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terça-feira, 17 de junho de 2014

Mais duas pessoas são detidas no Recife




Mais duas pessoas foram detidas nesta tarde, nas proximidades do Cais José Estelita, na capital pernambucana.

De acordo com a Polícia Militar (PM) de Pernambuco, uma delas foi presa por portar um coquetel-molotov e a outra, por desacato. Com isso, chega a seis o número de detidos. Os conflitos entre os policiais e os ocupantes do cais ocorrem desde a manhã. Já houve quatro confrontos. De acordo com os ativistas, há o uso desproporcional da força e os feridos somam dezenas.

Os ocupantes da área foram supreendidos por volta das 5h pela PM. Desde então, eles deixaram o cais, mas permaneceram nas proximidades. "Já foram quatro ações do Choque. A terceira foi a pior, o coletivo estava em assembleia, em uma praça em frente à ocupação. Fomos atingidos sentados no chão", diz a advogada do Centro Popular de Direitos Humanos Carla Guareschi.

Para fugir dos policiais, os ativistas foram para a avenida e fecharam o trânsito, durante cerca de 40 minutos, na intersecção entre a área central e a zona sul do Recife. "Quando estávamos deixando a via, o Choque agiu novamente de surpresa", disse Carla. Agora os ocupantes do cais reúnem-se em assembleia em um viaduto próximo. Segundo a advogada, das 400 pessoas que estavam no local, permanecem 200. A PM estima o número em 100.

A polícia usou gás lacrimogêneo, bombas de efeito moral, spray de pimenta e balas de borracha para dispensar os ativistas. "Foi uma covardia e truculência que nunca vi na minha vida", diz a médica Rafaela Pacheco, que estava no local de manhã. "As pessoas foram encurraladas pela tropa de choque e pela cavalaria. Fecharam o cerco e começaram a atirar balas de borracha à queima-roupa".

Ela conta que tentou entrar no local como médica, mas foi impedida de se aproximar. "Havia mulheres grávidas e crianças no local. Fiz dezenas de atendimentos, limpeza de feridas de estilhaços de bomba e chicotadas. A cavalaria estava usando os chicotes para bater nas pessoas". Carla disse que os ocupantes do cais buscarão reparos para as violações de direitos humanos sofridas.

Para o porta-voz da PM, capitão Júlio Aragão, a ação foi legítima e a polícia cumpria ordem judicial de reintegração de posse. "Aqueles que julgarem que os policias se excederam [no uso da força] devem procurar a Corregedoria e relatar queixa", disse Aragão.

A Anistia Internacional divulgou nota pública condenando o uso excessivo de força pela PM. "Os manifestantes estavam em negociação com autoridades locais, com acompanhamento do Ministério Público, e havia o compromisso de que qualquer reintegração de posse teria um aviso prévio de 48 horas", diz a nota. A Anistia Internacional pede a investigação "imediata dos abusos cometidos pela Polícia Militar e que seja retomada a negociação com os participantes da ocupação".

Mais cedo, o Ministério Público Federal (MPF) em Pernambuco também repudiou a ação policial, alegando ter sido surpreendido pelo cumprimento da ordem de reintegração de posse.

Os manifestantes estavam acampados no local desde o último dia 21, para impedir que o local fosse demolido para construção de edifícios, como parte do projeto Novo Recife. Em nota de esclarecimento divulgada nesta tarde, a prefeitura informou que a licença de demolição já concedida ao consórcio continua suspensa. O Consórcio Novo Recife não poderá reiniciar a demolição das construções existentes no local até que a Justiça se pronuncie sobre o assunto.

Em nota, o consórcio diz que a "ilegalidade da ocupação ocorrida no dia 21 de maio foi reconhecida pelo Tribunal de Justiça de Pernambuco, ao determinar a desocupação do referido imóvel." No texto, o consórcio informa que aderiu à "proposta de procedimentos" da prefeitura do Recife, voltada para a discussão do projeto.





Fonte:http://www.jb.com.br/pais/noticias/2014/06/17/mais-duas-pessoas-sao-detidas-no-recife/

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Um espaço verdadeiramente democrático , não limitamos e restringimos qualquer tipo de expressão , não toleramos racismo preconceito ou qualquer outro tipo de discriminação..Obrigado Claudio Vitorino

Claudio Vitorino em ação..

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Claudio Vitorino em ação..

Aquele que acredita que o interesse coletivo está acima do interesse individual , que acredita que tudo e possível desde que tenha fé em Deus e coragem para superar os desafios...

Vida difícil? Ajude um estranho .

Pode parecer ilógico -no mínimo pouco prioritário- ajudar um estranho quando as coisas parecem confusas na nossa vida. Mas eu venho aprendendo que este é um poderoso antídoto para os dias em que tudo parece fora do lugar.

Como assim, pergunta o meu leitor mais cético? E eu explico:
Há duas situações clássicas onde podemos auxiliar uma pessoa que não conhecemos. A primeira é através de doações e gestos similares de caridade. Estes atos são maravilhosos e muito recomendáveis, mas não é deles que quero falar hoje.


Escolhi o segundo tipo: aquelas situações randômicas onde temos a oportunidade de fazer a diferença para uma pessoa desconhecida numa emergência qualquer. Na maioria das vezes, pessoas com quem esbarramos em locais públicos, envolvidas em situações que podem ir do estar atrapalhado até o precisar de mãos para apagar um incêndio.

