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quinta-feira, 18 de setembro de 2014

Ano de 2014 teve agosto mais quente desde 1880







Trator ara a terra em Los Banos, Califórnia

O mês passado foi o agosto mais quente de que se tem registro, e 2014 pode se tornar o ano mais quente desde 1880, anunciou nesta quinta-feira a Administração Nacional Oceânica e Atmosférica (NOAA) dos Estados Unidos, com base na média mundial de temperaturas sobre as superfícies de continentes e oceanos.

Este relatório é divulgado a poucos dias de uma importante cúpula na ONU sobre as mudanças climáticas, onde, segundo a enviada sobre o tema, Mary Robinson, será abordado seriamente o problema do aquecimento global.

A temperatura mundial de agosto de 2014 foi de 16,35º C, ou seja, 0,75 grau Celsius acima da média mundial de 15,6°C do século XX, segundo o relatório climático mensal da NOAA.

"Foi a maior diferença da média de qualquer mês no registro", disse Jake Crouch, cientista da NOAA, que ressaltou que os registros começaram em 1880.

A temperatura média mundial do semestre janeiro-agosto de 2014 também foi a mais quente da história: 0,68°C acima da média do século passado, de 14,0°C.

"Se este desvio da média permanecer no restante de 2014, vamos superar 2010 como o ano mais quente registrado até agora", dise Crouch a jornalistas.

Em outras palavras, se os meses que restam do ano também se situarem como os mais quentes até agora, 2014 será o ano mais quente no mundo do qual se tem notícia, explicou.

A maioria das temperaturas dos oceanos foram muito mais quentes que sua média do mês anterior, acrescentou.

Em terra, as temperaturas nos Estados Unidos se mantiveram dentro da média, mas partes de Europa, Ásia Central e Austrália estiveram entre a média e um pouco mais frio que a média.

Mesmo a chegada do El Niño, o fenômeno climático que esquenta as águas do Pacífico equatorial e produz uma temporada mais úmida que o normal, não parece que será suficiente para reabastecer as reservas de água da costa sudoeste dos Estados Unidos, devastada pela pior seca que sofreu em um século.

"Neste ano, o El Niño não será o herói que tirará a Califórnia da seca", disse Alan Haynes, hidrólogo da NOAA.

O ano de 2013 já havia sido um dos mais quentes no mundo desde 1880. A temperatura média combinada de terras e oceanos foi na época de 14,52ºC, ou seja, 0,62 grau a mais que a média do século XX.

Diante deste panorama, mais de 120 líderes devem participar da cúpula da ONU na próxima terça-feira, convocados a dar um novo impulso nos esforços para abordar a ameaça da mudança climática antes de uma conferência crucial em Paris, no próximo ano.

"Vamos ter a maior reunião de chefes de Estado já vista no tema do clima num momento em que o mundo sabe que temos que avançar com urgência", sustentou Robinson em uma entrevista à AFP na quarta-feira.

A ONU tenta limitar o aquecimento global a dois graus centígrados acima dos níveis pré-industriais, mas os cientistas dizem que as tendências anuais de emissão podem encaminhar as temperaturas a mais do dobro deste nível até o fim do século.



Fonte:http://noticias.br.msn.com/verde/ano-de-2014-teve-agosto-mais-quente-desde-1880-1

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Um espaço verdadeiramente democrático , não limitamos e restringimos qualquer tipo de expressão , não toleramos racismo preconceito ou qualquer outro tipo de discriminação..Obrigado Claudio Vitorino

Claudio Vitorino em ação..

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Aquele que acredita que o interesse coletivo está acima do interesse individual , que acredita que tudo e possível desde que tenha fé em Deus e coragem para superar os desafios...

Vida difícil? Ajude um estranho .

Pode parecer ilógico -no mínimo pouco prioritário- ajudar um estranho quando as coisas parecem confusas na nossa vida. Mas eu venho aprendendo que este é um poderoso antídoto para os dias em que tudo parece fora do lugar.

Como assim, pergunta o meu leitor mais cético? E eu explico:
Há duas situações clássicas onde podemos auxiliar uma pessoa que não conhecemos. A primeira é através de doações e gestos similares de caridade. Estes atos são maravilhosos e muito recomendáveis, mas não é deles que quero falar hoje.


Escolhi o segundo tipo: aquelas situações randômicas onde temos a oportunidade de fazer a diferença para uma pessoa desconhecida numa emergência qualquer. Na maioria das vezes, pessoas com quem esbarramos em locais públicos, envolvidas em situações que podem ir do estar atrapalhado até o precisar de mãos para apagar um incêndio.

E o que nós, imersos nas nossas próprias mazelas, distraídos por preocupações sem fim amontoadas no nosso tempo escasso, enfim, assoberbados como sempre... O que nós temos a ver com este ser humano que pode ser bom ou mau, pior, pode sequer apreciar ou reconhecer nosso esforço?


