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sexta-feira, 28 de setembro de 2012

Postura nas redes sociais em MG influencia no processo de seleção



As vagas no mercado de trabalho estão cada dia mais disputadas e os processos de seleção contam com profissionais cada vez mais capacitados. Por isso, os pequenos detalhes podem fazer a diferença na hora da contratação, é o que afirmou a consultora de recursos humanos, Luciene Villa Maia. De acordo com a especialista de Uberaba, no Triângulo Mineiro, detalhes como postagens nas redes sociais podem ser decisivos e o trabalhador que busca uma vaga precisa estar sempre atento ao que divulga.

Segundo a especialista, alguns detalhes precisam ser revistos antes de entregar o currículo em qualquer empresa e até mesmo o perfil dos candidatos nas redes sociais, que são avaliados, assim como a forma em que se comportam na rede. “Em seleções já eliminamos candidatos que não colocaram informações essenciais no currículo como o próprio nome, endereço ou telefone. Durante o processo de seleção o avaliador não tem tempo para ficar indo atrás do candidato e nisso levam vantagem aqueles que entregarem um material completo. Outra questão que é avaliada pelos consultores é o perfil do candidato nas redes sociais. Existem empresas especializadas nisso hoje em dia, que têm essa preocupação em saber qual a relação que as pessoas têm com as mídias sociais. Como elas estão em exposição, isso é usado como critério de exclusão. Na maioria dos casos os candidatos não vão nem saber o porquê foram excluídos no processo, por isso, é preciso atenção com a privacidade nas redes”, alertou.
As empresas hoje têm essa preocupação em saber qual a relação que as pessoas têm com as mídias sociais"
Luciene Vila Maia, consultora de RH

Para o gerente de marketing de uma grande empresa de confecções em Araújos, no Centro-Oeste de Minas Gerais, Diego Duarte Silva, os cuidados com as redes sociais são essenciais até mesmo para manter uma boa imagem no trabalho. Segundo o gerente, a empresa em que ele trabalha conta com mais de 100 funcionários e, como a relação de amizade com os colegas de trabalho às vezes chega ao mundo virtual, também é preciso cautela para manter a privacidade.

“ É preciso cuidado com tudo, que tipo de fotos você publica e as frases ou comentários também merecem atenção. Não adiciono pessoas que não conheço muito bem. Nas minhas postagens eu tenho um compartilhamento muito grande dos amigos, então não publico qualquer coisa. Você tem que tomar cuidado com aquilo que posta porque aquilo pode virar contra você. Eu acabo carregando a imagem da empresa junto à minha e por isso tenho esse cuidado”, completou o gerente.

Para o auxiliar de transporte rodoviário, Rogério dos Reis Carvalho, de fato é preciso atenção com as redes sociais na hora de procurar uma oportunidade no mercado de trabalho.Desempregado há três meses, o trabalhador procura uma nova oportunidade no setor de transportes e, na peregrinação pelas empresas, entrega currículos em uma rotina planejada. “Tenho procurado empresas do setor e vou naquelas também que os amigos indicam que estão com vagas em aberto. Nas empresas busco sempre me apresentar para o responsável pelo setor. Quanto ao currículo coloco apenas as principais informações, pois sei que os avaliadores querem apenas o principal. Tenho um certo cuidado com as redes sociais também, evito colocar fotos ou algum tio de comentário que depois eu sei que será avaliado por alguém e que poderá me prejudicar”, disse Rogério.
Outra questão é em relação ao currículo entregue por terceiros, você não coloca na sua casa uma pessoa que você nunca viu"
Joabe Vieira Queiroz, gerente de loja

