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sábado, 12 de janeiro de 2013

Massacre do Carandiru pariu o PCC, diz Drauzio Varella

O massacre do Carandiru, que resultou na morte de 111 presos em 1992, deu origem a um problema de segurança pública de São Paulo: as facções criminosas, como o PCC (Primeiro Comando da Capital). Segundo Drauzio Varella, depois do episódio ocorrido 20 anos atrás, houve um crescente domínio dessas organizações nos presídios para evitar que novos massacres ocorressem.

"Nós perdemos completamente o controle das cadeias", disse Varella no pré-lançamento de"Carcereiros", que aconteceu ontem (20) em São Paulo. "É ruim isso? É péssimo. Eles dão as ordens, os presos obedecem."

Sobre as mudanças na rotina dos presídios, o autor destacou o fim do crack e a diminuição dos homicídios dentro do sistema prisional e das tentativas de fuga. As facções impõem disciplina. Para ele, essas normas são replicadas fora das grades. "Na periferia também não se pode matar".

"Quando a Secretaria de Segurança diz que 'está diminuindo o número de homicídios em São Paulo', eu fico sempre pensando que isso não por causa da Polícia", afirmou o autor sobre a extensão dessas regras.

O novo sistema de penitenciárias também foi alvo de críticas. No mês de janeiro e fevereiro, no Estado de São Paulo, foram presas, em média, 120 pessoas por dia. Diariamente, cem foram soltas. São mais 20 pessoas por dia em cárcere. As cadeias construídas hoje têm capacidade para 700 ou 800 presos.

Varella apresenta a versão dos carcereiros sobre a vida na cadeia


Para dar conta desse fluxo, o governo teria que construir uma cadeia por mês. Além de arcar com o custo de manutenção, comida e salários de funcionários. Cada uma delas custa 34 milhões ao Estado. "É inviável. Nós vamos à falência", disse. "Teríamos que desviar toda a verba que vai para a saúde, para a educação, para se construir cadeias".

"Temos que fechar a fábrica de fazer ladrão", defendeu como única solução.

A experiência de Varella como médico na Casa de Detenção de São Paulo resultou em "Estação Carandiru", publicado em 1999. O título vendeu mais de 500 mil exemplares e recebeu versãocinematográfica dirigida por Hector Babenco.

Mais de uma década depois, seu novo livro apresenta a história do outro lado das grades -- a vida prisional de acordo com os agentes penitenciários. A parte final da trilogia, ainda sem data de lançamento, contará o cotidiano da Penitenciária Feminina de São Paulo.



Fonte:http://jenisandrade.blogspot.com.br/2012/09/massacre-do-carandiru-pariu-o-pcc-diz.html?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed:+JenisDeAndrade+(Jenis+de+Andrade)

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

Erra,julga e depois se arrepende.




Não culpe o seu futuro pelos erros do seu passado, nem todas as pessoas são ruins. Há aquelas de um bom coração, que transformam um rosto triste em um sorriso alegre que falam a verdade e principalmente são sinceras. Você julga sem ao menos conhecer, pessoas caladas nem sempre são arrogantes ou anti- sociais aparência e caráter não são as mesmas coisas, a diferença entre eterno e passageiro não o tempo que dura mais sim a intensidade, pessoas não são objetos.


Fonte:http://wwwmateusqfleao.blogspot.com.br/2013/01/errajulga-e-depois-se-arrepende.html

Fábula da vaquinha e do precipí­cio

 


Era uma vez, numa terra distante, um sábio chinês e seu discí­pulo. Certo dia, em suas andanças, avistaram ao longe um casebre. Ao se aproximar, notaram que, a despeito da extrema pobreza do lugar, a casinha era habitada. Naquela área desolada, sem plantações nem árvores, viviam um homem, uma mulher, seus três filhos pequenos e uma vaquinha magra e cansada. Com fome e sede, o sábio e o discí­pulo pediram abrigo por algumas horas. Foram bem recebidos. A certa altura, enquanto se alimentava, o sábio perguntou:

- Este é um lugar muito pobre, longe de tudo. Como vocês sobrevivem?


- O senhor vê aquela vaca? Dela tiramos todo o nosso sustento - disse o chefe da famí­lia. - Ela nos dá leite, que bebemos e também transformamos em queijo e coalhada. Quando sobra, vamos à cidade e trocamos o leite e o queijo por outros alimentos. É assim que vivemos.