E o que nós, imersos nas nossas próprias mazelas, distraídos por preocupações sem fim amontoadas no nosso tempo escasso, enfim, assoberbados como sempre... O que nós temos a ver com este ser humano que pode ser bom ou mau, pior, pode sequer apreciar ou reconhecer nosso esforço?


Eu vejo pelo menos seis motivos para ajudar um estranho:


1) Divergir o olhar de nossos próprios problemas
Por um momento, por menor que seja, teremos a chance de esquecer nossas preocupações.
Dedicados a resolver o problema do outro (SEMPRE mais fácil do que os nossos), descansamos nossa mente. Ganhamos energia para o próximo round de nossa própria luta.
Esta pausa pode nos dar novo fôlego ou simplesmente ser um descanso momentâneo.


2) Olhar por um outro ângulo
Vez ou outra, teremos a oportunidade de relativizar nossos próprios problemas á luz do que encontramos nestes momento. Afinal, alguns de nossos problemas não são tão grandes assim...
Uma vez ajudei Teresa, a senhora que vende balas na porta da escola de meu filho. A situação dela era impossível de ser resolvida sozinha, pois precisava “estacionar” o carrinho que havia quebrado no meio de uma rua deserta. Jamais esquecerei o olhar desesperado, a preocupação com o patrimônio em risco, com o dia de by Savings Sidekick">trabalho desperdiçado, com as providências inevitáveis e caras. E jamais me esquecerei do olhar úmido e agradecido, apesar de eu jamais ter comprado nada dela. Nem antes nem depois.
Olhei com distanciamento o problema de Teresa. E fiquei grata por não ter que trabalhar na rua, por ter tantos recursos e by Savings Sidekick">oportunidades. E agradeci por estar lá, naquela hora, na rua de pouco movimento, e poder oferecer meus braços para ela.


3) Não há antes, nem depois ...
Na intricada teia de nossos by Savings Sidekick">relacionamentos, dívidas e depósitos se amontoam. Ajudar um conhecido muitas vezes cria vínculos ou situações complexas. Ás vezes, ele espera retribuir. Outras vezes, esperamos retribuição. Se temos ressentimentos com a pessoa, ajudá-la nem sempre deixa um gosto bom na boca. Se ela tem ressentimentos conosco, fica tudo muito ruim também.
Já com estranhos são simples. É ali, naquela hora. Depois acabou. E não há antes. Que alívio!
(mas não vamos deixar de ajudar os conhecidos dentro de nossas possibilidades, hein?)


4) A gratidão pelo inesperado é deliciosa
Quem se lembra de uma vez em que recebeu uma gentileza inesperada? Não é especial? E nem sempre estamos merecendo, mal-humorados por conta do revés em questão.
Ou quando ajudamos alguém e recebemos aquele olhar espantado e feliz?
Ontem mesmo, eu estava numa fila comum de banco. Um senhor bem velhinho estava atrás de mim. Na hora em que fui chamada, pedi que ele fosse primeiro. “Mas por que, minha filha?”. “Pelos seus cabelos brancos”, respondi. Ele, agradecido, me deu uma balinha de hortelã. Tudo muito singelo, muito fácil de fazer, mas o sentimento foi boooom.


5) Quase sempre, é fácil de fazer.
Uma vez eu fiquei envolvida por uma semana com uma mãe e um bebê que vieram para São Paulo para uma cirurgia e não tinha ninguém para esperar no aeroporto. Levei para um hotel barato, acompanhei por uma semana e tive medo de estar sendo usada, reforçada pelo ceticismo de muitas pessoas ao meu redor. No final, deu tudo certo e a história era verdadeira.
Mas na maioria dos casos, não é preciso tanto risco ou tanto tempo. Uma informação; um abaixar para pegar algo que caiu; uma dica sobre um produto no supermercado. Dar o braço para um cego (nunca pegue a mão dele, deixe que ele pegue o seu braço, aprendi com meu experiente marido). Facílimo, diria o Léo. E vamos combinar, fácil é tudo que precisamos quando o dia está difícil, certo?

6) Amor, meu grande amor
Finalmente, ajudar estranhos evoca o nosso melhor eu. É comum termos sentimentos de inadequação, baixa auto-estima e insatisfação conosco quando estamos sob tempo nublado. E ajudar o outro nos lembra que somos bons e capazes. Ajudar um estranho demonstra desapego, generosidade, empatia pelo próximo. E saber que somos tudo isto quando o coração está cinza... É para olhar com orgulho no espelho, não?

Portanto, se hoje não é o seu dia... Faça o dia de alguém. E se é um dia glorioso... Vai ficar melhor!

Fonte:http://www.vivermaissimples.com/2011/03/vida-dificil-ajude-um-estranho.html

Karoline Toledo Pinto

Karoline Toledo Pinto
Karoline Agente Penitenciária a quase 10 anos , bacharelada no curso de Psicologia em uma das melhores Instituição de Ensino Superior do País , publica um importante ARTIGO SOBRE AS DOENÇAS QUE OS AGENTES PENITENCIÁRIOS DESENVOLVEM NO EXERCÍCIO DE SUAS FUNÇÕES . Aguardem em breve aqui será publicado .APESAR DAS PERSEGUIÇÕES INFUNDADAS DAS AMEAÇAS ELA VENCEU PARABÉNS KAROL SE LIBERTOU DO NOSSO MAIOR MEDO A IGNORÂNCIA CONTE COMIGO.. OBRIGADO CLAUDIO VITORINO

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