Para o gerente de uma loja de uma rede de vestuário que atua em diversas cidades do Triângulo Mineiro, São Paulo e Goiás, Joabe Vieira Queiroz, a postura na hora de entregar o currículo também é um critério para selecionar os novos contratados. De acordo com ele, as atitudes do profissional contam na hora de escolher os trabalhadores. “Na apresentação da pessoa, na hora de entregar o currículo, avaliamos o candidato. A maneira como ele se veste, mas não se está vestido com roupas caras nada do tipo, são detalhes, se está limpo, apresentável. Por exemplo, recebi um candidato que veio entregar currículo para vaga de segurança da loja e quando veio se apresentar estava usando um boné virado para trás, isso não contou pontos para o candidato. Outra questão é em relação ao currículo entregue por terceiros, você não coloca na sua casa uma pessoa que você nunca viu. Outro ponto é o candidato ir sozinho na hora da entrega do currículo, isso é bom, pois ali mesmo já fazemos uma entrevista com ele e se estiver acompanhado isso pode atrapalhar”, disse o gerente.

Já na hora da contratação, o gerente também orientou para os cuidados que a pessoa precisa ter em relação às redes sociais. “O tipo de perfil e como a pessoa se comporta nas redes sociais é avaliado. Pelos perfis é possível ver como a pessoa se portava em relação ao último local de trabalho, por exemplo, e isso conta pontos. Lá conseguimos ver também informações que constam também no currículo e que pesam muito, como quanto tempo o trabalhador passou nas últimas empresas em que trabalhou. Com isso vemos se é uma pessoa que não fica mudando muito de emprego”, completou.

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Um espaço verdadeiramente democrático , não limitamos e restringimos qualquer tipo de expressão , não toleramos racismo preconceito ou qualquer outro tipo de discriminação..Obrigado Claudio Vitorino

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Aquele que acredita que o interesse coletivo está acima do interesse individual , que acredita que tudo e possível desde que tenha fé em Deus e coragem para superar os desafios...

Vida difícil? Ajude um estranho .

Pode parecer ilógico -no mínimo pouco prioritário- ajudar um estranho quando as coisas parecem confusas na nossa vida. Mas eu venho aprendendo que este é um poderoso antídoto para os dias em que tudo parece fora do lugar.

Como assim, pergunta o meu leitor mais cético? E eu explico:
Há duas situações clássicas onde podemos auxiliar uma pessoa que não conhecemos. A primeira é através de doações e gestos similares de caridade. Estes atos são maravilhosos e muito recomendáveis, mas não é deles que quero falar hoje.


Escolhi o segundo tipo: aquelas situações randômicas onde temos a oportunidade de fazer a diferença para uma pessoa desconhecida numa emergência qualquer. Na maioria das vezes, pessoas com quem esbarramos em locais públicos, envolvidas em situações que podem ir do estar atrapalhado até o precisar de mãos para apagar um incêndio.

E o que nós, imersos nas nossas próprias mazelas, distraídos por preocupações sem fim amontoadas no nosso tempo escasso, enfim, assoberbados como sempre... O que nós temos a ver com este ser humano que pode ser bom ou mau, pior, pode sequer apreciar ou reconhecer nosso esforço?


Eu vejo pelo menos seis motivos para ajudar um estranho:


1) Divergir o olhar de nossos próprios problemas
Por um momento, por menor que seja, teremos a chance de esquecer nossas preocupações.
Dedicados a resolver o problema do outro (SEMPRE mais fácil do que os nossos), descansamos nossa mente. Ganhamos energia para o próximo round de nossa própria luta.
Esta pausa pode nos dar novo fôlego ou simplesmente ser um descanso momentâneo.


2) Olhar por um outro ângulo
Vez ou outra, teremos a oportunidade de relativizar nossos próprios problemas á luz do que encontramos nestes momento. Afinal, alguns de nossos problemas não são tão grandes assim...
Uma vez ajudei Teresa, a senhora que vende balas na porta da escola de meu filho. A situação dela era impossível de ser resolvida sozinha, pois precisava “estacionar” o carrinho que havia quebrado no meio de uma rua deserta. Jamais esquecerei o olhar desesperado, a preocupação com o patrimônio em risco, com o dia de by Savings Sidekick">trabalho desperdiçado, com as providências inevitáveis e caras. E jamais me esquecerei do olhar úmido e agradecido, apesar de eu jamais ter comprado nada dela. Nem antes nem depois.
Olhei com distanciamento o problema de Teresa. E fiquei grata por não ter que trabalhar na rua, por ter tantos recursos e by Savings Sidekick">oportunidades. E agradeci por estar lá, naquela hora, na rua de pouco movimento, e poder oferecer meus braços para ela.