O sábio agradeceu a hospitalidade e partiu. Nem bem fez a primeira curva da estrada, disse ao discí­pulo:


- Volte lá, pegue a vaquinha, leve-a ao precipí­cio ali em frente e atire-a lá pra baixo.


O discí­pulo não acreditou.


- Não posso fazer isso, mestre! Como pode ser tão ingrato? A vaquinha é tudo o que eles têm. Se eu jogá-la no precipí­cio, eles não terão como sobreviver. Sem a vaca, eles morrem!


O sábio, como convém aos sábios chineses, apenas respirou fundo e repetiu a ordem:


- Vá lá e empurre a vaca no precipí­cio.


Indignado porém resignado, o discí­pulo voltou ao casebre e, sorrateiramente, conduziu o animal até a beira do abismo e a empurrou. A vaca, previsivelmente, estatelou-se lá embaixo.


Alguns anos se passaram e durante esse tempo o remorso nunca abandonou o discí­pulo. Num certo dia de primavera, moí­do pela culpa, abandonou o sábio e decidiu voltar àquele lugar. Queria ver o que tinha acontecido com a famí­lia, ajudá-la, pedir desculpas, reparar seu erro de alguma maneira. Ao fazer a curva da estrada, não acreditou no que seus olhos viram. No lugar do casebre desmazelado havia um sí­tio maravilhoso, com muitas árvores, piscina, carro importado na garagem, antena parabólica. Perto da churrasqueira, estavam três adolescentes robustos, comemorando com os pais a conquista do primeiro milhão de dólares. O coração do discí­pulo gelou. O que teria acontecido com a famí­lia? Decerto, vencidos pela fome, foram obrigados a vender o terreno e ir embora. Nesse momento, pensou o aprendiz, devem estar mendigando em alguma cidade. Aproximou-se, então, do caseiro e perguntou se ele sabia o paradeiro da famí­lia que havia morado lá há alguns anos.


- Claro que sei. Você está olhando para ela - disse o caseiro, apontando as pessoas ao redor da churrasqueira.


Incrédulo, o discí­pulo afastou o portão, deu alguns passos e, chegando perto da piscina, reconheceu o mesmo homem de antes, só que mais forte e altivo, a mulher mais feliz, as crianças, que haviam se tornado adolescentes saudáveis. Espantado, dirigiu-se ao homem e disse:


- Mas o que aconteceu? Eu estive aqui com meu mestre uns anos atrás e este era um lugar miserável, não havia nada. O que o senhor fez para melhorar tanto de vida em tão pouco tempo?


O homem olhou para o discí­pulo, sorriu e respondeu: - Nós tí­nhamos uma vaquinha, de onde tirávamos nosso sustento. Era tudo o que possuí­amos, mas um dia ela caiu no precipí­cio e morreu. Para sobreviver, tivemos que fazer outras coisas, desenvolver habilidades que nem sabí­amos que tí­nhamos. E foi assim, buscando novas soluções, que hoje estamos muito melhor que antes.

Pois é...
Muitas vezes nos acomodamos com uma situação ruim e não entendemos que podemos sair dela tendo atitude e ação. Precisamos que algo muito ruim aconteça para agirmos.


Fonte:http://www.dihitt.com.br/barra/fabula-da-vaquinha-e-do-precipi-cio-1

Transplante: família de jovem salva vida de duas adolescentes


Os médicos Mário Ronalsa, Léo Gomes e Jubrant Petruceli

As adolescentes A.A.N. e J.R.S., de 15 e 16 anos, respectivamente, receberam no último dia 12 de outubro - Dia da Criança - um presente único: ter uma vida normal graças à doação de um rim. A família de outra adolescente, de 17 anos, internada no Hospital do Açúcar, foi responsável por esse presente. Ela decidiu doar os rins da jovem K.C.C. assim que os médicos comprovaram sua morte clínica.

A paciente se tratava há anos de uma doença chamada febre reumática e veio a óbito após um acidente vascular cerebral. Já as adolescentes A.A.N., moradora de Palmeira dos Índios, e J.R.S., residente no bairro do Farol, em Maceió, esperavam há anos na lista de espera de transplantes. Para as duas a espera acabou mas centenas de pessoas ainda continuam aguardando a sua vez.

“Esperamos que a decisão dos pais e responsáveis desta adolescente sensibilize as demais famílias alagoanas a fazerem o mesmo”, disse o urologista Mário Ronsalsa, um dos articuladores do programa de transplantes da Santa Casa de Maceió, ao lado do cirurgião vascular Jubrant Petruceli e do medico residente em cirurgia geral Léo Gomes, que realizaram o procedimento.

