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segunda-feira, 15 de abril de 2013

Explosões na Maratona de Boston deixam ao menos três mortos nos EUA





Duas bombas explodiram nesta segunda-feira (15) perto da linha de chegada da Maratona de Boston, nos EUA, deixando ao menos três mortos e mais de 130 feridos, disseram autoridades. Ainda não está claro quem são os responsáveis pelas detonações, mas o presidente dos EUA, Barack Obama, prometeu que os autores serão descobertos, assim como sua motivação, e que eles " sentirão todo o peso da Justiça ".

De acordo com a rede de TV CNN, um dos mortos é um menino de oito anos. Oito hospitais disseram tratar de ao menos 134 feridos, dos quais 15 estão em condição crítica. Os ferimentos vão de cortes e hematomas a amputações. Muitas das vítimas sofreram ferimentos na parte inferior das pernas. Também há ferimentos por estilhaços, com algumas das vítimas tendo sofrido ruptura do tímpano.

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Em declarações cautelosas na Casa Branca, Obama evitou classificar o incidente de terrorismo, apesar de uma fonte da Casa Branca posteriormente afirmar que o governo está lidando com a questão como "um ato terrorista". "Qualquer evento com múltiplos explosivos - como parece ser o caso - é claramente um ato de terror, e abordaremos isso dessa forma", disse a autoridade sob condição de anonimato. "Entretanto, não sabemos quem lançou essa ação, e por meio da investigação determinaremos se foi planejado e lançado por um grupo terrorista, externo ou doméstico", completou.

O comissário do Departamento de Polícia de Boston, Edward Davis, recomendou que a população fique em locais fechados e evite juntar-se a multidões. Em incidente separado, a Biblioteca JFK teve um incêndio nesta segunda-feira, algo descrito inicialmente como explosão. Posteriormente, porém, a polícia descartou relação com as explosões na maratona.

Roupen Bastajian, um policial de Rhode Island que participava da competição, disse ter visto mais de 20 pessoas com vários ferimentos graves, incluindo membros amputados. "Comecei a correr em direção à explosão, e havia pessoas em todo o chão", disse. "Começamos a pegar torniquetes e a prender as pernas. Vários amputados ... ao menos 25 a 30 pessoas estavam sem ao menos uma perna, ou sem o pé na altura do calcanhar ou sem as duas pernas."



Por causa das explosões, autoridades desviaram os retardatários da área que ficou sob fumaça no percurso de 40 km da maratona. De acordo com autoridades de Inteligência citadas pela Associated Press, mais dois explosivos foram encontrados no local e foram desativados.

Competidores e voluntários da maratona choravam ao fugir do caos. Espectadores com sangue nas roupas foram carregados para tendas médicas que haviam sido montadas no local para tratar corredores que passassem mal durante a prova.

"Há muitas pessoas no chão", disse um homem, cujo número 17.528 o identificava como Frank Deruyter. Ele não ficou ferido, mas voluntários que trabalhavam na maratona carregavam uma mulher - que não aparentava ser uma corredora - para uma tenda enquanto sangue jorrava de sua perna.

Cerca de duas horas depois que os vencedores cruzaram a linha de chegada, houve uma forte explosão na parte norte da rua Bolyston. Outra explosão foi ouvida poucos segundos depois, deixando a praça Copley cheia de fumaça. A corredora Laura McLean de Toronto disse ter ouvido duas explosões de fora da tenda médica. "Há pessoas realmente sangrando muito", disse.



Fonte:http://ultimosegundo.ig.com.br/mundo/2013-04-15/explosoes-na-maratona-de-boston-nos-eua-deixam-feridos.html

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Um espaço verdadeiramente democrático , não limitamos e restringimos qualquer tipo de expressão , não toleramos racismo preconceito ou qualquer outro tipo de discriminação..Obrigado Claudio Vitorino

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Claudio Vitorino em ação..

Aquele que acredita que o interesse coletivo está acima do interesse individual , que acredita que tudo e possível desde que tenha fé em Deus e coragem para superar os desafios...

Vida difícil? Ajude um estranho .

Pode parecer ilógico -no mínimo pouco prioritário- ajudar um estranho quando as coisas parecem confusas na nossa vida. Mas eu venho aprendendo que este é um poderoso antídoto para os dias em que tudo parece fora do lugar.

Como assim, pergunta o meu leitor mais cético? E eu explico:
Há duas situações clássicas onde podemos auxiliar uma pessoa que não conhecemos. A primeira é através de doações e gestos similares de caridade. Estes atos são maravilhosos e muito recomendáveis, mas não é deles que quero falar hoje.


Escolhi o segundo tipo: aquelas situações randômicas onde temos a oportunidade de fazer a diferença para uma pessoa desconhecida numa emergência qualquer. Na maioria das vezes, pessoas com quem esbarramos em locais públicos, envolvidas em situações que podem ir do estar atrapalhado até o precisar de mãos para apagar um incêndio.

E o que nós, imersos nas nossas próprias mazelas, distraídos por preocupações sem fim amontoadas no nosso tempo escasso, enfim, assoberbados como sempre... O que nós temos a ver com este ser humano que pode ser bom ou mau, pior, pode sequer apreciar ou reconhecer nosso esforço?


