesso. O filme vira um show de explosões, tiros, bombas, destruição e muitas mentiras exageradas. McClaine deixa de ser aquele detetive inteligente dos primeiros filmes para se tornar uma metralhadora ambulante que mais parece um transformer de Michael Bay atirando pra todo lado e sem levar um tiro sequer. Por falar nisso, uma das características mais marcantes do personagem é a sua resistência à dor apesar de seu sofrimento com ela. Mas aqui, McClaine nem faz cara de que está com “dodói”. Alías, os dois personagens são como se fossem o Superman e o Wolverine juntos num filme só já que eles saem ilesos de explosões, acidentes de trânsito catastróficos, chuva de tiros de metralhadoras e até do fogo e destroços causados pela queda de um helicóptero gigante.

Se continuar desse jeito é melhor aposentar mesmo o nosso detive, que ainda insiste em ficar repetindo a cada 20 minutos de projeção que está de férias. Com o estilo desse personagem Bruce Willis pode continuar com a turma de velhos de “Os Mercenários” que dá mais certo.



Fonte:http://www.cinemaevideo.tv/2013/03/11/duro-de-matar-5-um-bom-dia-para-morrer/

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Um espaço verdadeiramente democrático , não limitamos e restringimos qualquer tipo de expressão , não toleramos racismo preconceito ou qualquer outro tipo de discriminação..Obrigado Claudio Vitorino

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Aquele que acredita que o interesse coletivo está acima do interesse individual , que acredita que tudo e possível desde que tenha fé em Deus e coragem para superar os desafios...

Vida difícil? Ajude um estranho .

Pode parecer ilógico -no mínimo pouco prioritário- ajudar um estranho quando as coisas parecem confusas na nossa vida. Mas eu venho aprendendo que este é um poderoso antídoto para os dias em que tudo parece fora do lugar.

Como assim, pergunta o meu leitor mais cético? E eu explico:
Há duas situações clássicas onde podemos auxiliar uma pessoa que não conhecemos. A primeira é através de doações e gestos similares de caridade. Estes atos são maravilhosos e muito recomendáveis, mas não é deles que quero falar hoje.


Escolhi o segundo tipo: aquelas situações randômicas onde temos a oportunidade de fazer a diferença para uma pessoa desconhecida numa emergência qualquer. Na maioria das vezes, pessoas com quem esbarramos em locais públicos, envolvidas em situações que podem ir do estar atrapalhado até o precisar de mãos para apagar um incêndio.

E o que nós, imersos nas nossas próprias mazelas, distraídos por preocupações sem fim amontoadas no nosso tempo escasso, enfim, assoberbados como sempre... O que nós temos a ver com este ser humano que pode ser bom ou mau, pior, pode sequer apreciar ou reconhecer nosso esforço?


Eu vejo pelo menos seis motivos para ajudar um estranho:


1) Divergir o olhar de nossos próprios problemas
Por um momento, por menor que seja, teremos a chance de esquecer nossas preocupações.
Dedicados a resolver o problema do outro (SEMPRE mais fácil do que os nossos), descansamos nossa mente. Ganhamos energia para o próximo round de nossa própria luta.
Esta pausa pode nos dar novo fôlego ou simplesmente ser um descanso momentâneo.


2) Olhar por um outro ângulo
Vez ou outra, teremos a oportunidade de relativizar nossos próprios problemas á luz do que encontramos nestes momento. Afinal, alguns de nossos problemas não são tão grandes assim...
Uma vez ajudei Teresa, a senhora que vende balas na porta da escola de meu filho. A situação dela era impossível de ser resolvida sozinha, pois precisava “estacionar” o carrinho que havia quebrado no meio de uma rua deserta. Jamais esquecerei o olhar desesperado, a preocupação com o patrimônio em risco, com o dia de by Savings Sidekick">trabalho desperdiçado, com as providências inevitáveis e caras. E jamais me esquecerei do olhar úmido e agradecido, apesar de eu jamais ter comprado nada dela. Nem antes nem depois.
Olhei com distanciamento o problema de Teresa. E fiquei grata por não ter que trabalhar na rua, por ter tantos recursos e by Savings Sidekick">oportunidades. E agradeci por estar lá, naquela hora, na rua de pouco movimento, e poder oferecer meus braços para ela.


