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sábado, 19 de julho de 2014

Vacina anti-tabagismo






Um grupo de pesquisadores da Universidade de Cornell, nos EUA, publicou esta semana um estudo na revista Science Translational Medicine que testou uma vacina contra a nicotina em camundongos. A vacina foi capaz de diminuir em 85% a concentração de nicotina no cérebro dos animais do grupo intervenção, comparados aos controles.

O estudo foi realizado em camundongos experimentais viciados em nicotina. Os pesquisadores selecionaram um potente anticorpo anti-nicotina em um camungondo e individualizaram o gene associado a ele. Este material genético foi introduzido no genoma de um adenovírus carreador e este vetor foi inoculado nos camundongos da pesquisa. Os camundongos do grupo controle foram inoculados com o adenovírus sem o gene.

No grupo intervenção, foram observados altos títulos de anticorpos anti-nicotina até a última dosagem, 18 semanas após a inoculação da terapia gência. Os pesquisadores, então, injetaram nicotina por via venosa e, nos ratos do grupo intervenção, houve uma ligação de 83% da nicotina aos anticorpos IgG e uma queda de 85% dos níveis cerebrais de nicotina, quando comparados ao placebo (p<0,0001). Nos ratos do grupo intervenção, não houve variação dos parâmetros cardiovasculares e de locomoção após a administração de nicotina, diferentemente dos ratos controle, que obtiveram 37% de queda na pressão arterial média, 25% de queda dos níveis de pressão arterial e diminuição do padrão de locomoção induzido pela nicotina.

Apesar de estar em fase experimental, o estudo teve uma repercussão muito grande no meio científico, dado o tamanho do problema do tabagismo no mundo. Segundo a organização mundial de saúde, 1/3 da população mundial é tabagista e 6 milhões de pessoas morrem anualmente em decorrência do cigarro. O mais grave é que, destes, 10% são de tabagistas passivos, os que nunca fumaram. No Brasil, dados do ministério da saúde mostram uma prevalência de 14,8% de tabagistas na população, o que equivale a 25 milhões de pessoas. Segundo a ONG Aliança de Controle ao Tabagismo, o gasto público ou privado com doenças relacionadas ao cigarro chegou a R$ 21 bilhões em 2011, valor correspondente a cerca de três vezes e meia o que o governo arrecada com os produtos derivados do tabaco e 30% do montante destinado ao Sistema Único de Saúde (SUS).

Portanto, a vacina anti-nicotina foi testada com sucesso entre os camundongos e iniciará os testes na população humana. Não há dados consistentes até o momento que assegurem que o nível sérico de anticorpos será suficiente para inibir a sensação de prazer desencadeada pelo tabagismo em humanos. No início, os testes serão feitos nos pacientes com neoplasias terminais e em pacientes HIV-positivos. Os pesquisadores acreditam que a terapia gênica deve ser utilizada da mesma forma que as vacinas convencionais, para pacientes em idade jovens e sem o tabagismo, para que não haja a inicialização do vício. Possivelmente, os efeitos relacionados à abstinência ao tabagismo serão maiores nos pacientes adictos que receberem a terapia, mas não há dados para comprovar estas hipóteses. Um longo caminho ainda existe para a medicina e o mundo se livrar dos efeitos nocivos do tabagismo.



Fonte:http://cientifico.cardiol.br/cardiosource2/noticias/int_noticia68.asp

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Um espaço verdadeiramente democrático , não limitamos e restringimos qualquer tipo de expressão , não toleramos racismo preconceito ou qualquer outro tipo de discriminação..Obrigado Claudio Vitorino

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Aquele que acredita que o interesse coletivo está acima do interesse individual , que acredita que tudo e possível desde que tenha fé em Deus e coragem para superar os desafios...

Vida difícil? Ajude um estranho .

Pode parecer ilógico -no mínimo pouco prioritário- ajudar um estranho quando as coisas parecem confusas na nossa vida. Mas eu venho aprendendo que este é um poderoso antídoto para os dias em que tudo parece fora do lugar.

Como assim, pergunta o meu leitor mais cético? E eu explico:
Há duas situações clássicas onde podemos auxiliar uma pessoa que não conhecemos. A primeira é através de doações e gestos similares de caridade. Estes atos são maravilhosos e muito recomendáveis, mas não é deles que quero falar hoje.


Escolhi o segundo tipo: aquelas situações randômicas onde temos a oportunidade de fazer a diferença para uma pessoa desconhecida numa emergência qualquer. Na maioria das vezes, pessoas com quem esbarramos em locais públicos, envolvidas em situações que podem ir do estar atrapalhado até o precisar de mãos para apagar um incêndio.

E o que nós, imersos nas nossas próprias mazelas, distraídos por preocupações sem fim amontoadas no nosso tempo escasso, enfim, assoberbados como sempre... O que nós temos a ver com este ser humano que pode ser bom ou mau, pior, pode sequer apreciar ou reconhecer nosso esforço?