Eu vejo pelo menos seis motivos para ajudar um estranho:


1) Divergir o olhar de nossos próprios problemas
Por um momento, por menor que seja, teremos a chance de esquecer nossas preocupações.
Dedicados a resolver o problema do outro (SEMPRE mais fácil do que os nossos), descansamos nossa mente. Ganhamos energia para o próximo round de nossa própria luta.
Esta pausa pode nos dar novo fôlego ou simplesmente ser um descanso momentâneo.


2) Olhar por um outro ângulo
Vez ou outra, teremos a oportunidade de relativizar nossos próprios problemas á luz do que encontramos nestes momento. Afinal, alguns de nossos problemas não são tão grandes assim...
Uma vez ajudei Teresa, a senhora que vende balas na porta da escola de meu filho. A situação dela era impossível de ser resolvida sozinha, pois precisava “estacionar” o carrinho que havia quebrado no meio de uma rua deserta. Jamais esquecerei o olhar desesperado, a preocupação com o patrimônio em risco, com o dia de by Savings Sidekick">trabalho desperdiçado, com as providências inevitáveis e caras. E jamais me esquecerei do olhar úmido e agradecido, apesar de eu jamais ter comprado nada dela. Nem antes nem depois.
Olhei com distanciamento o problema de Teresa. E fiquei grata por não ter que trabalhar na rua, por ter tantos recursos e by Savings Sidekick">oportunidades. E agradeci por estar lá, naquela hora, na rua de pouco movimento, e poder oferecer meus braços para ela.


3) Não há antes, nem depois ...
Na intricada teia de nossos by Savings Sidekick">relacionamentos, dívidas e depósitos se amontoam. Ajudar um conhecido muitas vezes cria vínculos ou situações complexas. Ás vezes, ele espera retribuir. Outras vezes, esperamos retribuição. Se temos ressentimentos com a pessoa, ajudá-la nem sempre deixa um gosto bom na boca. Se ela tem ressentimentos conosco, fica tudo muito ruim também.
Já com estranhos são simples. É ali, naquela hora. Depois acabou. E não há antes. Que alívio!
(mas não vamos deixar de ajudar os conhecidos dentro de nossas possibilidades, hein?)


4) A gratidão pelo inesperado é deliciosa
Quem se lembra de uma vez em que recebeu uma gentileza inesperada? Não é especial? E nem sempre estamos merecendo, mal-humorados por conta do revés em questão.
Ou quando ajudamos alguém e recebemos aquele olhar espantado e feliz?
Ontem mesmo, eu estava numa fila comum de banco. Um senhor bem velhinho estava atrás de mim. Na hora em que fui chamada, pedi que ele fosse primeiro. “Mas por que, minha filha?”. “Pelos seus cabelos brancos”, respondi. Ele, agradecido, me deu uma balinha de hortelã. Tudo muito singelo, muito fácil de fazer, mas o sentimento foi boooom.


5) Quase sempre, é fácil de fazer.
Uma vez eu fiquei envolvida por uma semana com uma mãe e um bebê que vieram para São Paulo para uma cirurgia e não tinha ninguém para esperar no aeroporto. Levei para um hotel barato, acompanhei por uma semana e tive medo de estar sendo usada, reforçada pelo ceticismo de muitas pessoas ao meu redor. No final, deu tudo certo e a história era verdadeira.
Mas na maioria dos casos, não é preciso tanto risco ou tanto tempo. Uma informação; um abaixar para pegar algo que caiu; uma dica sobre um produto no supermercado. Dar o braço para um cego (nunca pegue a mão dele, deixe que ele pegue o seu braço, aprendi com meu experiente marido). Facílimo, diria o Léo. E vamos combinar, fácil é tudo que precisamos quando o dia está difícil, certo?

6) Amor, meu grande amor
Finalmente, ajudar estranhos evoca o nosso melhor eu. É comum termos sentimentos de inadequação, baixa auto-estima e insatisfação conosco quando estamos sob tempo nublado. E ajudar o outro nos lembra que somos bons e capazes. Ajudar um estranho demonstra desapego, generosidade, empatia pelo próximo. E saber que somos tudo isto quando o coração está cinza... É para olhar com orgulho no espelho, não?

Portanto, se hoje não é o seu dia... Faça o dia de alguém. E se é um dia glorioso... Vai ficar melhor!

Fonte:http://www.vivermaissimples.com/2011/03/vida-dificil-ajude-um-estranho.html

Karoline Toledo Pinto

Karoline Toledo Pinto
Karoline Agente Penitenciária a quase 10 anos , bacharelada no curso de Psicologia em uma das melhores Instituição de Ensino Superior do País , publica um importante ARTIGO SOBRE AS DOENÇAS QUE OS AGENTES PENITENCIÁRIOS DESENVOLVEM NO EXERCÍCIO DE SUAS FUNÇÕES . Aguardem em breve aqui será publicado .APESAR DAS PERSEGUIÇÕES INFUNDADAS DAS AMEAÇAS ELA VENCEU PARABÉNS KAROL SE LIBERTOU DO NOSSO MAIOR MEDO A IGNORÂNCIA CONTE COMIGO.. OBRIGADO CLAUDIO VITORINO

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