Eu vejo pelo menos seis motivos para ajudar um estranho:


1) Divergir o olhar de nossos próprios problemas
Por um momento, por menor que seja, teremos a chance de esquecer nossas preocupações.
Dedicados a resolver o problema do outro (SEMPRE mais fácil do que os nossos), descansamos nossa mente. Ganhamos energia para o próximo round de nossa própria luta.
Esta pausa pode nos dar novo fôlego ou simplesmente ser um descanso momentâneo.


2) Olhar por um outro ângulo
Vez ou outra, teremos a oportunidade de relativizar nossos próprios problemas á luz do que encontramos nestes momento. Afinal, alguns de nossos problemas não são tão grandes assim...
Uma vez ajudei Teresa, a senhora que vende balas na porta da escola de meu filho. A situação dela era impossível de ser resolvida sozinha, pois precisava “estacionar” o carrinho que havia quebrado no meio de uma rua deserta. Jamais esquecerei o olhar desesperado, a preocupação com o patrimônio em risco, com o dia de by Savings Sidekick">trabalho desperdiçado, com as providências inevitáveis e caras. E jamais me esquecerei do olhar úmido e agradecido, apesar de eu jamais ter comprado nada dela. Nem antes nem depois.
Olhei com distanciamento o problema de Teresa. E fiquei grata por não ter que trabalhar na rua, por ter tantos recursos e by Savings Sidekick">oportunidades. E agradeci por estar lá, naquela hora, na rua de pouco movimento, e poder oferecer meus braços para ela.


3) Não há antes, nem depois ...
Na intricada teia de nossos by Savings Sidekick">relacionamentos, dívidas e depósitos se amontoam. Ajudar um conhecido muitas vezes cria vínculos ou situações complexas. Ás vezes, ele espera retribuir. Outras vezes, esperamos retribuição. Se temos ressentimentos com a pessoa, ajudá-la nem sempre deixa um gosto bom na boca. Se ela tem ressentimentos conosco, fica tudo muito ruim também.
Já com estranhos são simples. É ali, naquela hora. Depois acabou. E não há antes. Que alívio!
(mas não vamos deixar de ajudar os conhecidos dentro de nossas possibilidades, hein?)


4) A gratidão pelo inesperado é deliciosa
Quem se lembra de uma vez em que recebeu uma gentileza inesperada? Não é especial? E nem sempre estamos merecendo, mal-humorados por conta do revés em questão.
Ou quando ajudamos alguém e recebemos aquele olhar espantado e feliz?
Ontem mesmo, eu estava numa fila comum de banco. Um senhor bem velhinho estava atrás de mim. Na hora em que fui chamada, pedi que ele fosse primeiro. “Mas por que, minha filha?”. “Pelos seus cabelos brancos”, respondi. Ele, agradecido, me deu uma balinha de hortelã. Tudo muito singelo, muito fácil de fazer, mas o sentimento foi boooom.


5) Quase sempre, é fácil de fazer.
Uma vez eu fiquei envolvida por uma semana com uma mãe e um bebê que vieram para São Paulo para uma cirurgia e não tinha ninguém para esperar no aeroporto. Levei para um hotel barato, acompanhei por uma semana e tive medo de estar sendo usada, reforçada pelo ceticismo de muitas pessoas ao meu redor. No final, deu tudo certo e a história era verdadeira.
Mas na maioria dos casos, não é preciso tanto risco ou tanto tempo. Uma informação; um abaixar para pegar algo que caiu; uma dica sobre um produto no supermercado. Dar o braço para um cego (nunca pegue a mão dele, deixe que ele pegue o seu braço, aprendi com meu experiente marido). Facílimo, diria o Léo. E vamos combinar, fácil é tudo que precisamos quando o dia está difícil, certo?

6) Amor, meu grande amor
Finalmente, ajudar estranhos evoca o nosso melhor eu. É comum termos sentimentos de inadequação, baixa auto-estima e insatisfação conosco quando estamos sob tempo nublado. E ajudar o outro nos lembra que somos bons e capazes. Ajudar um estranho demonstra desapego, generosidade, empatia pelo próximo. E saber que somos tudo isto quando o coração está cinza... É para olhar com orgulho no espelho, não?

Portanto, se hoje não é o seu dia... Faça o dia de alguém. E se é um dia glorioso... Vai ficar melhor!

Fonte:http://www.vivermaissimples.com/2011/03/vida-dificil-ajude-um-estranho.html

Karoline Toledo Pinto

Karoline Toledo Pinto
Karoline Agente Penitenciária a quase 10 anos , bacharelada no curso de Psicologia em uma das melhores Instituição de Ensino Superior do País , publica um importante ARTIGO SOBRE AS DOENÇAS QUE OS AGENTES PENITENCIÁRIOS DESENVOLVEM NO EXERCÍCIO DE SUAS FUNÇÕES . Aguardem em breve aqui será publicado .APESAR DAS PERSEGUIÇÕES INFUNDADAS DAS AMEAÇAS ELA VENCEU PARABÉNS KAROL SE LIBERTOU DO NOSSO MAIOR MEDO A IGNORÂNCIA CONTE COMIGO.. OBRIGADO CLAUDIO VITORINO

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