Já em casa, se recuperando da intervenção cirúrgica, J.R.S. demonstrou conhecer bem o que é um transplante e também lançou um pedido à população. “Uma pessoa pode salvar ou mudar a vida de sete pessoas de uma só vez por meio da doação de órgãos. Por isso é importante que as pessoas autorizem a doação de órgãos”, disse J.R.S., elencando as córneas, o coração, o rim, o fígado, o pulmão, medula óssea e o pâncreas. Além deles é possível a doação de tecidos como a pele, vasos sangüíneos e alguns ossos e cartilagens.

O corpo humano pode ser comparado a uma máquina cujas peças se mantêm em bom funcionamento mesmo depois de quebrar - mas com uma condição. Quando uma pessoa morre, os médicos precisam determinar se houve parada cardíaca. Caso o coração tenha deixado de funcionar, os órgãos ficam comprometidos pela falta de oxigenação. Nesse caso, só é possível retirar para doação tecidos como a córnea, trechos de pele, cartilagens etc.

Se o paciente estiver no estágio de morte encefálica - quando o cérebro deixa de funcionar de modo irreversível, mas o resto do corpo ainda permanece em atividade -, é possível manter o coração funcionando por algumas horas até a retirada dos órgãos.


Fonte:http://www.alagoas24horas.com.br/conteudo/?vCod=136461

Ajuda ao próximo, um ato de humanismo.



Cultive o hábito, de dedicar parte do seu tempo, para reflectir sobre os problemas da humanidade e seus paradoxos.
A vida, não é so trabalho e descanso. Não viemos a esse mundo a passeio. Esta vida terrena, representa o estágio probatório para eternidade.
Vivemos num mundo, em que se faz necessário o sacrifício, o serviço despregado em prol de ajuda ao próximo necessitado.
Ou assumimos a nossa parcela de bondade e compaixão, lutando por um mundo melhor, mais justo, igualitario e fraterno, ou nossa sociedade e humanidade se afundará.Devemos manter amplo, nosso campo de visão e atuação, as causas humanitárias e de solidariedade.
São tantos os que em silêncio esperam por um punhado de compaixão e por uma mão cheia de justiça e bondade.
A nós, eu e você, compete decidir, que condição humana podemos garantir, para aqueles que tanto sofrem e precisam.
Garanta o visto, em seu passaporte para a eternidade.

Pratique o bem, ajude o próximo sem olhar a quem.


Fonte:http://www.sonico.com/g/968055117/fazer-o-bem-faz-bem/foro/181688/ajuda-ao-proximo-um-ato-de-humanismo

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

5 Passos para conseguir uma Atitude Positiva na Vida



Todos queremos ter uma vida feliz, e todos sabemos que se adoptarmos uma atitude positiva o retorno será melhor que com uma atitude negativa. Mas por muitas razões e situações de vida, todos nós em alguns momentos somos afectados pelas atitudes negativas que tomamos. Então, o que é que poderemos fazer para tornar as atitudes positivas um hábito no nosso dia-a-dia?
Para mim, que escrevo regularmente sobre estes assuntos e utilizo a implementação de atitudes positivas de forma terapêutica nos pacientes, também nem sempre é fácil manter uma atitude positiva. Por vezes também dou por mim a ter uma visão do mundo por uma perspectiva negativa, focando-me nas coisas más e ignorando as boas, especialmente quando as expectativas não vão no caminho que pretendia. Tal como você, também eu me empenho diariamente para manter uma atitude positiva, pois acredito ser possível mudar a perspectiva.

Acredito ser possível diariamente ir implementando hábitos mais assertivos, mais capacitadores e mais alinhados com os nossos desejos e expectativas, para isso é necessário força de vontade e auto-disciplina. Isto pode ser conseguindo desenvolvendo a “Flexibilidade de Pensamento”, que é a capacidade de intencionalmente focarmo-nos naquilo que realmente importa para a concretização dos nossos sonhos, tarefas, responsabilidades, equilibro emocional, concretização de um projecto, ou recuperar de um trauma, entre outras. A flexibilidade de pensamento insere-se no termo que na avaliação neuropsicológica se designa de, Funções Executivas – é utilizado para designar uma ampla variedade de funções cognitivas que implicam: atenção, concentração, seletividade de estímulos, capacidade de abstração, panejamento, controle mental, autocontrole, memória operacional e flexibilidade de pensamento.

