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sábado, 19 de julho de 2014

Avião da Malaysia Airlines é atingido por míssil e cai no leste da Ucrânia



Um míssil de grande alcance disparado de terra derrubou um grande avião de passageiros, um Boeing 777, que sobrevoava a região dominada por separatistas pró-Rússia no leste da Ucrânia.

Um satélite militar americano registrou a trajetória final do míssil e o impacto com o avião da Malaysia Airlines.

Não há nenhuma dúvida de que foi mesmo um míssil que derrubou o jato, causando a morte das 298 pessoas a bordo. Mas o satélite não detectou de onde o míssil foi lançado.

Analistas dos serviços de inteligência dos Estados Unidos e da Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte) estão usando fórmulas matemáticas e supercomputadores para calcular o início da trajetória do míssil e descobrir qual foi a origem do ataque.

Há duas hipóteses: ou a área do leste da Ucrânia é controlada pelos separatistas russos, ou o território é da própria Rússia, a poucos quilômetros de onde caíram os destroços.

Nas duas hipóteses, o governo do presidente Vladimir Putin seria, em última análise, o responsável. Se esse cenário de confirmar, as consequências políticas e militares serão extremamente graves.



COMO FOI

Desde os primeiros momentos, baseada em interceptação de telefonemas, o governo da Ucrânia não teve dúvidas em atribuir o disparo do míssil a separatistas supervisionados por oficiais russos.

Pedaços grandes do avião se espalharam por um campo de trigo.

O Boeing 777 caiu na Vila de Grabovo, no leste da Ucrânia, perto da fronteira com a Rússia. A região está sob controle de separatistas pró-Rússia, que há meses estão em confronto com as forças do governo ucraniano.

Nos últimos dias, os rebeldes derrubaram dois aviões militares ucranianos, segundo o governo.

O avião da Malaysia Airlines é o terceiro. O voo MH17 saiu do aeroporto de Schiphol, em Amsterdã, um dos mais movimentados da Europa, às 12h15. Deveria chegar a Kuala Lumpur, na Malásia, na manhã de sexta-feira (18).

Mas, quando estava em voo de cruzeiro, a 10 mil metros de altitude, ele sumiu dos radares.

Segundo um assessor do Ministério do Interior da Ucrânia, ele foi abatido por um míssil terra-ar de fabricação russa. O sistema chamado Buk é capaz de atingir alvos a 22 mil metros de altitude.
Petro Poroshenko, presidente da Ucrânia

O QUE DIZ A UCRÂNIA

O presidente da Ucrânia, Petro Poroshenko, disse que a queda do avião da Malaysia não foi um acidente ou um desastre, mas um ato de terrorismo.

O auto-proclamado primeiro-ministro de Donetsk, a região separatista onde caiu o avião, rebateu as acusações e disse que o Boeing foi abatido pelas forças ucranianas.

A versão dele contradiz com gravações do serviço de segurança ucraniano, que interceptou conversas entre os separatistas pró-Rússia em que admitem ter derrubado um avião civil.

Na noite de quinta-feira (17), um líder separatista anunciou um cessar-fogo de alguns dias no confronto com o governo ucraniano para facilitar as investigações.

Por causa do conflito no leste do país, o governo da Ucrânia havia fechado o espaço aéreo na região até 9.700 metros de altitude. O avião da Malaysia Airlines voava a 10 mil metros de altitude. Ou seja, 300 metros acima do limite proibido. Depois do incidente, todo o espaço aéreo da região foi fechado.

Em Amsterdã, os guichês da Malaysia Airlines ficaram vazios, depois de mais um desastre em apenas quatro meses.

Em meio à tragédia, um casal comemorava. Como não conseguiram assentos juntos, resolveram, de última hora, cancelar a viagem no voo MH17. Eles escaparam por pouco.


MALAYSIA AIRLINES

A Malaysia Airlines é a mesma companhia aérea do avião que sumiu em março deste ano.

Várias empresas na Ásia e na Austrália estão dizendo que mudaram a rota dos aviões quando começaram os conflitos na Ucrânia. Por que a Malaysia não fez o mesmo?

A Malaysia Airlines publicou no site da empresa a informação de aquela região era considerada segura, sem restrições ao voo tanto pela Organização Internacional de Aviação Civil quanto pela associação que reúne as companhias aéreas.

As maiores companhias aéreas da Coreia do Sul e a maior da Austrália, por exemplo, disseram que não estavam sobrevoando a Ucrânia desde março e por motivos de segurança.