3) Não há antes, nem depois ...
Na intricada teia de nossos by Savings Sidekick">relacionamentos, dívidas e depósitos se amontoam. Ajudar um conhecido muitas vezes cria vínculos ou situações complexas. Ás vezes, ele espera retribuir. Outras vezes, esperamos retribuição. Se temos ressentimentos com a pessoa, ajudá-la nem sempre deixa um gosto bom na boca. Se ela tem ressentimentos conosco, fica tudo muito ruim também.
Já com estranhos são simples. É ali, naquela hora. Depois acabou. E não há antes. Que alívio!
(mas não vamos deixar de ajudar os conhecidos dentro de nossas possibilidades, hein?)


4) A gratidão pelo inesperado é deliciosa
Quem se lembra de uma vez em que recebeu uma gentileza inesperada? Não é especial? E nem sempre estamos merecendo, mal-humorados por conta do revés em questão.
Ou quando ajudamos alguém e recebemos aquele olhar espantado e feliz?
Ontem mesmo, eu estava numa fila comum de banco. Um senhor bem velhinho estava atrás de mim. Na hora em que fui chamada, pedi que ele fosse primeiro. “Mas por que, minha filha?”. “Pelos seus cabelos brancos”, respondi. Ele, agradecido, me deu uma balinha de hortelã. Tudo muito singelo, muito fácil de fazer, mas o sentimento foi boooom.


5) Quase sempre, é fácil de fazer.
Uma vez eu fiquei envolvida por uma semana com uma mãe e um bebê que vieram para São Paulo para uma cirurgia e não tinha ninguém para esperar no aeroporto. Levei para um hotel barato, acompanhei por uma semana e tive medo de estar sendo usada, reforçada pelo ceticismo de muitas pessoas ao meu redor. No final, deu tudo certo e a história era verdadeira.
Mas na maioria dos casos, não é preciso tanto risco ou tanto tempo. Uma informação; um abaixar para pegar algo que caiu; uma dica sobre um produto no supermercado. Dar o braço para um cego (nunca pegue a mão dele, deixe que ele pegue o seu braço, aprendi com meu experiente marido). Facílimo, diria o Léo. E vamos combinar, fácil é tudo que precisamos quando o dia está difícil, certo?

6) Amor, meu grande amor
Finalmente, ajudar estranhos evoca o nosso melhor eu. É comum termos sentimentos de inadequação, baixa auto-estima e insatisfação conosco quando estamos sob tempo nublado. E ajudar o outro nos lembra que somos bons e capazes. Ajudar um estranho demonstra desapego, generosidade, empatia pelo próximo. E saber que somos tudo isto quando o coração está cinza... É para olhar com orgulho no espelho, não?

Portanto, se hoje não é o seu dia... Faça o dia de alguém. E se é um dia glorioso... Vai ficar melhor!

Fonte:http://www.vivermaissimples.com/2011/03/vida-dificil-ajude-um-estranho.html

Karoline Toledo Pinto

Karoline Toledo Pinto
Karoline Agente Penitenciária a quase 10 anos , bacharelada no curso de Psicologia em uma das melhores Instituição de Ensino Superior do País , publica um importante ARTIGO SOBRE AS DOENÇAS QUE OS AGENTES PENITENCIÁRIOS DESENVOLVEM NO EXERCÍCIO DE SUAS FUNÇÕES . Aguardem em breve aqui será publicado .APESAR DAS PERSEGUIÇÕES INFUNDADAS DAS AMEAÇAS ELA VENCEU PARABÉNS KAROL SE LIBERTOU DO NOSSO MAIOR MEDO A IGNORÂNCIA CONTE COMIGO.. OBRIGADO CLAUDIO VITORINO

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