Certamente não conseguimos controlar a grande maioria dos acontecimentos exteriores da nossa vida, as outras pessoas, a inflação, o humor do patrão, os condutores, o preço dos bens alimentares, as opções do governo, entre outras. Sem dúvida que existe muitas coisas das quais não temos qualquer tipo de controlo, e que nos causam incómodo e mal-estar, sentimentos de incapacidade e desesperança, de irritabilidade, de frustração de mau humor, de ansiedade, depressão, de insegurança. O problema começa a crescer e a ser realmente um problema incómodo quando nos confundimos com os nossos pensamentos e sentimentos negativos. Passo a explicar, os sentimentos, quer positivos quer negativos, ambos têm a mesmo função, funcionam como marcadores, como alertas que nos informam daquilo que gostamos, daquilo que nos faz sentir bem, que é importante para nós, ou daquilo que não gostamos, que nos causa incómodo e que não é importante ou mais-valia para nós.



A forma de ficarmos a saber estas coisas, a forma como tomamos consciência delas é, através das nossas emoções e sentimentos que sentimos no corpo, e se traduzem em pensamentos e em palavras. Se o que está a acontecer na nossa vida são coisas desagradáveis é natural que os nossos sentimentos sejam negativos, que os nossos pensamentos sejam incapacitantes e lamuriosos, e o que verbalizamos a nós próprios seja depreciativo e desanimador. Até aqui tudo “bem”, o problema é quando a pessoa se começa a confundir com esses sentimentos e pensamentos, começando a orientar-se por eles, pensando que é uma pessoa triste, desanimada, sem capacidade para agir, e que tudo o que faz corre mal. Na verdade tudo isto é “ilusão”, a pessoa não se apercebe que apesar de estar a sentir todo um conjunto de sensações e pensamentos desagradáveis (que são necessários para lhe transmitir que algo de errado e que não gosta está a acontecer), ela não é apenas os seus sentimento e pensamentos, pode escolher, pode tomar uma atitude capacitadora e construtiva. Para um maior aprofundamento sobre a tomada de consciência, leia o nosso artigo: A consciencialização é o primeiro passo para a mudança
E como é que isto se faz?

Simplesmente, escolha o que será melhor fazer, e depois decida fazer. Parece na verdade demasiado simples, não é? Sim é, mas acredite, adoptar uma atitude positiva ou negativa, a escolha será sempre sua. Está a perguntar-se a si próprio, pois mas eu não escolho sentir-me mal, nem triste, nem incapaz. Acredite que sim, a escolha é sempre nossa. Aquilo que não escolhe, é apenas aquilo que lhe acontece, os acontecimentos de vida, os imponderáveis, os obstáculos com que se depara. Mas a reacção a esses acontecimentos, somos nós que decidimos a atitude a ter face a isso. Mas então eu posso decidir ficar bem e sentir-me melhor, mesmo estando a sentir-me mal? Claro que sim, obviamente que requer prática, esclarecimento e desenvolvimento pessoal.
Vamos então por partes:
PASSO 1: TOME CONSCIÊNCIA QUE TER ATITUDES POSITIVAS É UMA ESCOLHA

Por muito difícil que seja admitir, você escolhe sempre os estados emocionais em que se encontra, pode é ter mais ou menos consciência disso. Lembre-se que os sentimentos, são isso mesmo, sentimentos que se referem à percepção que estamos a ter em relação a alguma coisa que está a acontecer na nossa vida. Como tal, os sentimentos em si mesmo, não são bons nem maus, são apenas informação. Nós é que interpretamos como bom ou mau, aquilo que sentimos, e a partir daí, escolhemos a atitude a ter face à situação que estamos a viver, ou aquilo que estamos a pensar.
Aquilo que importa você saber: é que perante a sensação que se tem de sentimentos e pensamentos negativos, pode aceitar o que está a sentir, e depois, mudar o seu estado interno e colocar-se numa atitude positiva, com pensamentos orientados para a solução.