A Malaysia Airlines também divulgou uma lista com as nacionalidades a bordo do voo MH17. A grande maioria era da Holanda, com 154 pessoas, depois 43 malaios (incluindo a tripulação de 15 pessoas e dois bebês). 41 pessoas ainda não tiveram as suas nacionalidades divulgadas e a companhia aérea não explicou o porquê.

O primeiro-ministro da Malásia, Najib Razak, disse estar em choque. Ele já conversou com o presidente americano Barack Obama sobre o caso e disse que espera que os responsáveis pelo ataque sejam identificados e punidos.

É mais um duro golpe para a Malásia e para a Malaysia Airlines, que já recebeu vários prêmios na Ásia por conforto e serviços. Mas, desde o desaparecimento do voo 370, em março, atravessa graves dificuldades financeiras.


CAUSAS E CONSEQUÊNCIAS

Todos os indícios até agora apontam para responsabilidade direta dos separatistas, com provável assistência técnica de oficiais russos.

- O sistema técnico que derrubou o avião depende, sobretudo, de um radar para dirigir o míssil até o alvo. Mas havia um indício importante: um tweet traduzido do russo para o inglês do chefe dos milicianos, dos separatistas na área, dizendo: "Acabamos de derrubar um An-26 (avião de transporte militar ucraniano)".

- Por que ele achou que tinha derrubado um avião militar? Eles estão sobrevoando uma área que é uma zona de guerra. Em toda a área de Donetsk, a maioria é russa, fala russo e é ali que estão concentrados os milicianos e separatistas sustentados por Vladimir Putin, o presidente da Rússia. Ele conseguiu evitar sanções mais fortes e, diante do que está acontecendo, está mais complicado.

- Petro Poroshenko, presidente da Ucrânia, tem agora todas as chances de internacionalizar o conflito e pedir a ajuda da Otan.

- O míssil partiu de dentro da Ucrânia ou próximo da Rússia? O que parece um pequeno detalhe da geografia tem enorme complicação na política.



Fonte:http://g1.globo.com/jornal-da-globo/noticia/2014/07/aviao-da-malaysia-airlines-e-atingido-por-missil-e-cai-no-leste-da-ucrania.html

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Um espaço verdadeiramente democrático , não limitamos e restringimos qualquer tipo de expressão , não toleramos racismo preconceito ou qualquer outro tipo de discriminação..Obrigado Claudio Vitorino

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Aquele que acredita que o interesse coletivo está acima do interesse individual , que acredita que tudo e possível desde que tenha fé em Deus e coragem para superar os desafios...

Vida difícil? Ajude um estranho .

Pode parecer ilógico -no mínimo pouco prioritário- ajudar um estranho quando as coisas parecem confusas na nossa vida. Mas eu venho aprendendo que este é um poderoso antídoto para os dias em que tudo parece fora do lugar.

Como assim, pergunta o meu leitor mais cético? E eu explico:
Há duas situações clássicas onde podemos auxiliar uma pessoa que não conhecemos. A primeira é através de doações e gestos similares de caridade. Estes atos são maravilhosos e muito recomendáveis, mas não é deles que quero falar hoje.


Escolhi o segundo tipo: aquelas situações randômicas onde temos a oportunidade de fazer a diferença para uma pessoa desconhecida numa emergência qualquer. Na maioria das vezes, pessoas com quem esbarramos em locais públicos, envolvidas em situações que podem ir do estar atrapalhado até o precisar de mãos para apagar um incêndio.

E o que nós, imersos nas nossas próprias mazelas, distraídos por preocupações sem fim amontoadas no nosso tempo escasso, enfim, assoberbados como sempre... O que nós temos a ver com este ser humano que pode ser bom ou mau, pior, pode sequer apreciar ou reconhecer nosso esforço?


Eu vejo pelo menos seis motivos para ajudar um estranho:


1) Divergir o olhar de nossos próprios problemas
Por um momento, por menor que seja, teremos a chance de esquecer nossas preocupações.
Dedicados a resolver o problema do outro (SEMPRE mais fácil do que os nossos), descansamos nossa mente. Ganhamos energia para o próximo round de nossa própria luta.
Esta pausa pode nos dar novo fôlego ou simplesmente ser um descanso momentâneo.