Eu vejo pelo menos seis motivos para ajudar um estranho:


1) Divergir o olhar de nossos próprios problemas
Por um momento, por menor que seja, teremos a chance de esquecer nossas preocupações.
Dedicados a resolver o problema do outro (SEMPRE mais fácil do que os nossos), descansamos nossa mente. Ganhamos energia para o próximo round de nossa própria luta.
Esta pausa pode nos dar novo fôlego ou simplesmente ser um descanso momentâneo.


2) Olhar por um outro ângulo
Vez ou outra, teremos a oportunidade de relativizar nossos próprios problemas á luz do que encontramos nestes momento. Afinal, alguns de nossos problemas não são tão grandes assim...
Uma vez ajudei Teresa, a senhora que vende balas na porta da escola de meu filho. A situação dela era impossível de ser resolvida sozinha, pois precisava “estacionar” o carrinho que havia quebrado no meio de uma rua deserta. Jamais esquecerei o olhar desesperado, a preocupação com o patrimônio em risco, com o dia de by Savings Sidekick">trabalho desperdiçado, com as providências inevitáveis e caras. E jamais me esquecerei do olhar úmido e agradecido, apesar de eu jamais ter comprado nada dela. Nem antes nem depois.
Olhei com distanciamento o problema de Teresa. E fiquei grata por não ter que trabalhar na rua, por ter tantos recursos e by Savings Sidekick">oportunidades. E agradeci por estar lá, naquela hora, na rua de pouco movimento, e poder oferecer meus braços para ela.


3) Não há antes, nem depois ...
Na intricada teia de nossos by Savings Sidekick">relacionamentos, dívidas e depósitos se amontoam. Ajudar um conhecido muitas vezes cria vínculos ou situações complexas. Ás vezes, ele espera retribuir. Outras vezes, esperamos retribuição. Se temos ressentimentos com a pessoa, ajudá-la nem sempre deixa um gosto bom na boca. Se ela tem ressentimentos conosco, fica tudo muito ruim também.
Já com estranhos são simples. É ali, naquela hora. Depois acabou. E não há antes. Que alívio!
(mas não vamos deixar de ajudar os conhecidos dentro de nossas possibilidades, hein?)


4) A gratidão pelo inesperado é deliciosa
Quem se lembra de uma vez em que recebeu uma gentileza inesperada? Não é especial? E nem sempre estamos merecendo, mal-humorados por conta do revés em questão.
Ou quando ajudamos alguém e recebemos aquele olhar espantado e feliz?
Ontem mesmo, eu estava numa fila comum de banco. Um senhor bem velhinho estava atrás de mim. Na hora em que fui chamada, pedi que ele fosse primeiro. “Mas por que, minha filha?”. “Pelos seus cabelos brancos”, respondi. Ele, agradecido, me deu uma balinha de hortelã. Tudo muito singelo, muito fácil de fazer, mas o sentimento foi boooom.


5) Quase sempre, é fácil de fazer.
Uma vez eu fiquei envolvida por uma semana com uma mãe e um bebê que vieram para São Paulo para uma cirurgia e não tinha ninguém para esperar no aeroporto. Levei para um hotel barato, acompanhei por uma semana e tive medo de estar sendo usada, reforçada pelo ceticismo de muitas pessoas ao meu redor. No final, deu tudo certo e a história era verdadeira.
Mas na maioria dos casos, não é preciso tanto risco ou tanto tempo. Uma informação; um abaixar para pegar algo que caiu; uma dica sobre um produto no supermercado. Dar o braço para um cego (nunca pegue a mão dele, deixe que ele pegue o seu braço, aprendi com meu experiente marido). Facílimo, diria o Léo. E vamos combinar, fácil é tudo que precisamos quando o dia está difícil, certo?

6) Amor, meu grande amor
Finalmente, ajudar estranhos evoca o nosso melhor eu. É comum termos sentimentos de inadequação, baixa auto-estima e insatisfação conosco quando estamos sob tempo nublado. E ajudar o outro nos lembra que somos bons e capazes. Ajudar um estranho demonstra desapego, generosidade, empatia pelo próximo. E saber que somos tudo isto quando o coração está cinza... É para olhar com orgulho no espelho, não?

Portanto, se hoje não é o seu dia... Faça o dia de alguém. E se é um dia glorioso... Vai ficar melhor!

Fonte:http://www.vivermaissimples.com/2011/03/vida-dificil-ajude-um-estranho.html

Karoline Toledo Pinto

Karoline Toledo Pinto
Karoline Agente Penitenciária a quase 10 anos , bacharelada no curso de Psicologia em uma das melhores Instituição de Ensino Superior do País , publica um importante ARTIGO SOBRE AS DOENÇAS QUE OS AGENTES PENITENCIÁRIOS DESENVOLVEM NO EXERCÍCIO DE SUAS FUNÇÕES . Aguardem em breve aqui será publicado .APESAR DAS PERSEGUIÇÕES INFUNDADAS DAS AMEAÇAS ELA VENCEU PARABÉNS KAROL SE LIBERTOU DO NOSSO MAIOR MEDO A IGNORÂNCIA CONTE COMIGO.. OBRIGADO CLAUDIO VITORINO

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