Dou-lhe o seguinte exemplo, se alguém partir uma perna, no processo de recuperação, sempre que a colocar no chão, irá sentir dor (a dor aqui é benéfica, pois informa e relembra a pessoa que tem um problema na perna e temporariamente tem de ter mais atenção), depois numa tentativa de se sentir melhor, irá usar as outras partes do seu corpo no sentido de se conseguir movimentar, mais devagar claro. O que se passa neste exemplo, é que a pessoa apesar de ter um problema, não se confunde com o problema, sente que é capaz de se ajudar a ela própria e ao problema (perna partida), e assim fazer uma recuperação mais eficaz. Arrisco a dizer, que esta pessoa teve uma atitude positiva face à sua situação, porque teve consciência do seu problema e decidiu-se a organizar as outras partes do corpo que estavam funcionais, e fazer o que estava ao seu alcance. Isto é sem dúvida um atitude positiva.


Dica 1: Ao sentir-se desanimado, desesperançado, triste, tente lembra-se que é a sua “perna partida” a queixar-se, é o seu problema a manifestar-se, a chamar-lhe a atenção. Deverá esforçar-se para não se identificar com esses sentimentos incapacitantes, e dizer para si: “isto é o meu problema a queixar-se”, depois decida levá-lo em consideração e faça algo para se ajudar, algo de capacitador e positivo. Decida-se a melhorar, a procurar uma solução, não se renda. Acredite em si e faça coisas construtivas.
PASSO 2: LIVRE-SE DA NEGATIVIDADE

Se você pretende viver uma vida de alegria e felicidade, não pode de forma nenhuma alimentar os seus pensamentos negativos, movimentar-se de acordo com eles e muito menos tomar decisões num estado crónico de negatividade. Os pensamentos passam na sua cabeça tal qual os balões de fala nos livros aos quadradinhos de banda desenhada. Se partirmos desta analogia, isto é capacitador pois permite-lhe aplicar a técnica que apelido de Zoom. À medida que os pensamentos vão surgindo na sua cabeça, se tomar consciência deles, e verificar que são destrutivos e incapacitantes, não tem necessariamente que os seguir, nem tão pouco tentar eliminá-los. Ter pensamentos negativos não é pernicioso. O que prejudica é deixarmo-nos dominar por eles, e tomar decisões baseadas nesses pensamentos distorcidos pela percepção ou incapacidade do momento.
Então o que fazer:


Dica 2: Técnica do Zoom, ao perceber que está a ter pensamentos negativos, pode criar na sua mente outro “balão” com outras frases mais capacitantes e com a técnica de Zoom focar-se nelas, os pensamentos negativos automaticamente desaparecem como se de nuvens negras no céu se tratasse.


Dica 3: Técnica de mudar de canal, imagine agora que vai ao volante do seu automóvel, e que na rádio que está a ouvir passa uma música que detesta, que lhe trás lembranças desagradáveis e o coloca num estado mal-humorado. Acredito que a tendência será para mudar de canal. Isto é exactamente o que pode fazer na sua mente, sempre que se aperceba que está a ter pensamentos de negatividade, mude de canal, emparelhe a técnica de Zoom e foque-se em algo positivo e construtivo, algo de que goste.

PASSO 3: OLHE PARA O LADO POSITIVO DA VIDA

Podem não existir aspectos positivos em tudo. Acredito que muitas coisas não têm nada de positivo ou construtivo na nossa vida. E por certo todos nós já fomos confrontados com situações destas nas nossas vidas. Quanto a estes acontecimentos nada podemos fazer, dado que não os controlamos. Mas as respostas e reacções a eles, sim, podemos escolher o que fazer, que acções tomar e que atitude adoptar. As coisas que nos acontecem, em si mesmas podem não ser positivas, mas a forma como nos organizamos face a minimizar os danos colaterais ou a tentativa de reverter a situação, essa sim, pode e deve ser positiva. Está ao nosso alcance e depende unicamente de nós.


Dica 4: Padrão de interrupção, quando fazemos algo repetidamente, isso torna-se um hábito, e os padrões de negatividade tomam o controlo da sua mente. É importante trabalhar no sentido de arranjar qualquer coisa que interrompa definitivamente os pensamentos não desejados. De forma imaginada veja-se na situação desconfortável e incapacitante, pare, agora substitua mentalmente os pensamentos e emoções por outros mais positivos e que desejaria vir a ter na próxima vez que possa sentir que está a gerar padrões de negatividade. Em seguida, tente perceber como se sente, provavelmente bem melhor que a última vez que se sentiu mal. Óptimo, agora reforce esses pensamentos, sentimento e/ou auto-discurso, e diga a você mesmo que é isso que fará na próxima situação negativa. Sentir-se-á certamente bem melhor.