2) Olhar por um outro ângulo
Vez ou outra, teremos a oportunidade de relativizar nossos próprios problemas á luz do que encontramos nestes momento. Afinal, alguns de nossos problemas não são tão grandes assim...
Uma vez ajudei Teresa, a senhora que vende balas na porta da escola de meu filho. A situação dela era impossível de ser resolvida sozinha, pois precisava “estacionar” o carrinho que havia quebrado no meio de uma rua deserta. Jamais esquecerei o olhar desesperado, a preocupação com o patrimônio em risco, com o dia de by Savings Sidekick">trabalho desperdiçado, com as providências inevitáveis e caras. E jamais me esquecerei do olhar úmido e agradecido, apesar de eu jamais ter comprado nada dela. Nem antes nem depois.
Olhei com distanciamento o problema de Teresa. E fiquei grata por não ter que trabalhar na rua, por ter tantos recursos e by Savings Sidekick">oportunidades. E agradeci por estar lá, naquela hora, na rua de pouco movimento, e poder oferecer meus braços para ela.


3) Não há antes, nem depois ...
Na intricada teia de nossos by Savings Sidekick">relacionamentos, dívidas e depósitos se amontoam. Ajudar um conhecido muitas vezes cria vínculos ou situações complexas. Ás vezes, ele espera retribuir. Outras vezes, esperamos retribuição. Se temos ressentimentos com a pessoa, ajudá-la nem sempre deixa um gosto bom na boca. Se ela tem ressentimentos conosco, fica tudo muito ruim também.
Já com estranhos são simples. É ali, naquela hora. Depois acabou. E não há antes. Que alívio!
(mas não vamos deixar de ajudar os conhecidos dentro de nossas possibilidades, hein?)


4) A gratidão pelo inesperado é deliciosa
Quem se lembra de uma vez em que recebeu uma gentileza inesperada? Não é especial? E nem sempre estamos merecendo, mal-humorados por conta do revés em questão.
Ou quando ajudamos alguém e recebemos aquele olhar espantado e feliz?
Ontem mesmo, eu estava numa fila comum de banco. Um senhor bem velhinho estava atrás de mim. Na hora em que fui chamada, pedi que ele fosse primeiro. “Mas por que, minha filha?”. “Pelos seus cabelos brancos”, respondi. Ele, agradecido, me deu uma balinha de hortelã. Tudo muito singelo, muito fácil de fazer, mas o sentimento foi boooom.


5) Quase sempre, é fácil de fazer.
Uma vez eu fiquei envolvida por uma semana com uma mãe e um bebê que vieram para São Paulo para uma cirurgia e não tinha ninguém para esperar no aeroporto. Levei para um hotel barato, acompanhei por uma semana e tive medo de estar sendo usada, reforçada pelo ceticismo de muitas pessoas ao meu redor. No final, deu tudo certo e a história era verdadeira.
Mas na maioria dos casos, não é preciso tanto risco ou tanto tempo. Uma informação; um abaixar para pegar algo que caiu; uma dica sobre um produto no supermercado. Dar o braço para um cego (nunca pegue a mão dele, deixe que ele pegue o seu braço, aprendi com meu experiente marido). Facílimo, diria o Léo. E vamos combinar, fácil é tudo que precisamos quando o dia está difícil, certo?

6) Amor, meu grande amor
Finalmente, ajudar estranhos evoca o nosso melhor eu. É comum termos sentimentos de inadequação, baixa auto-estima e insatisfação conosco quando estamos sob tempo nublado. E ajudar o outro nos lembra que somos bons e capazes. Ajudar um estranho demonstra desapego, generosidade, empatia pelo próximo. E saber que somos tudo isto quando o coração está cinza... É para olhar com orgulho no espelho, não?

Portanto, se hoje não é o seu dia... Faça o dia de alguém. E se é um dia glorioso... Vai ficar melhor!

Fonte:http://www.vivermaissimples.com/2011/03/vida-dificil-ajude-um-estranho.html

Karoline Toledo Pinto

Karoline Toledo Pinto
Karoline Agente Penitenciária a quase 10 anos , bacharelada no curso de Psicologia em uma das melhores Instituição de Ensino Superior do País , publica um importante ARTIGO SOBRE AS DOENÇAS QUE OS AGENTES PENITENCIÁRIOS DESENVOLVEM NO EXERCÍCIO DE SUAS FUNÇÕES . Aguardem em breve aqui será publicado .APESAR DAS PERSEGUIÇÕES INFUNDADAS DAS AMEAÇAS ELA VENCEU PARABÉNS KAROL SE LIBERTOU DO NOSSO MAIOR MEDO A IGNORÂNCIA CONTE COMIGO.. OBRIGADO CLAUDIO VITORINO

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