3) Não há antes, nem depois ...
Na intricada teia de nossos by Savings Sidekick">relacionamentos, dívidas e depósitos se amontoam. Ajudar um conhecido muitas vezes cria vínculos ou situações complexas. Ás vezes, ele espera retribuir. Outras vezes, esperamos retribuição. Se temos ressentimentos com a pessoa, ajudá-la nem sempre deixa um gosto bom na boca. Se ela tem ressentimentos conosco, fica tudo muito ruim também.
Já com estranhos são simples. É ali, naquela hora. Depois acabou. E não há antes. Que alívio!
(mas não vamos deixar de ajudar os conhecidos dentro de nossas possibilidades, hein?)


4) A gratidão pelo inesperado é deliciosa
Quem se lembra de uma vez em que recebeu uma gentileza inesperada? Não é especial? E nem sempre estamos merecendo, mal-humorados por conta do revés em questão.
Ou quando ajudamos alguém e recebemos aquele olhar espantado e feliz?
Ontem mesmo, eu estava numa fila comum de banco. Um senhor bem velhinho estava atrás de mim. Na hora em que fui chamada, pedi que ele fosse primeiro. “Mas por que, minha filha?”. “Pelos seus cabelos brancos”, respondi. Ele, agradecido, me deu uma balinha de hortelã. Tudo muito singelo, muito fácil de fazer, mas o sentimento foi boooom.


5) Quase sempre, é fácil de fazer.
Uma vez eu fiquei envolvida por uma semana com uma mãe e um bebê que vieram para São Paulo para uma cirurgia e não tinha ninguém para esperar no aeroporto. Levei para um hotel barato, acompanhei por uma semana e tive medo de estar sendo usada, reforçada pelo ceticismo de muitas pessoas ao meu redor. No final, deu tudo certo e a história era verdadeira.
Mas na maioria dos casos, não é preciso tanto risco ou tanto tempo. Uma informação; um abaixar para pegar algo que caiu; uma dica sobre um produto no supermercado. Dar o braço para um cego (nunca pegue a mão dele, deixe que ele pegue o seu braço, aprendi com meu experiente marido). Facílimo, diria o Léo. E vamos combinar, fácil é tudo que precisamos quando o dia está difícil, certo?

6) Amor, meu grande amor
Finalmente, ajudar estranhos evoca o nosso melhor eu. É comum termos sentimentos de inadequação, baixa auto-estima e insatisfação conosco quando estamos sob tempo nublado. E ajudar o outro nos lembra que somos bons e capazes. Ajudar um estranho demonstra desapego, generosidade, empatia pelo próximo. E saber que somos tudo isto quando o coração está cinza... É para olhar com orgulho no espelho, não?

Portanto, se hoje não é o seu dia... Faça o dia de alguém. E se é um dia glorioso... Vai ficar melhor!

Fonte:http://www.vivermaissimples.com/2011/03/vida-dificil-ajude-um-estranho.html

Karoline Toledo Pinto

Karoline Toledo Pinto
Karoline Agente Penitenciária a quase 10 anos , bacharelada no curso de Psicologia em uma das melhores Instituição de Ensino Superior do País , publica um importante ARTIGO SOBRE AS DOENÇAS QUE OS AGENTES PENITENCIÁRIOS DESENVOLVEM NO EXERCÍCIO DE SUAS FUNÇÕES . Aguardem em breve aqui será publicado .APESAR DAS PERSEGUIÇÕES INFUNDADAS DAS AMEAÇAS ELA VENCEU PARABÉNS KAROL SE LIBERTOU DO NOSSO MAIOR MEDO A IGNORÂNCIA CONTE COMIGO.. OBRIGADO CLAUDIO VITORINO

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