Dica 5: Padrões de negatividade como alerta, Uma da formas mais comuns de ficarmos com uma atitude incapacitante, é quando ignoramos e não tomamos consciência do quão desconfortáveis e negativos os nosso pensamentos são. Muitas pessoas dizem: “eu não quero pensar sobre isso, porque isso aborrece-me, irrita-me, fico chateado”. O desapontamento, a tristeza, o aborrecimento e o medo são sinais (sentimentos) que nos alertam para a necessidade de enfrentarmos a situação. A negatividade pode ser um motivador poderoso – quando detetamos uma atitude negativa, deveremos fazer alguma coisa, devemos agir na tentativa de mudá-la.


Dica 6: Foque-se no que é positivo, tente perceber que características possui em si que o passam ajudar a melhorar aquilo que deseja. Centre-se nas suas forças e virtudes que o caracterizam ou caracterizavam no passado. Lembre-se das vezes em que esteve em situações difíceis, e como foi bem sucedido, quando se esforçou para arranjar uma solução. Se nos colocarmos num estado de capacidade, de coragem e combatividade, a nossa mente irá procurar na sua base de dados informação para arranjar uma solução. Dê uma ordem direta a si próprio, “vou ser capaz, vou arranjar uma forma de…, mesmo que seja difícil irei arranjar uma maneira”.
PASSO 4: REFORCE A POSITIVIDADE EM SI

Assim que consiga começar a detectar os padrões de negatividade e tomar controlo sobre os seus pensamentos e consequentes decisões a tomar, as suas redes neuronais irão iniciar um processo de mudança e reforço. Cada vez que conseguir reverter um estado de incapacidade ou uma atitude negativa, para uma atitude mais capacitadora e positiva, esses caminhos neuronais que foram activados aumentarão a sua força de resposta. Isto quer dizer que aumentou a probabilidade de voltar a pensar da mesma forma em situações futuras, até que se estabeleça um padrão de respostas comportamentais mais satisfatório. Este processo funciona como quando se treina um músculo, quanto mais exercitar este tipo de raciocínio, mais forte ficará.


Dica 7: Presenteie-se, de forma imagina ou de forma material, reforce a sua atitude positiva face aos obstáculos e situações de vida difícil, com um presente. Pode dizer para sim próprio: “Boa, consegui”, “Fui corajoso o suficiente para obter sucesso”, “fiquei muito contente, sou mesmo inteligente”. Comprometa-se consigo, se conseguiu vencer algo que até então não tinha conseguido, marque uma massagem, vá a um bom restaurante, e diga para si, este é um presente que ofereço a mim próprio pela atitude que consegui ter.

Do ponto de vista psicológico, isto é extremamente importante, pois você reforça a sua própria capacidade e reconhece que possui em si características que merecem ser recompensadas. Este acto faz com que valorize, e ganhe o hábito de se reforçar, de estar de bem consigo próprio. Isto é muito capacitante, positivo e enriquecedor. A relação de apoio que conseguimos estabelecer connosco mesmo é muito poderoso.
PASSO 5: PARTILHE A SUA FELICIDADE COM OS OUTROS

Você precisa de ser positivo consigo próprio perante este novo e renovado padrão de atitude positiva para que possa realmente ter efeito, mas necessita igualmente mostrar-se positivo com os outros. É reforçador e reconfortante a partilha da sua positividade ao mundo.
Existe uma forma muito simples de poder executar isto. Seja agradável com as outras pessoas, diga a alguém que simpatiza com ela. Elogie alguém por alguma característica que goste nessa pessoa. Diga a alguém muito significativo para você, o quanto o ama e como essa pessoa é importante.
Quando alguém estiver em baixo, não se junte nas lamurias, puxe-o para cima, anime-o. Compre-lhe um presente, convide-o a tomar um café. Perceba em si o quanto de bom tem para oferecer para os outros. Olhe para si como alguém que também é capaz de ajudar os outros. Tente não apenas tratar os outros como gostaria de ser tratado, mas também considerar como eles gostariam de ser tratados.
As pessoas apreciam a positividade e quanto mais você compartilhar com os outros, mais você pratica a atitude positiva reforçando-a na sua própria vida.
PALAVRAS FINAIS PARA O HÁBITO DA ATITUDE POSITIVA

Se você sentir que a ideia de ser uma pessoa positiva é difícil, diga a si mesmo: “Se alguém que realmente lutou contra uma atitude negativa, conseguiu mudar a sua vida. Então eu com a aplicação destas cinco etapas, também posso iniciar esse processo.” Acredite em si mesmo e relembre a lição mais importante de todas – ter uma atitude positiva é uma escolha. Escolha ser positivo, escolha ser feliz, a vida está ai para ser vivida da melhor forma possível, escolha a sua!


Fonte:http://www.escolapsicologia.com/5-passos-para-conseguir-uma-atitude-positiva-na-vida/

A sua atitude é uma decisão: A importância de ter uma atitude mental positiva



Atitude é definida como uma maneira de olhar ou viver a vida. É por isso que a atitude que adotamos joga um papel tremendamente importante na regulação dos nossos comportamentos, funcionado como uma “central de controle” da nossa vida. A atitude mental positiva, é como se fosse algo que liberta um conjunto de informação intencional dirigida a outras partes de nós mesmos (mentais e físicas) que nos mobilizam e incentivam a funcionarmos de uma forma mais eficaz, usando o máximo de recursos disponíveis para analisarmos, enfrentarmos e resolvermos os nossos problemas, desafios, objetivos ou desejos. Por outras palavras, a atitude mental positiva é uma decisão que se expressa através dos nossos comportamentos, podendo estes ser aprendidos.

A ideia de podermos aprender a adotar uma atitude mental positiva é muito esperançadora. E o mais extraordinário é que podemos tomar a decisão de querermos aprender a ter essa atitude na nossa vida. Para mudar algo é necessário aprender como fazê-lo.
O QUE É A ATITUDE MENTAL POSITIVA?

Não se trata certamente de ignorar a realidade dos fatos, nem tão pouco afirmar que tudo irá acabar por dar certo ou correr bem, ou que afinal aquilo que aconteceu não é assim tão terrível (quando na realidade é). Não se trata de transformar algo ruim em muito bom, não se trata de encarar tudo com um sorriso nos lábios, ou simplesmente dizer que melhores dias virão (ainda que isto possa acontecer). Não se trata de fingir, não se trata de fingir aceitar uma situação terrível através de afirmações positivas, não, não, não.

A atitude mental positiva é realmente sobre o reforço da crença de que você pode decidir como reagir a determinadas situações difíceis em prol de si mesmo. Nunca é sobre mentir para si mesmo, é tudo sobre capacitar-se. Como todas as grandes realizações na vida, há sempre um primeiro passo. Sem esse primeiro passo fundamental, nada mais pode ocorrer. Estou a falar aqui da sua atitude face a algo, algo que quer melhor, algo que está a enfrentar, algo que quer conquistar, algo que receia. A crença de que você pode, ou não pode vai influenciar tudo o que se segue.

Atitude mental positiva, estrutura mental positiva, pensamento positivo ou simplesmente atitude positiva, são tudo termos que ao longo do tempo tenho vindo a abordar. Estabelecem todos uma forte relação, complementando-se uns aos outros no sentido de melhor percebermos e conseguirmos aplicar esta forma muito capacitadora de olhar o mundo.


Fonte:http://www.escolapsicologia.com/a-sua-atitude-e-uma-decisao-a-importancia-de-ter-uma-atitude-mental-positiva/

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Claudio Vitorino em ação..

Aquele que acredita que o interesse coletivo está acima do interesse individual , que acredita que tudo e possível desde que tenha fé em Deus e coragem para superar os desafios...

Vida difícil? Ajude um estranho .

Pode parecer ilógico -no mínimo pouco prioritário- ajudar um estranho quando as coisas parecem confusas na nossa vida. Mas eu venho aprendendo que este é um poderoso antídoto para os dias em que tudo parece fora do lugar.

Como assim, pergunta o meu leitor mais cético? E eu explico:
Há duas situações clássicas onde podemos auxiliar uma pessoa que não conhecemos. A primeira é através de doações e gestos similares de caridade. Estes atos são maravilhosos e muito recomendáveis, mas não é deles que quero falar hoje.


Escolhi o segundo tipo: aquelas situações randômicas onde temos a oportunidade de fazer a diferença para uma pessoa desconhecida numa emergência qualquer. Na maioria das vezes, pessoas com quem esbarramos em locais públicos, envolvidas em situações que podem ir do estar atrapalhado até o precisar de mãos para apagar um incêndio.

E o que nós, imersos nas nossas próprias mazelas, distraídos por preocupações sem fim amontoadas no nosso tempo escasso, enfim, assoberbados como sempre... O que nós temos a ver com este ser humano que pode ser bom ou mau, pior, pode sequer apreciar ou reconhecer nosso esforço?


Eu vejo pelo menos seis motivos para ajudar um estranho:


1) Divergir o olhar de nossos próprios problemas
Por um momento, por menor que seja, teremos a chance de esquecer nossas preocupações.
Dedicados a resolver o problema do outro (SEMPRE mais fácil do que os nossos), descansamos nossa mente. Ganhamos energia para o próximo round de nossa própria luta.
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2) Olhar por um outro ângulo
Vez ou outra, teremos a oportunidade de relativizar nossos próprios problemas á luz do que encontramos nestes momento. Afinal, alguns de nossos problemas não são tão grandes assim...
Uma vez ajudei Teresa, a senhora que vende balas na porta da escola de meu filho. A situação dela era impossível de ser resolvida sozinha, pois precisava “estacionar” o carrinho que havia quebrado no meio de uma rua deserta. Jamais esquecerei o olhar desesperado, a preocupação com o patrimônio em risco, com o dia de by Savings Sidekick">trabalho desperdiçado, com as providências inevitáveis e caras. E jamais me esquecerei do olhar úmido e agradecido, apesar de eu jamais ter comprado nada dela. Nem antes nem depois.
Olhei com distanciamento o problema de Teresa. E fiquei grata por não ter que trabalhar na rua, por ter tantos recursos e by Savings Sidekick">oportunidades. E agradeci por estar lá, naquela hora, na rua de pouco movimento, e poder oferecer meus braços para ela.


3) Não há antes, nem depois ...
Na intricada teia de nossos by Savings Sidekick">relacionamentos, dívidas e depósitos se amontoam. Ajudar um conhecido muitas vezes cria vínculos ou situações complexas. Ás vezes, ele espera retribuir. Outras vezes, esperamos retribuição. Se temos ressentimentos com a pessoa, ajudá-la nem sempre deixa um gosto bom na boca. Se ela tem ressentimentos conosco, fica tudo muito ruim também.
Já com estranhos são simples. É ali, naquela hora. Depois acabou. E não há antes. Que alívio!
(mas não vamos deixar de ajudar os conhecidos dentro de nossas possibilidades, hein?)


4) A gratidão pelo inesperado é deliciosa
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Mas na maioria dos casos, não é preciso tanto risco ou tanto tempo. Uma informação; um abaixar para pegar algo que caiu; uma dica sobre um produto no supermercado. Dar o braço para um cego (nunca pegue a mão dele, deixe que ele pegue o seu braço, aprendi com meu experiente marido). Facílimo, diria o Léo. E vamos combinar, fácil é tudo que precisamos quando o dia está difícil, certo?

6) Amor, meu grande amor
Finalmente, ajudar estranhos evoca o nosso melhor eu. É comum termos sentimentos de inadequação, baixa auto-estima e insatisfação conosco quando estamos sob tempo nublado. E ajudar o outro nos lembra que somos bons e capazes. Ajudar um estranho demonstra desapego, generosidade, empatia pelo próximo. E saber que somos tudo isto quando o coração está cinza... É para olhar com orgulho no espelho, não?

Portanto, se hoje não é o seu dia... Faça o dia de alguém. E se é um dia glorioso... Vai ficar melhor!

Fonte:http://www.vivermaissimples.com/2011/03/vida-dificil-ajude-um-estranho.html

Karoline Toledo Pinto

Karoline Toledo Pinto
Karoline Agente Penitenciária a quase 10 anos , bacharelada no curso de Psicologia em uma das melhores Instituição de Ensino Superior do País , publica um importante ARTIGO SOBRE AS DOENÇAS QUE OS AGENTES PENITENCIÁRIOS DESENVOLVEM NO EXERCÍCIO DE SUAS FUNÇÕES . Aguardem em breve aqui será publicado .APESAR DAS PERSEGUIÇÕES INFUNDADAS DAS AMEAÇAS ELA VENCEU PARABÉNS KAROL SE LIBERTOU DO NOSSO MAIOR MEDO A IGNORÂNCIA CONTE COMIGO.. OBRIGADO CLAUDIO VITORINO

Filmes que mudarão sua vida..

  • A cor púrpora
  • A espera de um milagre
  • A procura da felicidade
  • A prova de fogo
  • Antes de partir
  • Desafiando gigantes
  • Ensina-me a viver
  • Paixão de Cristo

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